Saudades de Prima

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"Saudades...
Não de quem...
Não sei de que..
Creio que dos sentimentos bons
que eu vivie que ainda vou viver."
Haredita Angel
03.09.25

"Ah, se a saudade fosse de plástico,eu a jogava no fogo!'
Haredita Angel
15.10.24

"Saudade, um instrumento de cordas a tocar em meu coração a música da sua ausência,
a canção de um amor perdido...!"
Haredita Angel
28.11.25

Quando a lua esbarrar no mar...
Quando a ultima estrela.deixar
seu rastro de saudade na imensidão...
Talvez seja o hora de lhe falar
Das borbulhas de amor no olhar
Das noites que passo a suspirar
Da paz que encontro em seu olhar
Sei que sua alma cigana quer ficar
Mais logo vai voar se aconchegar
em horizontes no qual não faço parte...
Quero seus momentos...Sorrisos soltos
Sonhar em meu ninho...Mais depois ...
O que impota...São os minutos que conto
Para sermos nossos ...Esses São eternos
Me fazem sonhar e querer mais ... E mais...
Sei que sempre volta ...Em tardes brilhantes
Ou em manhãs perfumadas na primavera
Pois esta com um pé preso em uma estaca
Fincada no meu esperançoso coração...
Sou seu ninho...feito com fios de luz
Que a cada verão se renova entre outros
Para curar seu coração aventureiro...

Saudade é:

O encontro sempre adiado
O gelo que não derrete
Um grito de dor inaudível
Uma partida sem chegada
Tristeza e alegria numa só lembrança
O coração batendo no passado...

É bom termos saudade, pois ela está carregada de Amor!

Saudades da época que eu não valia nada
Essas hora eu tava mais feliz

Sempre que a saudade desiste de fingir costume e me abraça um pouco mais apertado, o que me consola é a gratidão e a certeza do azar de ter tido tanta sorte.

Que o Senhor da Vida liberte os que trilham as Estradas da Saudade calçados com as Sandálias do Remorso!
Amém!

Que o Senhor da Vida liberte os que trilham as Estradas da Saudade calçados com as Sandálias do Remorso!
Amém!


Liberta, Senhor!


Arrebentai as Sandálias do Remorso de todos que revisitam as lembranças dos que partiram antes de nós!


Saudades, sim — Tristeza, não!


Amém!?!


Porque a Saudade, por si só, já é estrada longa o bastante — feita de Memórias, Silêncios e Ausências que aprendem a conversar conosco.


Mas há quem caminhe por ela ferindo os próprios pés, calçado com as sandálias do arrependimento.


São passos, às vezes, demasiadamente pesados, que machucam o coração a cada lembrança do que não foi dito, do abraço adiado, da reconciliação interrompida...


No entanto, a verdadeira cura começa quando entendemos que o amor não termina com a partida — apenas muda de endereço.


E quem parte não deseja nos ver presos ao que faltou, mas gratos pelo que foi vivido.


Descalçar o remorso é um gesto sagrado: é permitir que a saudade volte a ser caminho de amor e não de castigo.


Que possamos, então, revisitar nossas lembranças com a graça de quem sabe que o perdão é o único calçado capaz de levar a alma em paz, sobretudo pelas estradas pavimentadas pela Saudade.


Amém!

⁠É impressionante a falta de educação dessa tal de saudade. Aparece sem avisar, fica tempo demais e quando vai embora insiste em deixar tudo bagunçado.

⁠Ame e honre a sua mãe enquanto ainda a tem, pois saudade nenhuma será motivo suficiente para trazê-la de volta.

⁠No campo regado pelas lágrimas da saudade, inevitavelmente a reflexão sobre a vida se aprofunda.

⁠Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.


Porque quando eu me calar, não será por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.


O mundo, ocupado demais com seus próprios ecos, não notará a falta da minha insignificante voz — e está tudo bem.


Nem toda ausência precisa virar ruído, nem todo silêncio é pedido de aplauso.


Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.


Saudade não exige devolução, não pede palco, não reclama resposta.


Ela apenas existe, como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.


O silêncio, quando escolhido, não é derrota: é descanso da alma.


É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando falar já não acrescenta, quando explicar cansa, quando gritar não cura.


E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.


Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem exatamente no espaço onde as palavras já não alcançam.

Tempo de saudades, de minha saudosa e mui querida Dra. Nise da Silveira, e o seu grande legado para com a arte brut e a psiquiatria brasileira e internacional, pelo viés dos magníficos artistas, sem as amarras chatas e previsíveis da sociedade no Museu de Imagens do Inconsciente no Engenho de Dentro, no RJ.

...é sufocante sentir saudades e não poder fazer absolutamente nada...

Um dia serei saudade...
Vou tentando me afastar de gente fraca, arrogante, doente! Peço a Deus que realize meus sonhos antes do meu caminho acabar. Não me servirão realizações que eu não possa compartilhar, ver, sentir. Estou cansada de tanta hipocrisia, até o diabo pode citar as Escrituras quando isso lhe convém.

NADA COMO ANTES

De onde eu vim,
Lembro com muita saudade.
Ruas e quintais não são mais como antes.
Por lá eu cresci, vi muitas flores se abrindo
No raiar das manhãs. Quantas vozes eu ouvi.

Atrelado ao ar do lugar, Timbó está incravado em mim.
Suas praças me recordam bem, profundas lembranças
Que o tempo marcou.

Não posso esquecer dos amigos que um dia
Comigo sorriram. Aqueles que foram,
Os que me disseram, os que propuseram, os que se fecharam,
Os que se abriram e aqueles que nunca mais vi.

CBTU - FORTALEZA-CE

Saudade dos nossos nostálgicos TRENS CBTU.... Havia um tempo, que nunca se andava de trem sem antes sentir aquele velho frio na barriga.

O avexamento de nossos pais;
O nervosismo se apresentava em todas as vezes.

Nos trens, parte da infância se construiu, pois éramos rotina deles mesmos.

Não havia vagão sem os inesquecíveis vultos antagônicos do dia a dia.

Eram eles que, diariamente, desde o primeiro engate ganhavam a vida. O pão de cada dia.

Não havia vagões sem os Crentes, as fitas cassete ou sem "Cristo está voltando".

Não havia vagões sem os pedintes e nem sem os vendedores de qualquer coisa (Caramelo).

Todo cego e seu pandeiro, fazia de seus sons um movimento mais que o inconfundível.

"tata tata tata e o toin-toin-toin"

A Estação João Felipe era sempre uma aula de história despercebida. Nos mosaicos pisavam milhares de pessoas, as quais iam e sempre voltavam.

Em toda entrada ou saída haviam os toques repetitivos das catracas.

Não havia trens sem a regra: "Não pode ficar nas janelas, pois pedras podem vir!"
Jamais será esquecido os cartazes de rostos machucados por pedradas nas janelas...

Acima das portas um adesivo, e este ilustrava o itinerário com linhas e bolinhas em suas retas.

As portas eram disputadas pelos jovens da época, era um atrativo de aventura e perigo.

Os sons dos engates, freios e pedradas na máquina forte estão martelando até hoje em nossas memórias.

Aquelas máquinas eram bravas, fortes e imbatíveis! Eram como dragões que soltavam fumaça a todo tempo.

Pelos amantes dos trens, será sempre o melhor. Inesquecível! Insubstituível!

Mate a saudade com um toque de afinidade.