Sair de Casa

Cerca de 16058 frases e pensamentos: Sair de Casa

0346 "Aqueles que - depois do dia inteiro sem nada comer - chegam em casa e se satisfazem apenas com uma maçã... O que são?"

0392 "Para Alguns... Redes Sociais são como com casa propria, telefone celular e carro do ano: quem não tem está doidinho pra ter."

0485 "Não é tão jovem quem é do tempo da geladeira na sala (em casa de pobre) e da TV na cozinha (em casa de rico)."

0490 "Há tempos notei e registrei: A saudade da Monarquia é tanta que, na casa dele, o único tempero é Pimenta do Reino!"

0523 "Pensam que nos restaurantes, lanchonetes e botecos eles fazem o que fazemos em casa? Que eles usam o melhor azeite? A melhor carne? O melhor queijo? A melhor manteiga? As melhores frutas e verduras? É isso o que pensam?"

Caminho e o mundo abre como casa sem portas,
entro como quem não recebeu convite e saio como parte da rua.
Degusto uma saudade na esquina, como quem abraça pela primeira vez,
e guardo em meu bolso está parte de quem sou
Volto a caminhar e observo o céu como quem olha teus pulsos, pisando no chão como se este tivesse culpa.
Sou amargo com quem tenta adoçar minha vida "não tenho dinheiro, obrigado".
Agora, vejo as vias correndo e zango-me quando elas param.
Anseio pelo tempo como quem possui encontro marcado .
Retorno e deito-me
Caminho e o mundo abre como casa sem portas (...)

Hoje olho minhas cicatrizes sem vergonha. Porque casa uma delas guarda um pedaço do que fui e do que aprendi. E se ainda doem às vezes, tudo bem.

Até as flores, antes de abrirem, também precisam rasgar a própria escuridão para nascer.

O caráter morreu como uma casa abandonada, onde as paredes ainda estão de pé, mas o eco da verdade já não mora; foi enterrado sob aplausos falsos, qual uma moeda enferrujada no fundo do bolso, esquecida pelo valor e lembrada apenas pelo barulho; e hoje caminha entre nós feito um espelho quebrado, refletindo rostos inteiros em fragmentos convenientes, enquanto a consciência aprende a sobreviver sem se olhar.

Um pedido de desculpas


O coração não voltou a bater sozinho,
virou casa abandonada depois da tempestade,
janelas rangendo saudade,
esperando passos que soubessem chegar sem quebrar.


Eu ouvi um pedido de desculpas
como chuva fina em terra rachada,
não fez barulho, mas ficou,
penetrando devagar no que ainda era seco.


Entre escombros, te vi juntando cacos
como quem remenda um vaso antigo com ouro,
sabendo que as rachaduras não somem,
apenas aprendem a brilhar de outro jeito.


Hoje o peito bate como farol cansado,
não ilumina por excesso, mas por insistência.
Porque amar, depois do erro,
é navegar mesmo sabendo do mar.

A casa respira quando a noite cai,
paredes rangem segredos que ninguém contou.
O relógio bate horas que não passam,
e cada sombra parece saber meu nome.


No corredor, passos sem dono se repetem,
o espelho sorri quando eu não sorrio.
Há olhos no escuro, famintos de memória,
lembrando pecados que eu jurei esquecer.


Quando o silêncio finalmente fala, é tarde:
o medo não bate — ele já mora aqui.
E ao fechar os olhos, eu entendo o horror…
o monstro nunca esteve fora de mim.

Entre Linhas


Se eu pudesse escolher
um lugar pra morar,
não seria casa, rua ou cidade…
eu moraria no intervalo do teu riso,
onde o mundo esquece de doer.


Teu olhar tem algo de horizonte,
quanto mais eu olho,
mais longe quero ir.
E no silêncio entre um segundo e outro é teu nome que meu coração aprende a repetir.


Há em você uma calma rara,
tipo mar quando o vento decide descansar.
E quando tua mão encontra a minha,
até o destino parece parar pra olhar.


Se amor fosse tinta,
eu pintaria o tempo inteiro com você.
Porque desde que teu sorriso me encontrou, minha vida virou poesia
que só faz sentido…
quando rima com você.

Que Deus nunca deixe faltar o pão sobre a sua mesa e a unção sobre sua casa.

Que o mais puro azeite que existe nos céus e na terra faça pousada em sua casa hoje e para todo sempre. Amém!

Nosso país parece uma casa sem marido.

Escravo do destino




O campo, o mar, a casa com chaminé e duas cadeiras postas na direção do horizonte, mas apenas uma está ocupada,



O medo as vezes se comporta como o guardião das madrugadas silenciosas,


Em meio a grande perda encontrei no céu nublado o peso das lágrimas que timidamente insistiam em não cair,


Rasos desejos, raros momentos, asas na superfície não dão âncoras a profundidade,


Sentado na cadeira a beira mar olhei fixo para o oceano e de tanto olhar vi que você deixou rastros de sentimentos espalhados pelas ondas,


Na minha penitência moral já escrevi mil cartas com pedidos de perdão e as lancei no mar para que através de garrafas navegantes elas pudessem chegar aquela que um dia foi minha e jurou não ser de mais ninguém.

Nunca te Esqueci
A Igreja ao fundo ao lado as muralhas do exército imponente,
minha casa com a vista de frente daquela praça, eram férias de verão, naquele dia acordei cedo fui a janela o Sol estava leve e radiante dando brilho aquela bela praça do interior.
Aconteceu ali, o amanhecer mais doce da minha vida.
Eu menino do interior, ela linda menina loira com traços de princesa recém- chegada da capital para passar suas férias.
Duas crianças, a inocência, dois corações ofegantes após o primeiro olhar.
Palavras, brincadeiras, toque suave nas mãos, nos divertimos sim, trocamos alguns selinhos, esqueci aquele dia que eu era muito tímido.
Quase um mês de felicidades, então veio o último abraço e um triste e doloroso adeus.
Conhecê-la foi a realização de um sonho, eu com o nome e jeito de Príncipe ela com o jeito de uma princesa e com o cheiro e nome de uma rosa.
Queria ter vivido mais um pouco o doce e inesquecível sonho de infância inocente.

Aquela sensação de nostalgia de ver o lugar onde você cresceu, mas não e sua casa.


Ao sentir um vazio como se tivesse sido destruido por dentro.
Ao perceber que, talvez não tenha aproveitado.
Ao lembrar tudo o que já passou, mas que passaria de novo e de novo.


Era um sentimento de confusão com um misto de arrependimento que você não sabe o por que. Eu me sentia vazia e morta ao mesmo tempo.
~Era triste

A natureza pede socorro, e é urgente que a ouçamos. A Terra é nossa única casa. Tantos buscam por um Deus em tantos lugares, mas não entendem que sua maior representação é a natureza. Ela dá e tira a vida. Mata o velho, e faz nascer o novo. Nos dá comida quando plantamos a semente. Quanto mais damos a ela, mais ela nos dá. Toda a vida só existe em decorrência dela.
Porém, há algo que ela não dá, a outra face. Não é covarde. Toda ação gera consequências, e se não reanalisarmos nossas atitudes, sua próxima fúria pode ser a causa da nossa última respiração, ou da de pessoas queridas. Enquanto o capitalismo selvagem mata e destrói, o dinheiro continua sendo o papel vindo das árvores, e segue mantendo-se impossível retirar dele o oxigênio que nos permite ter vida.
Se continuarmos explorando, poluindo, queimando e destruindo Gaya, nada nos restará. Se ignorarmos os alertas, com toda razão seremos engolidos. Se não mudarmos logo, talvez não haja mais como fazer qualquer mudança.
A natureza pede socorro. O planeta pede socorro. Logo, nós pediremos socorro, mas da mesma forma que a ignoramos, ela nos ignorará.
Não há um terrível apocalipse vindo. Não é culpa de nenhum Diabo, e nem algo que não poderia ser evitado. Não aparecerá nenhum suposto deus no céu arrebatando pessoas. Temos que assumir a responsabilidade e mudar as coisas.
Esse é o único caminho.
- Marcela Lobato

Abrir as portas das casa
dos nossos corações,
Cantar as Janeiras ao redor
do Araribá em flor,
Pedir aos três Reis Magos,
muita paz, fé e amor,
para a nossa gente brasileira,
e sul-americana,
Para realizar tudo o que cada
um sonhe e aconteça,
e tudo o quê a gente plantar
na vida sempre floresça.

Meu coração


Meu peito já foi casa cheia de ecos,
vozes antigas que o tempo não levou, mas desde que você tocou meu silêncio, até o vazio aprendeu
o que é amor.


Você chegou como quem não promete, mas fica…
sem pedir explicação,
e nesse espaço onde antes era ausência, plantou presença
dentro do meu coração.


Te amar não foi cura imediata,
foi processo lento, quase imperceptível, como luz entrando
por frestas pequenas,
até tornar o escuro algo impossível.


Se um dia eu fui feito de nada por dentro, hoje transbordo o que você construiu, porque onde antes só havia vazio, agora existe um “nós”… que nunca existiu.