Saudade de um Amigo que Perdi
Nada acontece por acaso, tudo tem volta, o tempo é melhor remédio para tudo, a saudade machuca, o sofrimento faz crescer, e um verdadeiro amor nunca morre...
A saudade é uma mistura de sentimentos. É confusão de pensamentos. É Esperança. É amor. É solidão. É um pouco de alguém em você. É um pouco de você que alguém levou. É um pedaço de um coração. É uma lagrima salgada. Ou até mesmo um sorriso sem razão.
Dizer que estou grata parece mínimo.
Existe alegria.
Saudade.
Ficaram lembranças boas,
Que o tempo e as ondas não conseguem apagar.
Mas que venha.
Venha e seja melhor.
Menos dor.
Mais graça.
Mais afeto.
Menos pressa.
Mais amor.
Venha e seja aquarela.
Só o branco não me atrai.
Seja brilho.
Esplendor.
Venha e seja abençoado.
Não tenho medo de virar as páginas dessa história.
Tenho sede de vida.
Por isso venha.
Venha recheado de paz,
Coberto com poesia.
Não importa: a saudade arde. Mas serve para nos mostrar como o outro é importante. Serve para mostrar como pequenas coisas fazem falta. A saudade faz a gente prestar mais atenção no outro. E, principalmente, a saudade mostra o que é de verdade. Porque só os amores guerreiros sobrevivem ao tempo e à distância
Dia de meditação, sentimentos misturados,
Saudade, amor, ternura...
Vazios de alguns dias, plenitude de outros.
Lembrei de conversas bobas,
Dos sorrisos cúmplices,
Do ato de compartilhar...
Tentei sorrir como em outros dias
Mas não consegui parar de pensar...
Longe e perto ao mesmo tempo,
são dos momentos simples que mais sinto falta.
Vou reaprender a conviver com a realidade,
Fazer desta saudade uma arte...
A arte de sentir a brisa, de sentir o sol de inverno,
De ouvir a chuva cair sem que estejas aqui,
De olhar o céu e fazer amor por telepatia
Com as lembranças que tenho de ti...
Não ligue, não se importe, porque te amo
Isso tudo é porque hoje
Meu coração está na mão da saudade...
"Um dos piores tipos de saudade, é conviver com uma pessoa e sentir saudades de como ela já foi um dia."
Nos braços da saudade
Acordei no meio da noite, sentindo um silêncio que pesava mais do que a escuridão.
Não era medo – ou talvez fosse, mas de um jeito diferente.
Um medo que não pede socorro, só escuta o eco do que já foi.
Fechei os olhos e vi você.
Seu abraço morava em mim, mesmo sem estar ali.
O tempo, teimoso, levou sua presença, mas não soube apagar o que ficou.
Porque amor de verdade não some, só muda de forma.
Vira cheiro no vento, calor no peito, voz na lembrança.
E mesmo quando a saudade aperta, há um consolo invisível
Que me embala como você fazia.
O passado não volta, mas sussurra.
E toda vez que a noite me encontra, eu escuto.
Fecho os olhos, respiro fundo
E me deixo levar por aquilo que nunca me deixou.
Para ela, que foi meu lar antes mesmo que eu entendesse o que era ter um.
Fomos amigos
Antes sorrisos, segredos e confiança,
Hoje, saudade,
Tristezas, lembranças.
O que o tempo nos fez, amigo?
Tirou-nos o brilho de um sonho imortal,
De uma amizade forte e fraternal,
Que jurávamos que nunca adormeceria.
O que o tempo nos fez, amigo.
Fomos ouvintes, confessos e secretos,
como cofres lacrados por dentro,
Servimos de apoio, conselheiros por natureza.
Hoje nem um alô, nem um aceno, nenhuma certeza.
O que o tempo nos fez amigo?
Tirou-nos toda beleza,
O brilho da amizade mais certeira.
E por quê? É o que pergunto, amigo.
Sou o mesmo,
Mesmo que em outro endereço,
Mesmo que com outro sorriso,
Sou o mesmo,
Aquele que sempre lhe quis bem,
Nas horas boas e de aflitos,
Em seus abraços, em seus conflitos;...
O que o tempo nos fez, amigo?
Tenho saudade do meu pai, um herói. O que o passado tira de mim, o presente constrói.
Hoje me vejo igual o meu pai, um herói, me acho fraco e no fim a compaixão só me destrói.
A gente nunca devia contar nada a ninguém. Mal acaba de contar, a gente começa a sentir saudade de todo mundo.
A cada final de semana a saudade aumenta aperta e angustia
a cada olhada de foto uma batida mais forte e um suspiro mais longo
a cada não recebido uma dorzinha como se ferisse o coração
a cada momento da vida aprendendo a te amar cada vez mais
Maldição
Maldito sejas o destino
e o tempo
Maldita seja a saudade
que não se pode matar
Malditas lembranças
que não se pode mais compartilhar
Malditos sejam os sonhos
que se tornaram impossíveis
Maldita seja a morte
que leva
Maldita seja a vida
que deixa
Eu já chorei de saudade, já fiquei com ódio por ser esquecido no meio da multidão de entre cinco pessoas – é, eu sei que multidão significa mais pessoas, só que pra quem vive na solidão, a sombra soma como companhia –, eu também já tive remorso por ter deixado pra trás algo que eu quis muito, algo que eu ainda queira e nunca terei. Já pedi á um colega pra ser meu amigo, pra uma ex-namorada também ser, e já recebi os mesmos pedidos, mas eu não tive a resposta tão esperada, e não respondo o mesmo. Meus amigos me deixaram parado lá atrás, e, se eu continuasse os esperando, eu ainda estaria por lá, mas não significa que eu os esqueci, não significa que eu não esteja os querendo perto, para rir, contar as novidades, chorar, e rir de novo do passado que tivemos e falar o velho clichê, bons tempos não é amigo? Tempos que não voltarão mais, tempos que nem daqui á quarenta anos teremos esquecido, e muito menos trarão de volta o presente que nos afastara. Um se foi por vontade de Deus, eu não o julgo mesmo tendo feito errado, e ainda sim, eu queria que ele estivesse aqui pra ver a minha vitória, porque ele deveria estar compartilhando comigo, -que Deus o tenha meu grande amigo, Yuri Gustavo-. Outros acho se foram porque quiseram, não ligam mais, não vão mais nos correios para enviar aquela carta com as fotos dos familiares no final do ano na cidade que a avó deles nasceram. Tem aqueles que se diziam meus amigos, esses sim, chegaram a me conquistar, ter uma parte de mim pra eles, mas não souberam cativar, -ninguém tem paciência quando se trata de mim-, mas que mesmo assim, eu não tenho paciência também, sinto raiva muito fácil, e tenho medo do abandono. Meus pais me abandonaram, meus irmãos me abandonaram, meus casos de amor, desistiram de mim, eu também desisti, e não me quero em muitas das vezes e em muitos lugares. Só não sinto pena de mim, mas ainda sim, me vigio pra não ter. Eu aprendi a viver na solidão, no escuro, no quarto vago á quem souber me deixar em paz. Eu me cuido, porque ninguém consegue, as vezes nem eu mesmo. Não corro mais atrás de amigos, de amores. Não peço abraço, muito menos beijo. Não cobro carinho, não desejo atenção. Sou carente, mas me sinto bem assim. Porque me acostumei, me acostumei tanto a viver assim, como optei, por querer que venham falar comigo e eu tratar bem quando, do que eu tentar contato e tratar indiferente, e brigar, xingar, chorar, e etc… Não quero desavenças, quero paz, a minha paz. Só, ou contigo. Porque eu tenho um anjo, e esse anjo me salva toda vez que volta, e esse anjo, tem nome, e se chama, saudade.
A saudade se parece com a fome.
A fome também é um vazio.
O corpo sabe quando alguma coisa esta faltando.
A fome é a saudade do corpo.
A saudade é a fome da alma.
COQUEIRAL
A saudade é um batimento que rebenta assim
vinte e oito vezes desde meu ombro tatuado
de desastre até à rosa pendurada em sua boca
E o amor, neste caso específico, é um mergulho
destemido que deriva quase sempre de uma nota
climática apenas para convergir no osso frontal
do crânio do rei da ilusão – terno é o seu rosto
Senhor, os ossinhos do mundo são de mel e ouro.
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