Saudade de uma Pessoa Especial
TEORIA:
Existem duas maneiras de amar:
1ª Unilateralmente (quando uma pessoa gosta de outra e não é reciproco esse sentimento)
2ª Bilateralmente (o sentimento das duas pessoas é reciproco)
TEORIA do AV:
*AV= Amor Verdadeiro
Amor só é amor quando é pra sempre. Logo, se não for pra sempre, não é amor!
Mesmo que quem ame esteja ou não junto com a pessoa por quem essa declara seu amar.
AV é o amor que não se acaba com o tempo e nem com a distancia. Não morre jamais e nem magoa as partes, mesmo sendo unilateral.
OBS: Isso não significa que qualquer pessoa não possa ser feliz com outro que não seja seu AV, seja porque não o encontrou ou porque não é bilateral, nesse caso a pessoa simplesmente ACEITA, sem magoa, sem dor, apenas entende.
UM FATO, UM CASO
"Meu caso é o amor unilateral. Estou conformada! Aceitei, não sem dor no decorrer desse tempo, desse aprendizado, mas consegui. Estou feliz por ele, por mim e por elas..."
Acredite, corra atrás, faça por onde seus sonhos e objetivos serem realizados. E observe a pessoa que você pega na mão para atravessar a ponte da vida, lembre-se, ela pode lhe derrubar.
A partir do momento que você descobre realmente a pessoa que você é, o que falam sobre você já não tem tanta importância assim.
A gente não escolhe de quem vai gostar, triste? Não sei. Prefiro pensar que no fundo essa pessoa sempre esteve por ali, esperando a hora certa pra aparecer e roubar nossa atenção. Roubar nosso coração. Partir nosso coração. Porque essa pessoa não é a pessoa certa, não... É alguém cheio de defeitos, que erra, que nos machuca, que nos decepciona, que nos abandona... Mas que depois volta, te pede desculpa e nos faz sentir tudo de novo. Pessoa imperfeita. Cheia de erros. Errada. Mas que sempre vai ser a certa. Pra mim.
Perdemos tanto tempo observando o que a pessoa que costumava nos amar anda fazendo, que fechamos os olhos pra ver quem está disposto à nos amar hoje.
Se aprendermos a abrir nossos corações, qualquer pessoa – incluindo aquelas que nos deixam loucos – pode ser nosso professor.
A pessoa mais qualificada para liderar não é a pessoa fisicamente mais forte. É a mais inteligente, a mais culta, a mais criativa, a mais inovadora. E não existem hormônios para esses atributos.
Quem eu sou?
Não descreveria em mil páginas
e nem em uma folha
Sou uma pessoa que um dia já amei e fui amada
já amei e não me amaram
não amei mas fui amada...
Já fiz loucuras e me arrependi
Vive momento feliz
e alguns tristes
já desperdicei oportunidades de viver um grande amor
Conheci grandes amigos
e péssimos colegas
já falei sem pensar
e machuquei algumas pessoas
já me apaixonei apenas por um olhar
já ganhei grandes presentes
de bons amigos
e ganhei também inimizades
por palavras mal ditas
e historias não esclarecidas
Já menti por menti
já menti para proteger alguém
Escutei coisas que não devia
E me magoaram por brincadeiras mal feitas
Sofri por uma pessoa que não me amou
Amizades que achei que fossem verdadeiras
mas eram falsas...
Resumo-me em poucas linhas
pois se for falar de toda minha vida
poderia escrever um livro...
Você não imagina como fiquei feliz ao receber a sua mensagem.
Saiba que você é uma pessoa que admiro muito, alguém realmente especial, e receber esta surpresa fez o meu dia muito mais feliz.
Tomara que a gente continue assim, sempre trocando gestos de amizade e consideração.
Acho que a gente deveria viver assim, distribuindo palavras amigas e fazendo com que o amor se alastre pelo mundo.
As palavras são impregnadas de vibrações, por isso não devemos perder nenhuma oportunidade de manifestar bons sentimentos.
Seja muito Feliz...
...e Obrigado(a)!
A maturidade é verificada quando a pessoa reconhece que é a única responsável pelos seus problemas e pelas suas alegrias.
Quando a gente acredita que está amando uma pessoa que nos faz sofrer, na realidade o que está acontecendo é que deixamos de nos amar.
Não siga meus conselhos. Ou os de qualquer outra pessoa. Confie em si mesma. Para o bem ou para o mal, na alegria ou na tristeza, a vida é sua. E você sempre foi e sempre será a única a decidir o que fazer com ela.
Seja uma boa pessoa, mas não perca tempo e energia tentando provar isso aos demais. Os gratos saberão reconhecer seus bons feitos apesar das faltas, já os ingratos sempre enfatizarão as faltas apesar das coisas boas que já fez para eles.
Então, apenas continue trilhando seu caminho e não desista de fazer o bem.
No final das contas o que importa não é o que as pessoas pensam de você, mas sim o que Deus sabe ao seu respeito.
Nem Jesus agradou todo mundo.
Respira e viva, um dia de cada vez.
Lá na infância
Qualquer pessoa que já tenha se separado e tenha filhos sabe como a gente se preocupa com a reação deles e procura amenizar qualquer estrago provocado por essa desestruturação. É preciso munir-se de muito respeito, delicadeza e amor para que essa ruptura seja bem assimilada e não produza traumas e inseguranças.
Muito do que somos hoje, do que sofremos e do que superamos, tem a ver com aquele lugar chamado "infância", que nem sempre é um paraíso. Por mais que tenhamos brincado e recebido afeto, é lá na infância que começamos a nos formar e a nos deformar através de medos, dúvidas, sensações de abandono e, principalmente, através da busca de identidade.
Por tudo isso, estou até agora encantada com a leitura de Marcas de Nascença, fenomenal livro da canadense Nancy Huston e que deixo como dica antes de sair de férias. O livro é narrado por quatro crianças de uma mesma família, em épocas diferentes, todas quando tinham seis anos: primeiro, um garotinho totalmente presunçoso, morador da Califórnia, em 2004. Depois, o relato do pai dele, quando este também tinha seis anos, em 1982. A seguir, a avó, em 1962, e por fim a bisavó, em 1944. Ou seja, é um romance genealogicamente invertido, começando logo após o 11 de Setembro e terminando durante a Segunda Guerra Mundial, mas é também um romance psicanalítico, e é aí que se torna genial: relata com bom humor e sem sentimentalismo todo o caldeirão de emoções da infância, mostrando como nossas feridas infantis seguem abertas a longo prazo, como as fendas familiares determinam nossos futuros ódios e preconceitos e como somos "construídos" a partir das nossas dores e das nossas ilusões. Mas tudo isso numa narrativa sem ranço, absolutamente cativante, diria até alegre, mesmo diante dessas pequenas tragédias íntimas.
A autora é bastante conhecida fora do Brasil e ela própria, aos seis anos, foi abandonada pela mãe, o que explica muito do seu fascínio sobre as marcas que a infância nos impõe vida afora. É incrível como ela consegue traduzir os pensamentos infantis (que muitas vezes são adultos demais para a idade dos personagens, mas tudo bem), demonstrando que toda criança é uma observadora perspicaz do universo e que não despreza nada do que capta: toda informação e todo sentimento será transformado em traço de personalidade.
Comecei falando de separação, que é o fantasma familiar mais comum, mas há diversas outras questões que são consideradas "linhas de falha" pela autora e que são transmitidas de geração para geração. Permissividade demais gerando criaturinhas manipuladoras, mudanças constantes de endereço e de cidade provocando um desenraizamento perturbador, o testemunho constante de brigas entre pessoas que se dizem amar, promessas não-cumpridas, pais que trabalham excessivamente, a religião despertando culpas, a política induzindo a discordâncias e exílios, até mesmo uma boneca muito desejada que nunca chegou às nossas mãos: tudo o que nos aconteceu na infância ou o que não nos aconteceu acaba deixando marcas para sempre. Fazer o quê? Em vez de tentar escapar de certas lembranças, o melhor é mergulhar nelas e voltar à tona com menos desespero e mais sabedoria. Todos temos nossas dores de estimação. O que nos diferencia uns dos outros é a capacidade de conviver amigavelmente com elas.
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