Saudade da Pessoa Que você Ama
A vida nunca premiou os amaDORES que confundiram amor com superproteção, nem os poupaDORES que sequestraram dos filhos o direito de enfrentar a realidade. A vida sempre pertenceu aos enfrentaDORES. Porque quem poupa um filho da dor não o livra do sofrimento; apenas adia o encontro com ele, tornando-o maior, mais caro e, muitas vezes, irreversível. Pais que retiram cada pedra do caminho acabam retirando dos próprios filhos a capacidade de caminhar. No afã de evitar lágrimas, fabricam fraquezas. No medo de decepcionar, educam para a dependência. No excesso de ajuda, condenam à escassez de caráter. O amor que não disciplina deixa de formar e passa a deformar. E a pior deformidade não é a do corpo, mas a de uma consciência que acredita que viver é encontrar alguém disposto a carregá-la para sempre.
A vida não pertence aos amaDORES que poupam, mas aos enfrentaDORES que formam. Porque todo pai que poupa demais o filho acaba condenando o próprio filho a descobrir, tarde demais, que a realidade não cria exceções para quem foi criado como exceção.
A vida não é para amaDORES que poupam, nem para poupaDORES que impedem; a vida é para enfrentaDORES que formam. Quem poupa um filho da responsabilidade não o protege da dor, apenas o condena a viver dependente de quem um dia deixará de carregá-lo.
A vida não pertence aos amaDORES que poupam, mas aos enfrentaDORES que educam. Toda proteção que substitui a responsabilidade transforma amor em dependência e herança em sentença.
A vida não é para amaDORES, nem para poupaDORES; é para enfrentaDORES. Quem poupa um filho da realidade não o prepara para viver, apenas adia o dia em que a própria vida lhe ensinará, sem o amor dos pais e sem o direito de repetir a infância.
A vida não é para amaDORES que poupam, mas para enfrentaDORES que formam; porque todo pai que poupa o filho da responsabilidade não cria um herdeiro da própria consciência, cria um devedor da própria existência.
A vida não é para amaDORES que poupam, mas para enfrentaDORES que educam; pais que poupam os filhos da responsabilidade não os salvam da dor — condenam-nos à humilhação de depender, por toda a vida, daquilo que deveriam ter aprendido a ser.
A vida não é para amaDORES, nem para poupaDORES; é para enfrentaDORES. Quem poupa um filho da disciplina, da frustração e das consequências pode aliviar a infância, mas assina a falência da maturidade.
A vida não é para amaDORES, nem para poupaDORES; é para enfrentaDORES. Pais que transformam o amor em superproteção não criam filhos fortes, criam adultos fracos. Cada “não” que tiveram medo de dizer tornou-se uma fraqueza que ensinaram. Cada consequência que impediram tornou-se uma responsabilidade que amputaram. Cada dificuldade que removeram tornou-se um pedaço do caráter que deixaram de construir. Educar é suportar o desconforto de formar; poupar é escolher a própria comodidade. No fim, muitos não fracassam porque amaram demais, mas porque tiveram coragem de menos.
Só Jesus Cristo pode dar a salvação.
Somente o amor pode segurar uma união.
Só quem você ama, vai machucar o seu coração.
Porque todo ser humano é falho, não espere perfeição.
É preciso dar perdão e eliminar sempre a dureza do coração.
A poesia romântica alegra o coração de quem ama , da paixão pode ser a chama que eleva amar nas alturas , nas doçuras do sabor do amor , até o sol fica emocionado ao iluminar os beijos de um casal apaixonado.
Aqui no Brasil o encontro marcado é um caso de tortura, o brasileiro ama o atraso, e se puder ele esquarteja a pontualidade em fração de segundos.
Só se ama verdadeiramente uma vez, os outros amores são cacos do espelho quebrado do amor de outrora.
Todo mundo nega isso, mas mesmo os corações de gelo já se perguntaram: 'Será que alguém me ama ou me amou de verdade?
Quem já teve o coração partido não ama menos, ama com a delicadeza de quem conhece o peso de uma queda.
