Santos Católicos
Duas espécies de pessoas devem comungar com frequência: os perfeitos para se conservarem perfeitos, e os imperfeitos para chegarem à perfeição.
Quando o amor de Deus obtém a vontade da alma, produz nela um insaciável desejo de trabalhar pelo Amado.
TEU TOQUE
Ainda te sinto em toques ardentes
No deslisar das minhas lembranças,
A despertar sensações quentes.
E na pele, a loucura me alcança
Sentindo calor e frio, livremente
Me entrego ao arrepio que avança
Ainda te sinto em toques ardentes
No deslisar das minhas lembranças,
E enfim buscando teu amor urgente
Firmo no olhar de paixão, a aliança
De tantos desejos ora frente,a frente
Como nossos corpos,em plena dança
Ainda te sinto em toques ardentes
“quando o que é ordenado por uma autoridade opõe-se ao objeto para o qual foi constituída essa autoridade (…) não só não há obrigação de obedecer à autoridade, mas se é obrigado a desobedecê-la, como fizeram os santos mártires que sofreram a morte, em vez de obedecer às ordens ímpias dos tiranos. Pode até ser elogiado e recompensado por ser o aquele que liberta o seu país, matando um tirano.”
Ai de quem trabalhe esperando os louvores do mundo; o mundo é um mau pagador, e paga sempre com ingratidão.”
"Que felicidade o homem poder libertar-se de sua sensualidade! Isto não pode ser bem compreendido, a meu ver, senão por quem o experimentou. Só então verá claramente como era miserável a escravidão em que se estava."
“Uma vez perguntei a Satanás: mas por que te incomoda mais quando invoco a Nossa Senhora que quando invoco a Jesus Cristo? Respondeu: porque me humilha mais ser derrotado por uma criatura humana que ser derrotado por Ele". (São Padre Pio).
Alguns põem a perfeição na austeridade, outros na oração, estes na frequência dos sacramentos, aqueles nas esmolas. Enganam-se. A perfeição consiste em amar a Deus de todo o coração.
A palavra é uma magnífica máquina de costura. Ela alinhava vidas em vidas, borda sorrisos, reforma histórias, customiza amores e nos veste em sonhos...a dois!
É preciso trabalhar como se a gente não fosse morrer nunca, e viver como se a gente devesse morrer todos os dias.”
Os três inimigos do homem são: a morte que o surpreende, o tempo que escapa, e o demônio que nos arma seus laços.”
