Saudade Desconhecido

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Um dia a vida me bateu com tanta força que me ensinou a resistir...
Um dia, mentiram pra mim de tal maneira que me doeu e, então eu aprendi a sempre seguir em frente com a verdade.
Um dia me falhou quem eu menos imaginava e entendi que as palavras devem ser cumpridas e os atos assumidos... Às vezes é preciso virar a página e começar do zero. Embora custe ou doa, o melhor guerreiro não é quem sempre triunfa, mas quem sempre volta sem medo à batalha.

Uns pensam, outros pensam que pensam. Uns pensam em agir, outros agem sem pensar. Uns amam sem limite e outros não sabem nem amar.

Sol Indesejado

" Este sol que brilha pela minha janela, ilude-me dos meus sentimentos. Engana-me maliciosamente, como um balde de tinta cobre as fendas de uma parede velha. Mesmo a própria parede encontra dificuldade em se revelar a ela própria.
Assim me sinto eu com o sol...astro maldito e sedutor, cria miragens em tudo que ilumina. És belo, és acolhedor, mas mentes com quantos raios tens. Se te pudesse amar... talvez entendesse a tua felicidade, mas a minha alma não tolera mais ilusões, além das que eu já vivo. Aguardo... de persianas fechadas pelo esplendoroso escurecer e pela palpitante chegada da minha doce e fiel lua... "

Você sabe que está no caminho certo quando perde o interesse de olhar para trás.

Capitalismo ideal:
Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro. Eles se multiplicam, e a economia cresce. Você vende o rebanho e aposenta-se, rico!

Capitalismo americano:
Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir leite de quatro vacas. Fica surpreso quando ela morre.

Capitalismo francês:
Você tem duas vacas. Entra em greve porque quer três.

Capitalismo canadense:
Você tem duas vacas. Usa o modelo do capitalismo americano. As vacas morrem. Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.

Capitalismo japonês:
Você tem duas vacas. Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.

Capitalismo italiano:
Você tem duas vacas. Uma delas é sua mãe, a outra é sua sogra, maledetto!

Capitalismo enron:
Você tem duas vacas. Vende três para a sua companhia de capital aberto usando garantias de crédito emitidas por seu cunhado. Depois faz uma troca de dívidas por ações por meio de uma oferta geral associada, de forma que você consegue todas as quatro vacas de volta, com isenção fiscal para cinco vacas. Os direitos do leite das seis vacas são transferidos para uma companhia das Ilhas Cayman, da qual o sócio majoritário é secretamente o dono. Ele vende os direitos das sete vacas novamente para a sua companhia. O relatório anual diz que a companhia possui oito vacas, com uma opção para mais uma. Você vende uma vaca para comprar um novo presidente dos Estados Unidos e fica com nove vacas. Ninguém fornece balanço das operações e público compra o seu esterco.

Capitalismo britânico:
Você tem duas vacas. As duas são loucas.

Capitalismo holandês:
Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.

Capitalismo alemão:
Você tem duas vacas. Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.

Capitalismo russo:
Você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem cinco. Conta de novo e vê que tem 42. Conta de novo e vê que tem 12 vacas. Você para de contar e abre outra garrafa de vodca.

Capitalismo suíço:
Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua. Você cobra para guardar a vaca dos outros.

Capitalismo espanhol:
Você tem muito orgulho de ter duas vacas.

Capitalismo português:
Você tem duas vacas. E reclama porque seu rebanho não cresce...

Capitalismo chinês:
Você tem duas vacas e 300 pessoas tirando leite delas. Você se gaba de ter pleno emprego e alta produtividade. E prende o ativista que divulgou os números.

Capitalismo hindu:
Você tem duas vacas. E ai de quem tocar nelas.

Capitalismo argentino:
Você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas mugirem em inglês. As vacas morrem. Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano do FMI.

Capitalismo brasileiro:
Você tem duas vacas. Uma delas é roubada. O governo cria a CCPV - Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca. Um fiscal vem e te autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presumia que você tivesse 200 vacas e para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo....

A sensação que tenho é de que, durante a noite, tudo se revela. Nessas horas de silêncio e escuridão, me permito pensar em pessoas que procuro esquecer durante o dia. Ela me faz refletir, revelar sentimentos; enquanto as estrelas me dão esperança de uma manhã maravilhosa que logo virá. A lua me faz sonhar e acreditar que tudo é possível. A noite me dá uma paz tamanha que só é possível de ser entendida por aqueles que sentem o mesmo que eu.

Essa mania de acreditar nas pessoas é coisa minha, você não me enganou. Eu é que me enganei a seu respeito.

Não te amo mais, queria dizer a ele, pela primeira vez, sem esperar que ele sofresse com isso. Sempre quis que ele sofresse com o dia em que eu não o amasse mais. Mas justamente porque eu não o amo mais, nem quero mais que ele sofra. Aliás, não quero mais nada. Só ir embora.

Quando estou com raiva, sou irônica. Quando estou com ciúmes, sou fria. Quando estou triste, sou quieta.

Não diga nada, apenas faça. As pessoas se surpreendem com mudanças inesperadas e sem avisos prévios.

Apague a luz do teu quarto, abra a janela, sinta o silêncio da noite, escute o riso das estrelas e sinta no teu rosto o beijo que a lua te dá em meu nome. Boa Noite!

Quem eu amo nem sempre está junto a mim, mas está sempre no meu coração.

Se eu morresse amanhã, com certeza abraçaria todos os meus amigos, como se fosse o último abraço;
Beijaria com todo carinho meus familiares e pessoas que amo, como se fosse o último beijo;
Perdoaria de todo coração aqueles que me fizeram mal ou tentaram me derrubar, como se fosse o último perdão;
Viajaria para aquele lugar distante, com que tanto sonhava, como se fosse a última viagem;
Escutaria mil vezes a música preferida, como se fosse a última a canção;
Leria aquele livro que tanto admirava, como se fosse a última leitura;
Rezaria para agradecer a Deus tudo que ele tem me dado de bom nessa vida, como se fosse a última oração.
Enfim...
Se eu morresse amanhã, ia querer fazer tudo que gosto e aproveitar o hoje até o último momento.
Deus nos deu a grande oportunidade de vivermos nossa vida intensamente, sem que precisemos nos preocupar com o dia de nossa morte.
Então...
Que aproveitemos este HOJE ao máximo. Jamais deixando de fazer aquilo que poderíamos fazer hoje para amanhã.
Pois AMANHÃ pode ser tarde para nos arrependermos...

Quando falta sorte tem que sobrar atitude. O azar morre de medo de pessoas determinadas.

Vivemos em um mundo de palavras repetidas.Então por que não dizer pela milésima vez-EU TE AMO! e não sei viver sem você.

São os olhos, exatamente os olhos, que eu mais ouço. A vida tem me ensinado, ao longo da jornada, que as palavras muitas vezes mentem. Os olhos, geralmente, não desmentem o que diz o coração.

Existem três tipos de mulher: as bonitas, as inteligentes e a maioria.

Enjoo fácil... de lugares, pessoas, coisas, sensações. Tudo muito cansativo.

Sabe quando você cansa de você mesma? Cansa da sua vida? Que só por um instante o que você mais quer é sumir. Acho que poucas seriam as pessoas que iriam notar a minha ausência, só aquelas que realmente me amam sentiriam minha falta. Acho que as vezes nem meus pais sentiriam minha falta, apenas amigos e poucos. Queria um pai mais presente na minha vida, que me desse carinho, que me chamasse pra ver um filme, que se importasse como estou me sentindo, que se preocupasse mas não que se preocupasse com saídas e sim com a minha vida, que sentasse comigo e conversasse, perguntasse de como foi meu dia?! Que fosse mais pai e menos parente.Que reclamasse menos e conversasse mais.Queria uma mãe que conversasse mais, que fosse mais amiga e menos MÃE - rígida e cheia de juízo naquilo e nisso. Queria que me ouvisse, queria que sentasse comigo pra tomar algo e falar da vida, e eu sem medo de falar da vida e ser privada.Poder contar tudo, sobre o que acontece, sobre o que quero... mas se eu falo sempre tem um ‘mas’, um ‘porém’ e depois fica me privando de viver o que eu quero viver, cheia de cuidados e medos. Então sempre acho melhor não falar nada e fazer por conta. Queria que quando minhas amigas tivessem juntas, não se fechasse num quarto e sim que ficasse ali com a gente conversando sobre tudo e sendo mais amiga. Que desse mais atenção e soubesse por menos defeito nas pessoas e nas coisas que faço. Me sinto tão sozinha, tão sem nada pra fazer.Tentando me ocupar, com quarto desorganizado e televisão e filmes. Sem fome, sem animo, vontade de nada! Só de dormir e dormir, porque quero que o tempo passe pra que acabe as aulas, pra mim ter um pouco de paz, se não é pedir demais né. To cansada de me sentir sozinha, de ficar no computador sem ter nada pra fazer. De falar sozinha, de imaginar coisas, de imaginar uma vida que eu não tenho. Cansada, exausta de chorar e acordar de olho preto e inchado. Tô cansada de ir para as festas e se preocupar. Quero viver, quero ter algo pra fazer. Quero ficar sentada numa sala conversando planos da vida, conversando, contando história, contando as dúvidas. Quero sentar numa sala com amigas e conversar coisas, ver filme e rir muito. só o que quero, é viajar por ai e me divertir.

Sempre me senti diferente dos outros. Não mais bonita, não mais inteligente, não mais especial, não mais esperta, não mais maluca, não mais legal, apenas diferente. Sou diferente na forma de sentir, tudo que me toca, me toca fundo. Tudo que me alegra, me alegra muito. Tudo que me dói, dói forte, corta. Nunca tive muitos freios em matéria de sentimento. Sempre que eu quis ir, fui. Muito me estrepei. Sempre que quis falar, falei. Muito me ralei. Aprendi um pouco a calar, a tentar respirar fundo e pensar.