Sair de Casa
Quando passei na sua casa, e te beijei no portão, você ficou na minha mente e eternamente no meu coração.
No dia que você voltou , e na minha casa entrou, quando você me abraçou, todo mundo viu suas lágrimas de amor, como o orvalho que caiu, na noite que serenou.
A lua clareou a noite que serenou,
meu coração me tocou, fui pra casa do meu amor,
sereno serenou na aba do meu chapéu,
meu amor me abraçou e me deu beijos de mel.
A firmeza de uma casa, precisa começar na planta e no piso, a certeza de te amar se decanta na beleza do seu sorriso.
Numa casa comercial, com atendentes parados focados em fofocar, tentei conversar, mas ninguém me deu atenção, me senti mal, saí do local,com a sensação horrível de me sentir invisível.
“A casa modesta que acolhe com carinho tem mais valor do que o castelo adornado que abriga com desdém.”
”A casa, como arquétipo, representa o Eu. Limpar, reformar, descartar ou reacender cores internas não são apenas gestos domésticos, mas simbólicos: aludem à jornada de individuação. A alma, muitas vezes escondida sob a desordem, pede renovação. A fachada, tal como a persona, pode enganar; mas a sombra se revela nas tramas do interior. E por isso, esta conversa não trata de imóveis, mas da psique.”
Só há como eliminar todos os sentimentos ruins de si mesmo: saindo de casa. Quando saímos de casa, também saímos de nós mesmos.
Eu gosto de chuva, mas só quando estou em casa; gosto de sol, mas só quando estou na praia. Tudo na vida depende das circunstâncias.
O inferno deve ser bom, pra quem tá entorpecido, sente que tá em casa, e pensa que tá certo no que tá fazendo.
Se alguém entra na sua casa você ainda pode fugir,
mas se alguém entra na sua vida como é que se foge de si?
Ninguém pode fugir de si mesmo...
e deve ser por isso que eu tô andando sem/pre texto.
Primeiro olhamos dentro de casa, dentro de nós, antes de desviarmos o olhar para os outros. Enquanto estivermos propensos a achar que todos erram pra minimizar os nossos erros, nunca estaremos direcionados a aprendizagem assertiva.
A casa de madeira no balança das arvores a cadeira de balanço são guiada
A luz se estende na varanda e arrastada para o horizonte agonizando
No estalar da madeira a alma fria solitária se escora na inquietude falsa paz
Rasga o coração sobre o vento fino que caminha na encosta e respaldado nas flores e relva do campo tarde tão tétrica neste vazio desigual
Caminho no desfiladeiro e as pedras assustadas ver meus olhos em sangue lagrimas e fel
A calmaria faz o vendo falar no sopro constante que escorrega da colinas agudas
Morro cada dia sem você nas encostas do mar lambe minha agonia na gastura da luz da lua
Me esmiunço em detritos adentes que retalha meu coração na sede do seu amor ausente
As nuvens rasgadas no céu frestas de luz invade a sala e não toca meu coração
A luz do entardecer toca a grama amarelada e na estridente agonia meu sangue corre no contraste dor
Nas batidas fracas de um coração sofredor
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
