Sair com os Amigos

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Sempre serei verdadeiro!
Mesmo que com isso eu tenha poucos amigos.

"Os parentes são trabalhadores, a família é trabalhadora, os amigos são trabalhadores, provavelmente nascerão muitos trabalhadores."

Meu círculo de amigos é tão pequeno que não consigo fechá-lo: é sempre uma reta.

0589 📜 "Amigos Meus e 'Outros' costumam dizer que sou, respectivamente, doce feito mel e inesquecível feito picada de abelha. Não vou contrariar a voz do povo!"

“Se você quer ser um empresário e não tem pai rico e nem amigos milionários, não tem fé e nem sorte, muito menos acredita em milagres, você não é como eu. Eu tenho fé e acredito em milagres.”

"Não se perde tudo na vida, os amigos verdadeiros nunca se vão."

"Otimismo atrai amigos e afasta inimigos."

“Torno-me rico com milhões de amigos”.

⁠Quem guarda amigos dentro do peito
não leva só nomes ou histórias bonitas...
leva casas inteiras feitas de afeto.

São presenças que acolhem até de longe,
lembranças que sorriem por dentro
e silêncios que dizem: “tô aqui”.

Porque amizade de verdade
é quando a alma reconhece abrigo
no jeito do outro existir.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Eu e Caio Mourão, fomos parceiros e amigos íntimos, na troca de experiências no que tange técnicas de trabalho do metal e técnicas de lapidação. Nos encontrávamos quase que três vezes por semana em seu atelier em Ipanema. Com isto, em pouco tempo me tornei consultor e marchand de suas obras de pintura e esculturas realizadas em aço. Freqüentei durante anos seu refugio criativo em Iguaba, na região oceânica do Rio de Janeiro como também por diversas vezes encaminhei para restauração e mesmo negociei, a seu pedido obras de arte de se acervo particular. Com isto guardo grande ternura pela família, em especial a filha Paula Mourão, que deu continuidade ao Atelier Mourão em Ipanema, como centro de excelência na formação.

Divergência de opiniões temos com os amigos. Com os inimigos temos é uma luta pela sobrevivência.

Entre os tesouros mais raros da existência está o privilégio de compartilhar a vida com amigos cuja lealdade desconhece a inveja, a competição ou a falsidade. Com eles, dividimos sonhos delicados e projetos grandiosos, gestos simples e grandes planos. Na pureza desse vínculo sincero reside a verdadeira essência da amizade.

Amigos especiais são aquelas pessoas que fazem toda a diferença no sorriso e na alegria da gente!

Amigos especiais se eternizam para sempre no core da gente assim o inseparável se faz presente.

Os amigos devem ter a mesma fé filosófica.
do livro aforismos vol.4 de
Sérgio f. Januário

Dizem que felizes aqueles que o namorado são seus melhores amigos. Eu não tenho namorado, mais tenho namorido... que é meu melhor amigo.

—By Coelhinha

Talvez você esteja lendo isso enquanto conta aos seus amigos, entre risos, como eu implorei para você ficar. Talvez você esteja usando essa honestidade que você jura ter, mas que nós dois sabemos ser apenas mais uma camada da sua mentira.
Eu escrevo apenas para dizer: continue sonhando.
É fascinante como é fácil para você viver nessa sua fantasia onde eu não existo e onde nada do que aconteceu te machuca. Você se esconde atrás desse sorriso, se engana achando que está tudo bem, enquanto eu sigo aqui, literalmente partido em dois. É difícil reconhecer a verdade quando o sonho é mais confortável, não é?
Você pode rir do meu choro e transformar minha dor em história de mesa de bar. Você pode tentar convencer o mundo — e a si mesma — de que jogou tudo fora por motivos nobres. Mas, no fundo, entre um sonho e outro, resta um fato que você nunca vai conseguir apagar: você nunca terá a dimensão real do quanto eu precisei de você.
Siga sua vida. Construa esse castelo de cartas onde você é a heroína da própria história. Eu ficarei aqui com a realidade, lidando com o que você fez comigo, enquanto você continua flutuando, fingindo que não sente o peso do que deixou para trás.
Durma bem. O despertar, se um dia vier, vai ser bem mais frio do que o seu sonho.
Com a amargura de quem ainda se lembra,
(Aquele que você deixou para trás)

Desses amigos vagabundo que você tem, eu ainda sou o melhor, ta ligado...(Patife)

Fui taxado de difícil ou esquisito por não ter amigos. A verdade é que a minha confiança não se entrega a qualquer um.

**Entre Dois Amigos**
Augusto olhava a noite pela janela com uma inquietação difícil de esconder. Havia em seu silêncio uma espécie de fadiga antiga, como se carregasse pensamentos que já haviam amadurecido demais dentro dele. Depois de alguns instantes, falou em voz baixa:
— Há uma coisa que me inquieta profundamente: a sensação de que nascemos para uma única forma de existência e passamos a vida inteira tentando negá-la.
Miguel não respondeu de imediato. Girava lentamente o copo entre os dedos, como quem mede o peso de uma ideia antes de pronunciá-la.
— Você fala da arte — disse, por fim.
Augusto manteve os olhos voltados para a rua vazia.
— Falo daquilo que somos quando não estamos tentando ser outra coisa.
O silêncio que se instalou não era desconfortável. Havia nele certa reverência, como se ambos reconhecessem que algumas reflexões exigem espaço antes de serem tocadas novamente.
Augusto prosseguiu:
— Talvez o grande problema seja esse desvio constante. Nascemos artistas, não apenas no sentido do ofício, mas na maneira de perceber o mundo. E, no entanto, passamos a vida tentando nos adaptar a papéis: marido, cidadão exemplar, homem comum, figura socialmente aceitável.
Miguel ergueu os olhos com atenção.
— E você acredita que isso seja um erro?
— Não exatamente um erro. Talvez uma incompatibilidade.
— Incompatibilidade com o quê?
— Com a própria essência.
Miguel recostou-se na cadeira.
— Mas ninguém vive completamente fora do mundo, Augusto.
— Vive, sim. Apenas paga o preço por isso.
— Que preço?
— A inadequação.
Miguel sorriu discretamente.
— Isso soa mais como orgulho do que filosofia.
Augusto negou com serenidade.
— Orgulho seria acreditar que somos superiores. Não é isso. Trata-se apenas de reconhecer que não nos encaixamos. E que, quando tentamos nos encaixar à força, alguma coisa em nós acaba se rompendo.
— E você nunca tentou viver como os outros?
Augusto soltou um riso breve, quase cansado.
— Tentei. Com disciplina, inclusive. Acreditei que bastava insistir, repetir hábitos, cumprir funções… como um ator aprendendo um papel.
— E o que aconteceu?
— Percebi que a vida, quando não é verdadeira, transforma-se num teatro sem plateia.
Miguel permaneceu em silêncio por alguns segundos antes de responder:
— Talvez todos estejam representando. Alguns apenas têm mais consciência disso do que outros.
— A diferença — disse Augusto — é que certos homens sabem que jamais poderão sair do palco.
— E você se considera um deles?
Augusto desviou o olhar para a rua escura.
— Sei que não consigo viver longe daquilo que me constitui. Posso assumir compromissos, ocupar funções, simular normalidade… mas, em algum momento, tudo perde sentido.
— Então a arte é uma prisão?
— Não. É a única forma de liberdade que conheço. Mas exige tudo em troca.
Miguel assentiu lentamente, absorvendo aquelas palavras.
— E não existe conciliação possível?
— Existem tentativas.
— E fracassos?
— Quase sempre.
O silêncio voltou, agora mais denso e mais humano.
Depois de algum tempo, Miguel falou novamente:
— É curioso… o mundo espera que sejamos muitas coisas. E talvez sejamos, de fato. Mas você insiste que existe algo essencial que nos define.
Augusto voltou-se para ele com calma.
— Não insisto. Apenas reconheço.
— E quem não reconhece isso?
— Talvez viva melhor.
— E você prefere o quê?
Augusto demorou a responder.
— Prefiro a verdade, mesmo que ela me exclua.
Miguel pousou o copo sobre a mesa.
— Então não se trata de escolha.
— Nunca se tratou.
— Trata-se de condição?
— Exatamente.
Miguel respirou fundo antes de concluir:
— Nesse caso… talvez não sejamos artistas.
Augusto olhou para ele com uma serenidade quase melancólica.
— Somos aquilo que não conseguimos deixar de ser.
E, pela primeira vez naquela conversa, nenhum dos dois sentiu necessidade de acrescentar mais nada.