Sair da Casa da Mae

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Feliz Dia das Mães

Já dizia o poeta:
“Mãe é um ser infinito”.
Neste dia tão bonito,
queremos homenagear todas as mães,
as quais são um exemplo de amor, generosidade e coragem.


Mãeé ser incondicional;
perto ou longe, é fora do tempo.
Mãe é puro sentimento, é amorem vida.

Nosso coração transborda de gratidão e dizemos: Feliz Dia das Mães.

Às vezes por trás de um sorriso de uma mãe há uma dor incomensurável presa.

“Perdi minha mãe enquanto estava morando em outro estado, com a família que formei. De lá enviava ajuda, porque a vida era difícil.


Passei anos tentando sobreviver, acreditando que, de alguma forma, ainda haveria tempo para reorganizar tudo. Mas a vida foi levando pedaços de mim no caminho.Aconteceu a separação conjugal. Dois anos depois veio a dor que nenhuma mãe imagina suportar: meu filho, já adulto, morreu por suicídio.


Desde então, vivo me perguntando se perdi as pessoas que mais amei por falta de amor… ou justamente porque, em algum momento, precisei partir para tentar sobreviver. Essa pergunta me atravessa todos os dias. Porque uma parte de mim sabe que nunca deixei de amar. Mas outra parte ainda me acusa por não ter conseguido permanecer, proteger ou salvar.


Hoje entendo que a vida nem sempre nos coloca diante de escolhas entre o certo e o errado. Às vezes, escolhemos apenas o que parecia possível naquele momento. E carregar essa consciência talvez seja uma das dores mais difíceis de suportar.

Toda Mãe é uma Ilha


No brilho do olhar, a primeira canção
Embalando o sonho, a pura emoção
Um farol que guia na imensidão
A força que pulsa no seu coração


Toda mãe é uma ilha, cercada de anjos, marmanjos
Banhada por ondas de amores e de dores
Um porto seguro em meio aos desenganos
Um farol de luz que espanta os temores


Os anjos cresceram, viraram marmanjos
Com seus próprios voos, seus próprios arranjos
Cada passo longe, um novo arrepio
Mas seu colo é sempre o melhor abrigo


As tempestades vêm, o tempo castiga
Mas a ilha resiste, forte e antiga
Em cada ruga, uma história pra contar
Do amor infinito que sabe doar


Toda mãe é uma ilha, cercada de anjos, marmanjos
Banhada por ondas de amores e de dores
Um porto seguro em meio aos desenganos
Um farol de luz que espanta os temores

O amor é a acção, o sacrifício é quieto, a fé fala mais alta que o medo. O sacrifício define as mães, a coragem definem os pais. O amor de uma mãe é único.

Quando a minha mãe percebe que estou a esforçar-me muito para lhe agradar, ela diz:
“Cuidado, filho… tenha calma.”
Então eu respondo:
“Mãe, eu sou a semente que você plantou. Estou apenas a esforçar-me para dar frutos… é isso que as sementes fazem.
Tenho que dar no duro agora, enquanto ainda tenho tempo de estar com você.”
— Binilson Quissama

A gente não nasce mãe, a gente nasce filha e morre filha, mas um dia uma mãe nasce na gente!
Mãe não tem manual!
Conforme a vida vai exigindo, vem o instinto, garra, força e zelo pela cria... quase visceral.

O hipócrita se diz um grande defensor da família, mas passa anos sem visitar a própria mãe.


Benê Morais

MÃE
Magnitude tão especial

Não se pode esconder o excesso de amor incondicional dentro do peito de uma mulher que é mãe.

Quando a maternidade chega, uma infinidade de coisas acontece dentro do seu corpo: mistérios e milagres se fundem. Ela cede espaço, doa vitaminas, sangue, alimento e tudo aquilo que um dia também lhe foi doado, para receber seu filho.

Tudo nela se desloca, muda de lugar e se transforma para proteger a vida que carrega. No fundo desse coração encharcado de amor, existe uma fortaleza criada para servir de suporte seguro, forte e confiável.

Somos fortaleza, somos força, somos mãe.

E, como sempre digo: Dia das Mães são todos os dias.

Feliz Dia das Mães a todas!

Coisas de Mãe, Jeito de Mulher
Helaine Machado
Mãe é detalhe que ninguém vê,
mas sustenta tudo sem aparecer.
É mão que guia, é voz que acalma,
é colo que cura rachadura da alma.
Tem cheiro de casa, gosto de cuidado,
olhar atento mesmo estando cansado.
É pressa por dentro e calma por fora,
é quem se doa inteira… toda hora.
Coisas de mãe são feitas de silêncio:
um “vai dar certo” em meio ao sofrimento,
um joelho no chão quando ninguém vê,
conversando com Deus por você.
E ainda assim, é mulher — inteira, viva,
com sua dor que quase ninguém cativa.
Guarda vontades, adia desejos,
mas nunca economiza nos abraços e beijos.
Se reinventa em cada fase da vida,
mesmo quando se sente perdida.
Porque dentro dela existe um poder
que só quem é mãe consegue entender.
É raiz profunda, é vento leve,
é quem nunca solta, mas também não prende.
É amor que ensina, corrige e acolhe…
é mãe sendo mulher,
e mulher sendo forte.
Helaine Machado

Rosa, por que choras?
Helaine Machado, para minha mãe Rosa Alves

Rosa, por que choras?
Se tua beleza é radiante,
tua pétala é tão delicada,
tua cor… puro resplendor.
— Eu choro…
porque minhas lágrimas ninguém vê,
minha dor se esconde no silêncio,
nos espinhos que em mim nascem
e contam tudo o que sofri.
— Mas, rosa…
tua beleza é mais que paixão!
— Para alguns…
mas para mim, sou um coração aberto,
cada cor que carrego
é um sentimento meu.
Sou suave, sou intensa,
sou feita de emoções…
mas cada espinho que cresce em mim
guarda aquilo que me feriu.
— Oh, rosa…
tua beleza é sublime,
enche de vida quem te vê.
— Mas nem todos querem sentir…
alguns desejam só a beleza,
sem aceitar os espinhos
que também fazem parte de mim.

A-COR-DAR MÃE

Meu renascimento.
Minha tatuagem.
Meu ressarcimento.
Minha ancoragem.
Meu porquê quando não.
Meu pulsor quando sim.
Quando falta-me chão,
meu céu, meu jardim.
Minha hora, oração.
Meu então, querubim.
Minha farta visão
quando cega de mim.
Filha, pedaço,
tempo sem fim,
que é feito de (a)braço,
inteiro e assim.
Na razão-emoção,
quando sim-salabim,
uma nova missão,
fazer casa em cupim.
E na vez de ser sorte
— o lembrete a florir,
é preparo, antevência,
para azar nem tossir.
Que é lugar não de espera,
mas de ser o meu manto,
entender primavera
enquanto adianto.
Minha marca diária,
meu pano que pinga,
a limpeza sumária,
uma sola que vinga.
É pedra com rosa,
é passagem sem rito,
é poema com prosa,
é lição por escrito.
É joelho exposto,
amor-tecer no atrito,
e no pressuposto
aumentar gabarito.
Meu renascimento.
Minha tatuagem.
Meu ressarcimento.
Minha ancoragem.
Enxergar menos beleza
onde não fica (e)vidente.
Quando faltam-me flores,
meu pedaço, semente.
Minha hora, oração.
Meu então, querubim.
Eis assim salvação,
Meu resgate de mim.

(Vanessa Brunt)

⁠Nunca fale mau da tua esposa para tua mãe, e nem da tua mãe para tua esposa.

Entre irmãos a gente briga, fala um do outro para o outro para a Mãe ou para o pai, tios, tias primos ou primas...
Más tudo entre família.
Ser Brasileiro nato, também é assim. Falamos bem ou mal do representante do bairro, vereador, prefeito, deputado, senador, juízes etc. Más entre nós que estamos aqui, vivendo a nossa realidade.
Somos um País de gente aguerrida e com vontade própria.
Nós os Brasileiros de verdade, temos orgulho da nossa alegria e força de vontade de viver e conviver em superação constante.
Interferências externas de quem não viveu a nossa história, não são bem aceitas por brasileiros conscientes da história real do País. Não confundam os vendidos e covardes puxa sacos oportunistas financeiros com Brasileiros.

Uma mãe é hábil em ultrapassar os limites da dor para ver os olhos de quem ama e isso é apenas o começo daquilo que ela e capaz.

Amor de mãe não é exagero,
é excesso que Deus permitiu
pra compensar o mundo.

Minha mãe tem cabelo de algodão-doce cansado,
daquele que o tempo foi soprando devagar…
e mesmo assim ainda adoça o dia de quem chega perto.


O rosto dela é estrada de barro batido,
listrado pelas chuvas que já enfrentou…
mas firme, como quem nunca saiu do lugar que ama.




O café dela nunca é só café,
é colher batendo na xícara marcando o tempo…
como relógio simples ensinando a vida a não parar.


Minha mãe mexe o açúcar devagar,
como quem tenta adoçar o mundo…
sem fazer barulho pra não assustar a dor.


Ela é dessas que conversa com planta,
e jura que o sabiá responde…
porque quem tem fé entende até o silêncio cantar.


Minha mãe é livro que não pode empoeirar,
porque cada página esquecida…
é um pedaço da gente que deixa de existir.


Saudade dela não é ausência,
é presença que não cabe no abraço…
e por isso transborda pelos olhos.


Tem dia que ela é rede na varanda,
balançando entre o cansaço e a fé…
sem nunca deixar ninguém cair.


Se um dia ela for embora,
vai ficar espalhada nas pequenas coisas…
no barulho da colher, no canto do sabiá, no balanço de uma rede.

Eu sou a minha melhor companhia. Se não for eu, então é Deus ou a minha mãe.

Amo-te muitíssimamente muito mãe, pois és a Alfonsina, o seu nome provém de Alfa, que também é um dos títulos de Deus, o meu pai espiritual.

A gente tem dois pais: o biológico e o espiritual.
Já a mãe, temos apenas uma. Valorize, ame, cuide e seja filho.