Salvação
Tem gente que diz eu sou de Deus tenho a minha salvação garantida, Deus está em todos portanto todos são filhos do criador.
Biblicamente falando, a salvação pregada pode ser algo relativo, pois ela está em cada um de nós, podemos ser a salvação do próximo e de nós mesmos, basta sermos solidários e abertos a ajudar o outro... Estender a mão para quem precisa é ser a salvação na vida desta outra pessoa, do mesmo modo, quando se faz o bem, somos a salvação para nós mesmos...
"Não é uma atitude sábia pensar ou acreditar no inferno e na salvação em Jesus Cristo apenas após a morte".
Anderson Silva
"Porque parar de sorrir se Jesus Cristo me deu a salvação, e se tenho a convicção de que futuramente serei promovido e andarei em ruas de ouro?"
Anderson Silva
"Anuncie a salvação em Cristo respeitando o espaço de cada um, pois a missão do cristão é semear, não convencer. Um dia, cada pessoa prestará contas a Deus."
— Anderson Silva
A morte de um filho para a salvação da humanidade, que não está salva de nada, é no mínimo imprudente, pela falta de perícia de um pai onisciente.
Salvação e Eternidade
Em Deus, o que temos como verdade: a salvação e a eternidade? São falsas. As práticas desses dois valores são justificadas pela força teológica. Salvação e eternidade são produtos de alto valor religioso, porém perverso no homem.
Nietzsche denomina {...} o cristianismo como uma grande maldição, {...} em que também a igreja pratica o parasitismo, contra a saúde beleza e bem estar. Ocorre a decadência dos planos divinos quando se submetem as mentiras e verdades e consequentemente a decadência humana. Pronuncia-se a condenação ao cristianismo na perspectiva de Nietzsche.
O homem que pensa muito em poder deve de pensar como Deus para ser dado aqui também como homem religioso. Lutero nas suas rebeldias e condenações ao papado e nas suas teses nas quais se pretende a moral religiosa é ao mesmo tempo um moralista para si mesmo, tido como homem religioso que alimenta seu próprio espetáculo.
Vejamos também a possibilidade de encantamento com as verdades: salvação e eternidade, associando-as a Nietzsche, são percebidas no desejo do homem cristão, porém são mentiras teológicas na pretensão do domínio supremo do ser aliciado pelos conceitos dogmáticos. O homem que se comporta religiosamente correto é um homem que pensa muito em si e às vezes alimenta seu próprio egoísmo.
A nobreza é o cúmulo do egocentrismo percebido no poder do rei e da rainha, no cidadão de sangue religioso, na concepção da existência de Deus todo onipotente. O homem inventou Deus e consequentemente Deus inventou o homem com as consequências da salvação e eternidade. O cristianismo é uma maravilha da cultura ao mesmo tempo em que Nietzsche conceitua como praga da humanidade, tem-se aqui também como uma luxuosidade dos deuses gregos. Deuses gregos são os vícios da Nobreza e o pecado da avareza.
A nobreza dada ao homem perverso é o fruto do atraso da humanidade, o conceito de nobreza eleva o poder egocêntrico, esse poder do nobre homem, Deus, rei e rainha massificam, oprimem e julgam a si e a plebe, porém ambos apoiados em Deus não necessariamente existente, por fim a nobreza inventou a salvação e a eternidade e para esses processos se utilizam de Deus.
A volta de Cristo, o Julgamento final de Deus, a Salvação para vida eterna, são promessas irrealizáveis, hipocrisia religiosa, conspiração contra a vida plena.
O homem inventou Deus e consequentemente Deus inventou o homem com as consequências da salvação e eternidade.
O canalha será sempre canalha. O ignorante ainda terá salvação se encontrar o caminho certo da educação.
O Homem é bom para o fogo e péssimo para a salvação. O Fogo é purificador e a Salvação uma utopia econômica religiosa.
A única salvação para a classe menos favorecida é o conhecimento. Ler o mundo é saber sobreviver ao Poder.
