Saudade Desconhecido
Mudar é um passo essencial para a evolução; não tema o desconhecido, pois é nele que se esconde a transformação que você busca.
O desconhecido traz mistério
Instiga a busca por revelações
A curiosidade
O domínio de que querer saber mais
O delírio de querer abraçar o mundo
E segurar na palma da mão.
Às vezes, as respostas só se revelam quando abandonamos o medo e nos lançamos ao desconhecido. É no limiar do caos que o destino sussurra nosso verdadeiro propósito, desafiando-nos a dar o próximo passo rumo à jornada que sempre nos pertenceu.
Coragem não é ignorar o medo, mas enfrentá-lo quando a única certeza é a escuridão do desconhecido e o silêncio dos que preferem não ver.
Empreender é navegar pelo desconhecido com a coragem de quem transforma incertezas em oportunidades.
"Lá fora, as estrelas iluminam o destino desconhecido, e o Sol, em um céu lindo e mágico, te guia até a beleza serena da Lua, que te revela um grande vazio eterno."
A maior guerra, não é visível e palpável, é constante e invisível em um campo desconhecido pela ciência humana.
Experimente torce pela vitória do outromesmo sendo um desconhecido.
Sua vida será mais abençoada.
E você será menos infeliz .
REALIDADE IRREAL
Difícil é compreender o desconhecido, e falhamos miseravelmente quando desistimos de tentar entendê-lo, e o aceitamos da forma que é: um mistério, uma incógnita, uma mensagem guardada em cofres de aço e pedra, onde temos de quebrá-los para talvez conseguirmos vestígios de entendimento.
O irreal torna-se tão real em determinadas situações, quanto a matéria que tocamos no dia a dia.
Há quem diga que um pesadelo é só um sonho franzido ao contrário; mas e quanto ao suor, ao medo e a dor que se sente quando a fera te persegue pela ruela estreita e lamacenta? E quanto ao desespero, ao grito inaudível que se expressa de forma incompreendida quando ela agarra seu pescoço e te parte ao meio? E quanto ao pedido de socorro prezo na garganta e os panos que te impedem de respirar? Nessa hora, a irrealidade torna-se tão real quanto.
Talvez a nossa mente só seja rasa demais para entender que vivemos despertos em um mundo de sonhos, e que caminhamos desapercebidos sobre a face das águas, quando se tem um infindo e profundo mar para se mergulhar.
Talvez só sejamos medrosos de mais para mergulhar na escuridão do desconhecido, e deixar os seus próprios dogmas nos derem à luz que necessitamos.
Talvez a nossa mente só seja fraca para quebrar as correntes daquilo que nos prende ao mesmismo e ao limite do conhecido.
O que conhecemos torna-se migalhas de pão caindo da mesa quando nos deparamos com a magnificência das obras do desconhecido. Diante disso nos vemos impotentes, incapazes e fracos; porém diante disto temos também uma escolha: Caminhar sobre a superfície das águas, ou mergulhar no infinito conhecimento do desconhecido.
Não feche as portas para o desconhecido, deixe-a entreaberta, pois naquela brecha que você espia pode estar a carta de alforria. A liberdade da escravidão de conceitos impostos e padrões inseridos em que ou você se encaixa ou entrará em arrelia.
Giordano Bruno demonstrou que ultrapassar os véus da percepção e explorar o desconhecido pode ser mais arriscado do que ultrapassar os limites de velocidade.
No peito, um amor desconhecido floresce, Um fogo ardente que não se explica, Nem mesmo nas palavras mais sábias.
É como se o coração flutuasse no escuro, Guiado por centelhas de magia invisíveis, E eu, mero mortal, tento decifrar o enigma.
Esse amor não se estabiliza, É um vendaval de emoções, Um furacão que me arrasta sem piedade.
Filosoficamente, somos dois viajantes, Caminhando lado a lado, Do inferno até o céu, sem destino certo.
E quando a noite cai, nossos olhos se encontram, Como constelações que se alinham, E o mundo inteiro desaparece.
No peito, esse amor desconhecido, É a melodia que ecoa em silêncio, A vibração que transcende o tempo e o espaço.
E mesmo sem entender completamente, Eu me entrego a essa jornada, Porque, afinal, o amor é o maior mistério de todos.
DEUS É BOM O TEMPO TODO
Ecumênicos somos quando aliviamos a dor
do outro, do desconhecido, com um pedaço de pão.
Em nosso gesto com o coração tocado, somos o amor de Deus e pincelamos a grandeza da religião.
Vagamos pelas ruas da vida, sem rumo definido, o destino é desconhecido e a distância é imensurável. Adaptamos cada estilo de vida aos valores em que acreditamos, porque estes princípios não nos foram ensinados, mas que, involuntariamente, devemos a nós mesmos.
