Saudade de Casa

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Uma borboleta entrou na minha casa
como quem não pede licença,
mas traz recado.
Veio leve…
pousou no silêncio da sala
e, sem dizer palavra,
falou direto com a minha alma.
Talvez não fosse só asa e cor.
Talvez fosse transformação
batendo à minha porta,
me lembrando que o casulo
não é prisão —
é preparo.
No espiritual, ela sussurra:
“Ciclos se encerram.”
No emocional, ela abraça:
“Você sobreviveu.”
Veio dizer que o peso não é eterno,
que a dor não é morada,
que o inverno não impede
a primavera de acontecer.
Entrou como sinal,
como visita invisível de esperança,
como quem diz:
— Você já não é quem era.
E isso é milagre.
A borboleta foi embora.
Mas deixou em mim
asas que eu ainda estou aprendendo a abrir. 🦋

Mima-se mais. Você também é casa que merece cuidado.

Estranho é você entrar na casa da sua avó anos depois, só assim você compreende a grandiosidade do Coliseu e das Pirâmides do Egito

A honra do Ninja está em voltar para casa. Cumprir sua missão e permanecer em silêncio. – Esse é o código Shinobi! - Ser sutil, eficiente e despercebido. Proteger o estado e sua família! E estar sempre disposto a responder o chamado do clã.

Tire um tempo para arrumar a sua casa e por em ordem a sua vida.⁠

A rainha dessa casa que, com dedicação e carinho, torna os nossos dias muito melhores!
Feliz Dia da Mulher!
8 de março⁠

⁠Fracassamos quando a xícara bonita é para os visitantes, mas para quem está em casa, a xícara quebrada.
Fracassamos quando tentamos agradar aos outros, mas fazer um favor a mãe é um fardo.
Fracassamos quando nas rodas de amigos ou nas redes sociais, demonstramos amor incondicional por nossa família, mas em casa nos recusamos a trazer um copo d'água para eles. A família é o maior bem do ser humano.

⁠Só abandona a casa do Abba Pai quem acha que está recebendo menos que merece!
(Lucas 15.11-32)

O Refúgio do Serginho


Na varanda da vida, o tempo resolve parar,
Lá na casa do Serginho, onde a gente vai se encontrar.
O portão se abre e o riso já vem de brinde,
Numa alegria sincera, dessas que nunca finda.
A Lili traz o brilho, a doçura no olhar,
Fazendo qualquer conversa logo se iluminar.
O Ferrão, com seu jeito, completa a parceria,
Transformando o momento em pura energia.
E eu, o Daniel, sigo aqui celebrando,
Cada história contada, cada brinde brindando.
Entre um café, um abraço e uma boa piada,
A gente descobre que a vida é essa estrada...
Feita de gente que a gente escolhe pra amar,
E de um canto no mundo pra sempre retornar.
Valeu, Serginho, por ser nosso anfitrião,
Nesse pedaço de céu que cabe no coração.


Daniel Vinicius de Moraes

O dia nasceu.


​A casa ainda quieta,
o quarto meio escuro,
e uma faixa de luz atravessando o chão
como se alguém tivesse aberto o mundo devagar.


​Eu ainda estava cheio de ontem
quando percebi
que ele vinha limpo.
​Não trouxe promessa.
Trouxe espaço.


​Tem manhã que abre o céu.
Tem manhã que pesa nas nuvens.
Hoje eu não discuto com nenhuma delas.
Até a chuva tem um modo de cair
que parece cuidado.


​Deus repete esse gesto todos os dias
e a gente quase não nota.


​O dia nasceu.


​E eu fico ali,
com a luz tocando o chão,
sem dizer nada.

Sonhei com a minha avó já falecida, dizendo que não queria mudar o telhado da sua casa, que era de telhas, para telhado de "pau a pique" eu dizia que se ela não quisesse, era só deixar o telhado e Mudar só as paredes da casa, que precisavam de uma reforma.
Eu em seguida dizia pra ela tomar banho, que tínhamos que sair, então dei a ela meu shampoo e creme pra colocar no cabelo, ia dar o shampoo do meu marido, mas vi que já estava acabando, então não dei, ela saiu pra tomar banho e me olhava com um olhar muito duro.




Julho de 2023

A chuva chegava sem pressa, como quem volta para casa depois de muito tempo. Cada gota parecia hesitar antes de tocar o chão, suspensa numa dúvida que só o céu entendia. E lá embaixo, as nuvens subiam do asfalto quente — não eram de vapor, eram de memória, de coisas que a gente deixa para trás sem perceber.
No meio dessa confusão de águas, havia um espelho velho, encostado em nada. Ele não refletia rostos, refletia saudade. Você olhava e via a versão de si que não escolheu, parada do outro lado, também te olhando. Doía um pouco. Doía bastante, na verdade.
E o relógio? Ele não tinha ponteiros, só tinha paciência. Marcava horas que a gente não viveu, minutos que escorregaram entre os dedos enquanto distraímos. Às vezes eu pegava ele no colo e sentia o peso do tempo perdido — não é culpa, é só... vida.

O planeta é minha casa, porque é nele que eu vivo, respiro e vivo tudo o que a vida oferece. Ele me abriga, me sustenta e tudo ao meu redor faz parte da minha vida.


Meu teto é o céu, porque ele está acima de mim e me mostra que faço parte de algo maior. O céu é o limite do que vejo, mas também mostra tudo o que ainda posso alcançar.


Minha família é toda a humanidade, porque todos nós estamos ligados. Não é só sobre parentes, mas sobre respeitar, ajudar e cuidar uns dos outros. Cada pessoa importa, e todos nós temos que cuidar uns dos outros e do mundo em que vivemos.

Em Cafarnaum, quatro pessoas levaram um paralitico até Jesus, a casa estava lotada e eles decidiram inserir o enfermo pelo telhado. Procure amigos com um propósito eterno e que façam de tudo para te aproximar de Jesus Cristo todos os dias. Marcos 2:1-12

“Planeje seu trabalho antes de construir sua vida.”


3. “Primeiro a base, depois a casa.”


4. “Organize-se, depois aproveite.”


5. “Plante primeiro, colha depois.” 🌱

“Construa sua base antes de sonhar grande.”




5. “Sem preparo, a casa cai; comece pelo campo.”




6. “O essencial vem antes do luxo.”




7. “Planeje, trabalhe, depois celebre.”

Valoriza sua casa, tem gente que não tem nem lugar para dormir.

A casa e a rua em que você vai morar vão influenciar diretamente nos seus resultados e saúde mental.

Se casa com casa na cabeça,
descase do cara.
Case com a mesa.

Há em mim um corpo que soa como uma casa alugada, as paredes sussurram em tons frios, o chão tem gosto de despedida, e cada passo ecoa como se eu nunca tivesse chegado, prisioneira de uma liberdade que só existe do lado de fora da minha própria pele, ou de dentro ? e, ainda assim, insisto em florescer no escuro, mesmo quando o mundo não me oferece nem a luz mínima para provar que existir não deveria doer tanto.
Então sigo… como quem tateia o invisível com mãos cansadas, tentando decifrar se sou eu que não caibo no mundo ou se é o mundo que me veste como um erro de medida, porque há dias em que respirar tem textura de ferrugem e o tempo escorre lento, espesso, quase audível, como se cada segundo me arranhasse por dentro. E nesse exílio, onde até o silêncio pesa, descubro que o abandono mais cruel não é o do outro, mas o meu mesmo, quando me acostumo a não pertencer, quando a minha própria alma aprende a falar baixo para não incomodar. Mas há também uma espécie de teimosia em mim, não como esperança clara, mas como uma lembrança tátil de que, talvez, existir não seja encontrar um lugar pronto… e sim suportar, com coragem, o desconforto de ainda estar se tornando.