Saudade de Filho que Estuda Fora

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Felicidade é...Sentir-se viva, amar mesmo a distância, acreditar em nós mesmos, não desistir dos nossos sonhos, saber e fazer do hoje melhor que ontem. Felicidade é enxergar através não só de palavras, mas da confiança em nós, na fé, no amor, mas no amor de verdade. Aquele que está dentro do coração. Um amor que não precisa se expor o tempo todo. Um amor independente, perto ou longe...Um amor puro e verdadeiro!

Sim... Quero ser paai, mais um Pai presente.
Quero da a Meu filho uma coisa que poucos hj em dia tem a capacidade de dá.

De pessoas tóxicas eu quero distância.

Vinte segundos”

Olha!
A pior parte que existe... é a distância.
E muitos querem... e desejam um final feliz.

E eu!
Eu quero apenas a parte do feliz…
… junto a você.

É difícil de entender… mas basta o teu olhar pra me calar.
E eu não mudei em nada... eu apenas amadureci com o tempo.

Eu me dei chances… eu me entreguei.
Sem desculpas... sem mentiras…
... e sem promessas em vão.

Por isso nossa história vai se tornar inesquecível…
Pois eu não conheço outros caminhos que levem ao amor… que não seja o coração.

Pois!
Eu não procuro novos mapas… e nem tampouco novas rotas.

Saiba!
O seu coração é minha casa... meu terreno.
É meu abrigo... é meu refúgio…

Eu nunca confessei o meu amor.
Mas se os olhos verdadeiramente falam.
Entenda!
Eu sempre falei.

Amor!
Que a lealdade seja sempre nossa base.
Assim…
… nosso amor será duradouro e feliz!

Muitas vezes passamos a vida toda procurando pela pessoa certa…
Porém às vezes... precisamos apenas de vinte segundos.
Pois quem ama de verdade... vê muito mais do que a aparência.

Quem ama de verdade… vê a essência mais pura.
E é assim amor... que eu a vejo todos os dias.
Dentro dos vinte segundos...
... que me levaram a te amar.

Admilson

EDUARDO
Hoje, no dia de seu aniversário meu filho, eu quero fazer a Deus uma prece.
Mais que isso! É um pedido. Mais que isso! É uma súplica...

Estou com uma lista enorme afligindo meu peito. Porém a resumirei, antes que meus olhos transbordem em lágrimas e com meus lábios trêmulos eu nada peça...

Eu queria Senhor, do fundo de meu coração, me transformar numa rocha. Não uma rocha fria, inerte e muda. Numa rocha feita de movimento e força, muita força...
Feita de paciência, muito mais paciência com tudo...
Uma rocha sábia, conduzida por uma fé inabalável, bem maior que esta de agora...

Ah, e a minha saúde, Senhor! Não deixe que ela me falte em nenhum momento!
Tenho notado, até ele agora está com alguns comprometimentos, os quais não estou dando conta de aliviar. Isto me aflige, me preocupa. Não me deixe adoecer facilmente, ele ainda precisa tanto dos meus cuidados!

E por último Senhor, só mais um pedido!
Fazei com que ele sempre sinta o quanto o amamos, mesmo com suas incógnitas, seu progresso lento e às vezes imperceptível; suas limitações, agora já decorrentes do avançar dos anos...

Diante de tudo isso Senhor, eu Lhe suplico, ensina-o a SORRIR novamente.
Eu preciso tanto daquele sorriso de outrora para continuar!

Parabéns Eduardo!

Oração tem poder.
Quando Ana queria um filho, Orou,
Josafá quando estava sem forças, Orou,
Josué fez o Sol Parar com sua Oração
Elias fez cair fogo do Céu com sua Oração,
E muitos ainda nem sempre oram.


Há cicatrizes que nos lembram
O mais belo da vida, os filhos
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Procure manter uma boa distância dos seus inimigos e FIQUE BEM LONGE DOS SEUS PARENTES...

Ainda que exércitos se levantem contra mim não ficarei atemorizado, pois quem é filho de Deus é ungido para vencer.

a noite cria expectativas cria emoções cria fantasias no final você acaba criando um filho

Filhos... ensine suas virtudes a eles e eles serão melhores que você.

Mantenha-se a uma distância segura de gente que costuma dar golpinhos afetivos pra ficar bem no coração do outro e cultivar a liberdade de poder usufruir dos benefícios que este pode lhe proporcionar.
Lembre-se: nem tudo o que é dito é sentido!

Nascemos filhos. E esperamos ser filhos para sempre. Mimados, educados, amados. Que nossos pais invistam doses cavalares de amor em todo nosso caminho pela vida. Que, quando a vida doer, haja um colo materno. Que quando a vida angustiar, encontremos neles um conselho sábio. E, quando isso nos falta, há sempre uma lacuna, um sentimento estranho de sermos exceção.
Mesmo adultos, esperamos reconhecer nossa meninice nos olhos dos nossos pais. Desejamos, intimamente, atenções miúdas, como a comida favorita no dia do aniversário ou a camiseta do time de futebol se estamos na casa deles.
Não estamos prontos para trocar de lugar nesta relação. É difícil aceitar que nossos pais envelheçam. Entender que as pequenas limitações que começam a apresentar não é preguiça nem desdém. Que não é porque se esqueceram de dar o recado que não se importam com a nossa urgência. Que pedem para repetirmos a mesma frase porque não escutam mais tão bem - e às vezes, não está surdo o ouvido, mas distraído o cérebro. Demora até aceitarmos que não são mais os mesmos - que dirá “super-heróis”? Não podemos dividir toda a nossa angústia e todos os nossos problemas porque, para eles, as proporções são ainda maiores e aí tudo se desregula: o ritmo cardíaco, a pressão, a taxa glicêmica, o equilíbrio emocional.
Vamos ficando um pouco cerimoniosos por amor. Tentando poupar-lhes do que é evitável. Então, sem querer, começamos a inverter os papéis de proteção. Passamos a tentar resguardar nossos pais dos abalos do mundo.
Dizemos que estamos bem, apesar da crise. Amenizamos o diagnóstico do pediatra para a infecção do neto parecer mais branda. Escondemos as incompreensões do casamento para parecer que construímos uma família eterna. Filtramos a angústia que pode ser passageira ao invés de dividir qualquer problema. Não precisam preocupar-se: estaremos bem no final do dia e no final das nossas vidas. Mas, enquanto mudamos esses pequenos detalhes na nossa relação, ficamos um pouco órfãos. Mantemos os olhos abertos nas noites insones sem poder correr chorando para a cama dos pais. Escondemos deles o medo de perder o emprego, o cônjuge ou a casa para não sofrerem sem necessidade e, aí, estamos sós nessa espera; não há colo nem bala, nem cafuné para consolar-nos.
Quanto mais eles perdem memória, vigor, audição, mais sozinhos nos sentimos, sem compreender por que o inevitável aconteceu. Pode até surgir alguma revolta interior por esperar deles que reagissem ao envelhecimento do corpo, que lutassem mais a favor de si, sem percebermos, na nossa própria desorientação, que eles não têm a mesma consciência que nós, não têm como impedir a passagem do tempo ou que possuem, simplesmente, o direito de sentirem-se cansados.
Então pode chegar o dia em que nossos pais se transformem, de fato, em nossos filhos. Que precisemos lembrá-los de comer, de tomar o remédio ou de pagar uma conta. Que seja necessário conduzi-los nas ruas ou dar-lhes as mãos para que não caiam nas escadas. Que tenhamos que prepará-los e colocá-los na cama. Talvez até alimentá-los, levando o talher a sua boca.
E eles serão filhos piores porque lembrarão que são seus pais. Reagirão as suas primeiras investidas porque sabem que, no fundo, você acha que lhes deve obediência. Enfraquecerão seus primeiros argumentos e tentarão provar que ainda podem ser independentes, mesmo quando esse momento tiver passado, porque é difícil imaginarem-se sem o controle total das próprias rotinas. Mas cederão paulatinamente, quando a força física ou mental reduzir-se e puderem encontrar no seu amor por eles o equilíbrio para todas as mudanças que os assustam.
Não será fácil para você. Não é a lógica da vida. Mesmo que você seja pai, ninguém o preparou para ser pai dos seus pais. E se você não o é, terá que aprender as nuances desse papel para proteger aqueles que ama.
Mas, se puder, sorria diante dos comentários senis ou cante enquanto estiverem comendo juntos. Ouça aquela história contada tantas vezes como se fosse a primeira e faça perguntas como se tudo fosse inédito. E beije-os na testa com toda a ternura possível, como quando se coloca uma criança na cama, prometendo-lhe que, ao abrir os olhos na manhã seguinte, o mundo ainda estará lá, como antes, intocável, para ela brincar.
Porque se você chegou até aqui ao lado dos seus pais, com a porta aberta para interferir em suas vidas, foi porque tiveram um longo percurso de companheirismo. E propor-se a viver esse momento com toda a intensidade só demonstrará o quanto é grande a sua capacidade de amar e de retribuir o amor que a vida lhe ofereceu.

Amizade verdadeira nunca acaba.
O que a distância separa, o tempo amarra.
E o nó que o tempo dá é difícil desatar!

"Um filho sem pai é como uma casa sem telhado."

Ser amigo é querer ser ao mesmo tempo, um anjo para que se possa ajudar mesmo a distância. Compartilhar alegrias e tentar amenizar tristezas que as vezes insistem em ficar...

"Cuidado ao ensinar à seus filhos pequenos, ideologias fechadas ou baseada exclusivamente na fé e nas crenças, pois terá que proibi-lo, em breve, de assistir a TV e abrir o computador"

"Quando as palavras forem insuficientes...
sempre vai existir o abraço.
E quando a distância impedir este gesto
...saiba que todo meu ser é uma prece por você."

Hoje é um dia muito especial:
Aniversário de meu dengo.
Pai de meus três filhos.
Pilar de minha família.
Meu companheiro de muitos anos.
Convivendo dias alegres e tristes.
Dias tempestuosos.
Dias amorosos e felizes.
De cúmplices olhares.
De desagrados acontecidos.
De encontros enternecidos.
Agora, um amor amadurecido.
Você é parte de minha felicidade.
Amo você! Parabéns!
Deus lhe abençoe!
26/07/16

São nossos filhos deficientes que nos fazem melhores do que seríamos, se não os tivéssemos.