Sair da Casa da Mae
A vida é como uma imensa avenida, em que caminhamos de uma casa a outra, de uma esquina a outra. E ao longe, sempre vemos a morte andando pelos corredores, escadas, praças, jardins, calçadas, e pensamos (muitas vezes) estar preparados, mas basta ela bater a nossa porta, que vamos perceber que na verdade nunca estivemos.
FUNDAMENTOS DOUTRINÁRIOS DO VOLUNTARIADO NA CASA ESPÍRITA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A Doutrina Espírita, em sua estrutura racional, moral e filosófica, estabelece que nenhuma forma de coação, direta ou indireta, pode orientar o serviço no bem. O trabalho espírita, por sua natureza, nasce da liberdade de consciência, do amor que se expande e da caridade que se converte em hábito moral. Qualquer tentativa de impor obrigações, sobretudo no ambiente de estudo, atendimento e acolhimento espiritual, contraria frontalmente os princípios codificados por Allan Kardec e aprofundados por autores fiéis à Codificação, como José Herculano Pires, Divaldo Pereira Franco e Raul Teixeira.
A seguir, aprofunda-se cada fundamento doutrinário, em rigor ético e lógico, citando fontes fidedignas.
1. Voluntariado, Amor e Caridade como Fundamento Moral do Serviço Espírita.
Em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo XV, item 10, Kardec define a caridade segundo Jesus como “benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias, perdão das ofensas”. Essa tríade exige espontaneidade moral, jamais imposição.
Na Revista Espírita (dezembro de 1863), Kardec afirma que o bem só tem valor quando praticado livremente, pois é o exercício da vontade que educa o espírito. Portanto, qualquer forma de “obrigação indireta” viola esse princípio.
José Herculano Pires, em O Centro Espírita, capítulo “O Problema da Direção”, reforça que a disciplina espírita é sempre consentida, nunca autoritária, pois o centro espírita “não é uma instituição clerical” nem admite hierarquias de imposição.
Divaldo Franco, em Diretrizes de Segurança, esclarece que “a caridade não pode florescer em clima de coerção, mas pede consciência desperta e amor ativo”. Raul Teixeira, em Plantão de Esperança, comenta que o servidor espírita deve agir “com alegria, jamais por temor ou pressão moral”.
Assim, o caráter voluntário do serviço não é recomendação moral secundária, é um pilar doutrinário.
2. A Lei do Trabalho: Fundamento Filosófico da Livre Ação do Espírito.
Em O Livro dos Espíritos, questão 674, Kardec pergunta: “Por que o trabalho se impõe ao homem?” Os Espíritos respondem: “É consequência de sua natureza corporal […] e um meio de desenvolver a sua inteligência”.
Na questão 683, a Codificação afirma: “O limite do trabalho é o das forças”, sublinhando que o esforço não pode ultrapassar a capacidade física, emocional ou psíquica do indivíduo.
A Lei do Trabalho diz respeito a toda ocupação útil, não exclusivamente às atividades do centro espírita. Portanto, transformá-lo em fardo, obrigação ou carga moral é contrário à lei natural.
Herculano Pires esclarece que “o centro espírita é uma escola livre”, e qualquer atuação deve respeitar a autonomia e os limites humanos, físicos, emocionais e espirituais.
3. Livre-Arbítrio e Responsabilidade Moral.
O Espiritismo afirma insistentemente que “a liberdade é o princípio, e a responsabilidade, a consequência” (O Livro dos Espíritos, q. 872).
Assumir um compromisso e não cumpri-lo é, sim, matéria de responsabilidade individual, mas não é prerrogativa da instituição impor peso, ameaça velada ou constrangimento. A moral espírita trabalha pela transformação íntima, jamais pelo medo ou pela imposição.
Raul Teixeira enfatiza que a postura doutrinária deve ser “educadora, não disciplinadora de maneira tirânica”.
Divaldo Franco, em diversas conferências doutrinárias, afirma que a casa espírita “é hospital, é escola, é oficina de almas, e não um tribunal”.
4. Acolhimento, Fraternidade e Ética da Convivência.
A fraternidade, segundo Kardec (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XI), é a aplicação direta da lei de amor. Um centro espírita que adota práticas coercitivas, mesmo sutis, rompe com o mandamento da tolerância e do respeito à diversidade das experiências humanas.
Kardec, na Revista Espírita (abril de 1864), alerta que “a unidade espírita deve ser fruto da convicção, não da imposição”.
A verdadeira direção espírita é aquela que acolhe, orienta, educa e compreende. Nunca força, nunca constrange, nunca impõe obrigações travestidas de “dever moral”.
Como Lidar com Situações de Coação Indireta no Trabalho Espírita.
1. Diálogo franco e fraterno.
A base da convivência espírita é o diálogo sincero. É aconselhável expor sentimentos, dificuldades e percepções aos dirigentes de forma respeitosa.
2. Autoanálise consciente.
A Doutrina propõe introspecção e responsabilidade. Reconhecer limites, desejos e possibilidades é necessário para um serviço saudável.
3. Estudo sistemático da Doutrina.
O conhecimento doutrinário liberta de equívocos, fantasias e práticas importadas de modelos autoritários alheios ao Espiritismo.
4. Buscar apoio quando necessário.
Em caso de persistência do problema, recomenda-se consultar órgãos federativos espíritas ou, se indispensável, buscar outro espaço onde reine o amor e o respeito à liberdade.
Conclusão: Servir com Liberdade é Servir com Amor.
A Doutrina Espírita é clara, objetiva e profundamente ética:
ninguém pode ser coagido a servir.
O trabalho espírita que nasce do coração ilumina;
o que nasce da imposição, obscurece.
Serviço espírita não é carga, é exercício de amor, prática de humildade e construção do reino interior. Quando os princípios da Codificação são observados, o centro espírita torna-se espaço de paz, aprendizagem, cura e fraternidade legítima.
Porque, como ensina Kardec:
“A fé verdadeira é aquela que se impõe pelo pensamento, não pela força.”
(Revista Espírita, janeiro de 1862)
Uma coisa pedi ao SENHOR, e a buscarei: que possa morar na casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do SENHOR, e inquirir no seu templo.
Salmos 27:4
Porque vale mais um dia nos teus átrios do que mil. Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas dos ímpios.
Não cobiçarás a mulher do teu próximo; e não desejarás a casa do teu próximo, nem o seu campo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo. Deuteronômio 5:21
Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.
Eclesiastes 7:2
A maldição do Senhor habita na casa do ímpio, mas a habitação dos justos abençoará.
Dona de casa.
A pessoa, que mais trabalha.
Sempre tem algo, para fazer.
Multifuncional.
Multifunções.
"Pensador
//É melhor estar, no mesmo lugar.
Estar perto. Estar próximo.
Estar, em casa.
E produzir; fazer o certo;
crescer; desenvolver; evoluir.
/Do que ir, para longe.
Ir, para distante. Viajar.
E não produzir; fazer, o errado;
fazer, o que não deve;
fazer, o que não pode; diminuir.
Uma casa,
precisa de reforma.
Os trabalhadores.
A destruição, é feia.
Barulho, entulho, poeira...
Limpeza, material, construção...
Paciência.
Não acontece, em 5 minutos.
Depois,
quando fica pronto;
aparece o resultado.
Liberdade "tranquila" é ficar em casa com a família de quarentena... Só que depois que acaba essa prisão: os estatutos da escravidão e da mordaça já foram carimbados pelos sedentos de poder... E quando nos libertam da solitária, é que vemos e sentimos o peso das algemas e da liberdade que deixaram de existir: por causa do nosso silêncio, conformidade e submissão...
Ainda há tempo de sobreviver, basta dar seu grito de independência e morte da corrupção e do comunismo, que aniquilam as sociedades e detona toda a esperança da vida, da família, da religião e da fé.
Creia em Deus e dê seu grito de liberdade para que você e sua família sejam salvos,e não sejam levados para o abismo da escuridão eterna.
Amém
Depois de um terremoto
A casa cai
O tempo para
As buscas cessam
A procura deixa de existir
E o objeto
Que jamais existiu
Virou pó:
Inocência de peregrinos...
Por isso, esse peregrino morreu!...
A ilusão acabou
O véu se rasgou
O renascimento surgiu
Imergiu junto com o sismo
Que faz tremer a mente
De um corpo impermanente
Que contém uma alma eterna
Que na terra
Nao se dissovirá
Porque é infinita
E para a essência da consciência
Que é a nossa verdadeira casa
Essência:
Retornará...
Esse é o nosso ninho,
Sem nós
Onde todos se encontrarão
E voltaremos a ser um só
Sem egos
Com um só coração!
Abraços
Felicidades
Lisboa, Portugal
26 de agosto 2024. 05:11 hs
Acordado, mandava mensagem para um amigo
E na tela surgiu;
Alerta de terremoto
Nem deu tempo de piscar,,,
Paz no coração!
Ontem teve barraco lá em casa
Vocês nem queiram saber...
Teve a maior discussão comigo
O negócio foi feio
Ontem a noite
Barraco, favelão ...
Palavras, gestos e agitação
Empurra pra lá, fica quieto
Cala a boca
Fecha os pensamentos
Uma ebulição
Eu no meio disso tudo
Tentando acalmar a situação
Minhas mãos revoltadas
Cansadas de tanta exploração
Reclamando que não recebem atenção, carinho, aperto de mão
E nem horas extras, ganham, não...
Gritavam desesperadamente
_ Que Unidas venceremos
E que iriam me derrotar
Me nocauteando...
Não tive escolhas, dez contra um
Tive que ouvir, Me calar
Elas falaram que estavam espantadas com tantos versos, pensamentos e reflexões que produziram ontem... Que eu não deveria dar tanta corda para os meus pensamentos, sentimentos desejos e emoções...
Que eu devia estar sob efeito de químicos para não para de delirar...
Kkkkk.. já os tenho desde que nasci...kkk
Todos juntos pediram parar eu parar um pouco de sonhar, imaginar, sossegar a alma e entrar no silêncio... Para o corpo todo ficar em paz e descansar...
Percebendo que as minhas mãos tinham razão e olhei, cada dedinho meu, que exaustos estavam de tanta exploração: versos, poesias, poemas, e pensamentos que fluíram em exaustão...Reconheci o meu erro e pedi perdão
Elas me falaram, com olhares meigos, me responderam que iriam descansar e tirar umas férias até o fim do ano.
- Nãooooo!... Meus sonhos vão explodir!...
Fiquei louco e disse que não!...
Então, negociamos até o dia 15 de dezembr 2024.
Elas me abraçaram, ficaram felizes e se afastaram, umas das outras.
Então, mais que rapidamente, coloquei a minha mão direita para trás, cruzei os dedos ( faz isso não viu )Kkk e fiquei mais tranquilo porque sei que antes dessa data, voltarei a escrever. Isso vai ser bom para mim e para você. E já conheço as minhas falanges de longe, e sei que elas logo, logo vão querer fazer o amor fluir para iluminar o mundo!...
E sempre quem ganha com isso é o meu coração. Ele é sempre mais forte que nós e vai sempre nos mostrando o caminho da paz, do amor e da felicidade!
Um delicioso dia para todos vocês: amigos e irmãos do coração.
Estão vendo como viajo nas entrelinhas.
Bjos. Paz no coração
Numa manhã fria de maio,
em casa do poeta Evan do Carmo,
nasceu a poesia.
Nasceu à revelia
do poeta e da musa
Ruiva de cor e de olhos negros
deram-lhe o nome de felicidade
contudo, poderia se chamar
Giovanna ou Beatriz
Nasceu com enfado
nasceu com preguiça,
mas nasceu sorrindo
não como outrora
a Ninfa nasceu feliz,
não nasceu chorando
como a poesia de Hamlet,
E por que isto se deu?
É que a loucura humana
em celebre audiência
encontrara-se à noite com a lucidez
firmaram um acordo solene
e tiveram como prova a consciência
doravante viria ao mundo
apenas filhos saudáveis
pois o mundo se rendera tardiamente
à carência da cultura e à indigência.
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