Saudades de nós dois
O HOMEM BOM
Conta a estória que um dia Jesus visitava uma cidade junto com dois de seus Apóstolos, quando lhes perguntou:
- O que é pra vocês ser bom ?
- Responderam: Vamos naquela casa agora pedir para que o dono nos de o que comer pois estamos famintos e nos de dormida por essa noite para que possamos descansar da longa caminhada e se essa pessoa nos conceder o que pedimos, digo que ele é bom.
- Então Cristo lhes disse:
- Se chegássemos naquela casa e lhe pedíssemos tudo o que você disse, e ao contrário, fossemos repugnados e expulsos pelo dono da casa, e ainda assim saíssemos de lá amando a esse nosso irmão, isso seria ser bom.
A vida nos oferece dois caminhos como opções, #11;
um é repleto de espinhos o outro somente paixões
#11;eu só quero poder abraçar meu irmão #11;e chamá-lo de amigo#11;
abraçar meu amigo e chamá-lo de irmão...
Amar a dois é por demais solitário! Deixa-me a alma acompanhada de silêncios e sozinho no universo ao redor. Deixa-me movido por um presente de saudades futuras! Amar a dois nem sempre é viver, mas um ato ilícito de sobreviver ao mundo!
Uma mensagem
Significa que existe
Uma distância.
Dois corpos
Não se aquecem
Longe um do outro.
Traga seu calor
E seus sentimentos
Mais sinceros.
"Meu pai morreu! Dois sentimentos imperam: feliz pelo fim de seu grande sofrimento e tristeza pelo seu fim de vida, nesta vida, esta vida... O que ficará? Saudade, no tempo, nos anos, saudade, lembrar. Meu pai, não mais sofrer, descansar!"
Rosemberg e Elise
Almas sinceras aglomeram amor,
Até que dois se tornem um.
Almas sinceras jogam conversa fora,
Descobrem os sonhos e amam.
Almas sinceras formam núcleos,
De amor.
Um instante, um descuido...
A morte sem pedir licença,
Chega extirpando o amor,
Numa amputação traumática.
Anos de união são desconfigurados,
Deixando o coração a pulsar solitário.
Um instante, um descuido,,,
Falta um pedaço físico,
Que o coração teima em amar eternamente.
O que que fazer com este amor?
Que o coração e os sonhos
Tentam reter no tempo.
De Elise para Rosemberg
Livro Montanha de Rosas I
Despedida silenciosa
É como dois ponteiros,
juntos, uma hora ou outra
Se afastaram com o tempo
sem saberem que tempo
era tudo que tinham
Quando ele passasse
Juntos estariam
Uma hora ou outra,
em silêncio,
juntos para sempre
se o tempo parasse.
Passam os dias, já se foram semanas e quase dois meses que você se foi. E tudo me lembra você. Difícil não ter uma hora se quer sem uma lembrança sua, difícil me desapegar da sua presença, que pra mim ainda é muito viva dentro de mim.
E na minha mesa já não mais servia amor para dois, eu já sentia uma certa dor mas confundia ela com o calor.
Calor do seus abraços, olhares e palavras que me deixavam encantado. E eu sabia que na minha mesa já não mais servia amor, e nem era amor para dois era apenas amor
Quem diria que tudo isso acabaria, eu jurava que você seria a minha rainha, jurava que você não seria mais uma que faria eu rodar as ruas.
E eu sabia que na minha mesa já não mais servia, deveria ter me levantado, ido embora, deixado de lado, pois em uma mesa sem amor tudo se transforma em dor.
A o amor,
Nos consome e nos transborda,
Mas nos faz sofrer,
Quando se vê se passaram quase dois anos,
Mas mesmo assim ressurge das cinzas, como uma fênix,
E como em um piscar de olhos tudo retorna,
Mas no final é falado apenas um “bom almoço”,
Mas na verdade era para ser um “ainda te quero”.
Se você tivesse uma máquina do tempo e ela voltasse apenas dois dias atrás. O que você mudaria? Seria menos ansioso, mais calmo? Iria abraçar alguém, diria que sente falta? Jogaria seu arrependimento no lixo, faria as pazes consigo mesmo? Arrumaria seu quarto? Visitaria um amigo de longa caminhada? Escreveria uma frase de ódio ou amor? Tomaria um sorvete qualquer? Convidaria a pessoa dos seus sonhos para sair? Mas não, você não pode voltar no tempo, não pode apagar uma lembrança sem antes perdoar suas atitudes. E por que não recomeçar agora?
Às vezes me lembro de quem partiu. Um, dois. Silenciosos, sem dizer adeus algum. Essa era a triste verdade, todos viraram pó na memória. Mas por fim, eu não saberia dizer se eles me procuraram, sentiram minha falta ou fingiram não precisar. Essas três verdades absolutas não explicavam grandes coisas. Aliás, não explicavam absolutamente nada. E eu? Eu tentando entender de tudo, sabendo de menos.
Sentimos saudade das muitas partes de nós mesmos que ficam pelo caminho. Normalmente, nas mãos de quem amamos um dia. Os pedaços dos outros ficam em nós mesmos e passam a fazer parte do que somos hoje.
Assim somos todos nós: fragmentos de saudades...
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
Receba no seu WhatsApp mensagens diárias para nutrir sua mente e fortalecer sua jornada de transformação.
Entrar no canal do Whatsapp