Saudades

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Meu coração está doente de saudades de você mesmo não ter te conhecido diante de uma tela fria, pois em um mundo virtual você se fez bela.
Suas palavras provocam meus desejos que em momentos me pego em desatento com a vibração do meu pulsar em ter a esperança de finalmente conhecer você.

Quando não está aqui eu me perco entre meu mundo e o seu me despedaçando em saudades, vago com um dialeto romântico ou uma melodia que desperta sua atenção.
postando todas as minhas atitudes à ti, Querendo evoluir todo o meu sentimento direcionado a você.

Me amas? Mostre-me com atitudes;
Me invejas? Foda-se;
Sente saudades? Procure-me;
Me deixou para trás? Siga o teu rumo;
Se apaixonou-se? O problema é teu;
Gosta de mim de coração? Seja fiel;
Decisão entre eu e outra pessoa? Não me venha com mentiras;
Quer estar ao meu lado? Corra junto a mim;

"Mortos não sentem saudades dos vivos"

Gabiróba, o sapinho mochileiro estava ficando doente de saudades de sua mãe, já fazia muito tempo que ele estava longe de casa e todos os dias pulava pelo caminho mas parece que nunca chegava.
Conforme o tempo passava ele se sentia cansado e sua aparente doença se agravava, ele era cauteloso com essas questões de saudades mas as vezes a razão pesava mais que o pesar. Além disso ele cometeu vários enganos e falhou justamente quando pensou que fazia o melhor que podia e por isso sentia tonteiras e palpitações em seu sapo coração. Ao olhar para trás, para os tantos anos que ele viveu sendo enganado e somando todas as suas faltas, sentia-se feliz em morrer e ver tudo acabado. Estava cansado das suas roupas amassadas, das frugais refeições que o alimentava e dos pezares da felicidade maltratada. Lembrou-se de como costumava se divertir entre as borboletas naquela trilha que o levava para a lagoa de casa. Mas qual sorte tinha ele agora e qual fada o furtava da vida a felicidade? Mais parecia estar vivendo uma aventura indigna de ser contada pensava Gabiróba e soluçava. Todos têm de morrer um dia mas não gostaria de morrer no meio do caminho ele pensave. Gostaria de ver com meus próprios olhos um casamento feliz que não fizesse ninguém sofrer, gostaria de ver os grandes olhos de ervilhas da minha amada se banhar em lágrimas felizes ao me ver. Mas tenho andado doente a anos e sonhado ultimamente com flores lancinantes sempre que fecho os olhos e sinto meu corpo sendo levado pelo barco àquele lugar distante.

Eu me apego nas memórias e na nostalgia que as vezes me sufoca,
Óh meu Deus, quanta saudades eu tenho de algumas pessoas e algum momentos
gente que eu sei que nunca mais verei na vida, não importa quanto tempo eu tenho
mas também me afogo nas memórias
das oportunidades que deixei passar
devido ao medo de arriscar,
mas principalmente, do medo de viver.

Saudade da gente


Eu estou com saudades da gente.


Não de um lugar,
nem de um momento específico.


Estou com saudade daquilo que acontece quando estamos juntos.


Das conversas que começam sem intenção e,
quando percebemos, já tomaram conta do tempo.


Das risadas inesperadas
e daquele jeito que só nós entendemos.


Tenho saudade de nós
até quando ainda estamos aqui,
imagina!


Porque existe uma diferença
entre estar perto de alguém
e estar verdadeiramente junto.


Amo nossa sintonia,
nossa cumplicidade,
A versão de nós
que aparece quando esquecemos o resto do mundo.


É uma saudade que pede presença.
Não é aquela saudade de voltar ao passado.


É a que quer simplesmente
mais um pouco daquilo
que é nosso.


Eu estou com saudades da gente...
Daquilo que somos
quando somos nós dois.

Hoje , eu lembrei do passado,
da ex até bateu saudades, do presente que ainda não quero ter e do mais difícil, aquele que me faz falta todos os dias, sem eu nunca ter tido

Tempo de saudades, de minha saudosa e mui querida Dra. Nise da Silveira, e o seu grande legado para com a arte brut e a psiquiatria brasileira e internacional, pelo viés dos magníficos artistas, sem as amarras chatas e previsíveis da sociedade no Museu de Imagens do Inconsciente no Engenho de Dentro, no RJ.

Saudades,é uma expressão de amor.
Pois se foras amor,o que seria essa dor?
Algo que consome e nos corroe por dentro,almas flageladas e dilaceradas;
Como um sentimento tão lindo,pode causar tanta ⁠tristeza?
Isso é amar? Ou morrer?


-Izadora Hoffmann

Quando compreendi que viver é fazer morada no coração dos que amamos descobri que saudades é a voz do coração dizendo que quer voltar pra casa.

Se nossas saudades
falassem, elas conversariam sobre
o caos e a perseverança de amar mesmo à distância.
❤️

Sinto saudades de quando o tempo passava despercebido e o contemplar do amor era uma companhia agradável.
❤️

⁠as vezes a brisa tem mais teor que a tempestade.
derruba rumores e algumas saudades
leva embora a tristeza pelo caminho da vaidade .

⁠pequenas doses de amor apenas encantam
mas não deixam saudades.

⁠Chuva de saudades, deixa os olhos molhados, esta é a verdade , de um coração apaixonado.

⁠Do amor distante, sentimos saudades constantes, quando os olhos choram, o coração chorou bastante, a distância não separa os corações amantes, não impede os carinhos seus, e mesmo que as almas se apartem nunca dizem adeus.

Ah... essas pessoas que passaram por aqui tiveram uma mania de me fazer sentir saudades.

Sinto saudades, sim. Às vezes elas chegam de mansinho, como quem bate na porta da memória e pede um pouco de silêncio para ficar. No começo eu pensava que saudade era só ausência, um vazio que ninguém conseguia preencher. Mas com o tempo entendi outra coisa: algumas lembranças não foram feitas para voltar, foram feitas para morar dentro da gente.


Hoje eu olho para o passado com mais carinho do que dor. As pessoas, os momentos, as conversas simples que pareciam pequenas na época… tudo acabou virando parte de quem eu sou. E percebi que a melhor memória não é aquela que a gente tenta repetir, mas aquela que a gente guarda no coração, intacta, viva do jeito que foi.


Existe algo bonito nisso, quase como um segredo silencioso. Porque quando a lembrança mora dentro da gente, ninguém pode tirar. Ela não depende de lugar, nem de tempo, nem de circunstância. Está ali, quieta, mas forte, aquecendo o peito nos dias em que a vida parece um pouco mais fria.


Às vezes eu sorrio sozinha lembrando de algo que já passou. Outras vezes os olhos ficam marejados, mas não é tristeza pura, é um tipo de gratidão misturada com saudade. É como se o coração dissesse: valeu a pena viver aquilo.


Aprendi que sentir saudade também é uma prova de amor. Só sentimos falta do que, de alguma forma, nos tocou profundamente. E quando aceito isso, a saudade deixa de ser um peso e vira uma companhia delicada, que me lembra de tudo o que já vivi.


No fim, as melhores memórias não fazem barulho. Elas ficam guardadas no coração, quietinhas, esperando o momento certo de aparecer e me lembrar que a vida foi, e continua sendo, cheia de encontros que realmente importam.

⁠Na barrenta Joaquim Cardoso, aquele garoto, pés descalços...
Fotografava nas pupilas as saudades de então...
E entre todos os percalços, as doces lembranças
Um saquinho de doces de Cosme e Damião
Para uma criança é tão fácil ter felicidade,
E entre bombons, cocadas e pirulitos eu saboreio este sentimento
Essas recordações me conduzem nas agruras da terceira idade,
E me adoçam até hoje, a existência em qualquer momento