Sagrado
"Da Janela, o Silêncio"
Por Prof. Cranon
Há algo de profundamente sagrado nas pausas que a vida oferece.
Um instante onde o tempo não corre — apenas respira.
A caneca fumegante repousa, silenciosa, como quem guarda segredos de manhãs que não precisam ser apressadas. O vapor que se eleva desenha no ar uma dança invisível, quase uma prece efêmera, que se desfaz antes mesmo de ser compreendida.
Sobre o caderno, repousa uma caneta. E, mais do que tinta, ela carrega possibilidades. Palavras ainda não ditas, pensamentos por nascer, universos inteiros à espera de um simples gesto de coragem: escrever-se.
Do lado de fora, a vida segue — árvores, vento, luz, sombras e um verde que não se cansa de existir. O mundo não grita lá fora. Ele sussurra. E é justamente nesse sussurro que a alma encontra abrigo.
A janela, aberta, não é só moldura para o olhar. É também convite. Convite para atravessar as paredes invisíveis do hábito, do barulho interno, das urgências que sequestram nossos dias.
Ali, naquele pedaço de madeira aquecido pelo sol, mora um acordo tácito entre o ser e o estar. O ser que contempla. O estar que se permite.
Perceba: não há ruído. Só o som da respiração, do vento que toca as folhas e, talvez, do próprio pensamento sendo reorganizado em silêncio.
O café esfria, o sol se move, o tempo passa — e, paradoxalmente, tudo permanece.
Porque há momentos em que a vida não exige respostas, nem pressa. Só presença.
E talvez isso seja o suficiente:
Uma caneca, um caderno, uma janela aberta...
E a sutil, mas poderosa, decisão de simplesmente... existir.
Toda honra e glória seja dada a Deus, o tempo é muito sagrado e as estações expressam muito isso, que a graça de Deus nos baste, e que possamos buscar as coisas do céu para nossas vidas, e ter vitória todos os dias. Deus abençoe vocês em todas as áreas das vossas vidas pois o grandioso eu sou é contigo.
...esse é o meu sagrado! Meu corpo, meu templo,meus sentimentos, meu dom, meu silêncio, onde meu amor pode transmutar-se em diversas nuances, até mesmo na cura. Meu sagrado é o lugar onde posso diminuir a dor, com o meu amor, onde troco uma lágrima por um sorriso, onde em meio ha tanto medo posso deixar um pouco de tranquilidade... Quero escrever assim a historia da minha vida que a cada dia recomeça, levando o Sagrado sempre dentro do meu templo por todo lado, onde quer que eu esteja. Que a cada toque, a cada troca, eu seja um instrumento da voz direta de Deus onde possa receber sim, mas doar muito mais pra quem precisa de mim...assim serei feliz e a cada dia mais realizado...esse é o meu sagrado
Comecemos o nosso dia agradecendo! Com os nossos corações alegres, pois Deus, todo o sagrado cuidará de nós por mais este dia. E dará forças, para vencermos as tentações de espíritos menos providos de luz, nos protegerá dos ímpios, invejosos, todos e tudo que não for do bem. Obrigado senhor, por tudo que nos concede, abençoa senhor os nossos caminhos e todos que amamos. Amém!
Abra espaço para o bem, para o amor, para a gratidão.
Engradeça o simples, o sagrado, proteja a sua fé.
Ilumine -se, deixe a sua melhor versão fluir.
Que a sereninade te guie, que o seu bom humor prevaleça.
Que a sua coragem surpreenda.
Sonhe alto, voe no céu das suas possibilidades.
Viva o agora, seja feliz!
Um milagre assemelha-se a um segredo sagrado, o contrário de uma fofoca; é uma informação preciosa e profunda que é guardada e compartilhada com respeito e discernimento, em vez de ser espalhada indiscriminadamente.
A vida é o verdadeiro livro sagrado, Deus continuará escrevendo até o fim da existência, quando a história terá acabado.
Sexta-feira Santa
Neste dia sagrado da Sexta-feira Santa, nos lembramos do sacrifício supremo de amor. Que possamos refletir sobre a profundidade desse gesto de Nosso Senhor Jesus Cristo e encontrar inspiração na esperança que ele oferece.
Que a paz e a serenidade encham nossos corações neste dia de reflexão e que possamos renovar nosso compromisso.
Que esta Sexta-feira Santa nos conduza à luz da ressurreição e à celebração da vida.
AO DIVINO ASSASSINO
Uma litania ante o Sagrado Coração
concebida em Paray-le-Maulnier, tempos
depois do acidente fatal de Anecy Rocha
Senhor, Senhor, o Teu anjo terrível
é sempre assim? Não tensumrefratário
à hora do massacre–ummais sensível
que atrasasse o relógio, o calendário?
Ao que parece a todos tanto faz
por quem o sino dói no campanário.
Começa a amanhecer e uma vez mais
rebelo-me, mas sei que a minha vida
não tem como ou por que voltar atrás.
Aceito que a mais dura despedida
é bem mais que metáfora do nada
a que se inclina o chão; que uma ferida
e a papoula sangrenta da alvorada
pertencem ao mundo sobrenatural
tanto quanto uma lágrima enxugada
à beira de um caixão. Mas afinal,
Senhor, amas ou não a humanidade?
Não fui ao escandaloso funeral
e imaginá-la em Tua eternidade
dói demais! Vou passar mais este teste,
sim, mas protesto contra a insanidade
com que arrancas à muque o que nos deste!
Tu sabes que a soberba da família
era maior que a dela e eu tinha a peste–
pai e mãe apartavam-me da filha
e o irmãozão nem falar… E hoje, coitados,
como hão de estar? Aqui é a maravilha,
as genuflexões… Os potentados
e os humildes, a nata da esperança,
todos chegam por cá meio esfolados,
sangrando como a luz. Não só da França,
toda a Europa rasteja até aqui
esfolando os joelhos, não se cansa
de ensangüentar-se até chegar a Ti
e ao menos a um pixote do Além Tejo
restituíste a vista; eu quando o vi
solucei– mas que o cego e o paraplégico
saiam aos pinotes, que o Teu coração
se escancare e esparrame um privilégio
aqui e outro acolá na multidão,
só me faz perguntar: E ela? E ela…?
Não consigo entender que a um aleijão
concedas tanto enquanto a uma camélia
Tu deixas despencar… Por que, Senhor?
Olho tudo do vão de uma janela,
mas vejo a porta de um elevador
escancarar-se sobre um outro vão,
um vão sem chão… E a seja lá quem for
aqui absurdamente dás a mão!
Me pões trêmulo, gago, estupefato,
pasmo, Senhor– mas consolado não.
A mesma mão que fez gato e sapato
da minha doce Musa, cura e guia,
cancela as entrelinhas do contrato,
Dominus dixit… Mas quem merecia
mais do que uma açucena matinal
um manso desfolhar-se ao fim do dia,
quem mais do que uma flor, Senhor? Igual
nunca viram os mais alvos crisantemos,
tinha direito a um fim mais natural,
à morte numa cama, em casa ao menos…
Mas não– tinha que ser total o escândalo!
Por que, se nem nos circos mais extremos
Teus mártires andaram despencando
sobre os leões, se nem o lixo cai
de oito andares aos trancos, Santo Vândalo?
Não vim denunciar o Filho ao Pai
ou o Pai ao Filho, não vim dar razão
aos que recusam e usam cada ai
contra a humildade; vim porque a Paixão
me chamou pelo nome e a alma obedece
e aceita suar sangue– como não?
Mas não sei mais unir o rogo à prece
do que a elegia ao hino de louvor,
não sei amar-Te assim… Caso o soubesse
teria que ficar aqui, Senhor,
aqui, arrebentando-me os joelhos,
esfolando-me todo ante um amor
que vai tornando sempre mais vermelhos,
mais duros os degraus do Teu altar.
Tu, que tudo consertas, dos artelhos
que desentortas e repões a andar
até às pupilas mortas de um garoto,
do cachoupinho que me fez chorar;
Tu, que a este lhe dás a flor no broto
e àquele o lírio pútrido do pus;
Tu, que passas por um de quatro e a um outro
pegas no colo e entregas a Jesus;
Tu que fazes jorrar da rocha fria;
Tu que metaforizas Tua luz
ao ponto de fazer de uma agonia
um puro horror ou a morna mansuetude–
que hás de fazer, Senhor, comigo um dia?
Quando eu agonizar, boiar no açude
das lágrimas sem fundo… Quando a fonte
cessar de soluçar e uma altitude
imerecida me enxugar a fronte…
Como há de ser, Senhor? Oxalá queiras
que a mim me embale a barca de Caronte
como o fazia a velha Cantareira,
o azul da travessia… A Irrecorrível
arrasta a cada um de uma maneira
e a quem quer que se abeire ao invisível
recordas a promessa: aquele a escuta
e este a recusa porque a dor é horrível,
mas, se a todos a última permuta
terá sempre o sabor da anulação,
o travo lacrimoso da cicuta,
a ela Tu negaste o próprio chão,
deixaste-a abrir a porta sem querer!
Nunca falou na morte, e com razão,
intuía, quem sabe, o que ia ver…
Sentença Tua? Em nome da promessa
não há negar Teu duro amanhecer–
mas quando arrancas mais uma cabeça
como saber que és Tu, que não mentia
O que ressuscitou? Talvez na pressa,
no pânico de Pedro, eu negue um dia
e trate de escapar, mas hoje não;
hoje sofro com fé e, sem poesia,
metrifico uma dor sem solução,
mas não vim negar nada! Faz efeito
essa dor: faz sangrar, mas faz questão
de defender-me como um parapeito
contra a queda e a revolta… Um Botticelli
despedaçou-se todo, mas que jeito,
se por Lear enforcam uma Cordélia
e encarceram a Ariel por Calibã…?
Alvorece, a manhã beata velha
enfia agulhas no Teu céu de lã,
tricoteia Paray-le-Maulnier *
e eu penso: ela morreu… Hoje, amanhã,
enquanto Te aprouver e até que dê
a palma ao prego e o último verso à traça,
vai doer– mas Amém! Não há por que
amar a morte, mas que venha a Taça,
aceito suar sangue até ao final,
como não… Tudo dói, menos a graça,
mata, Senhor, que a morte não faz mal!
Da Festa do Sagrado Coração em Julho de 1979 até aos
26 de Outubro de 1997.
Mãe... é um acontecimento único,um evento sagrado na vida concedida à um individuo onde o sopro da vida é dado pelo sagrado,neste momento em que um torna-se mãe para agraciar o surgimento de outro,também se agraciar com as madanças proseguintes em seu ser,e de um forma ou de outra independentemente à nossa vontade planos divinos são traçados para o ensinamento de ambos o filho e a mãe.
O pão que nunca enjoa, é um alimento sagrado.
Muitos têm, poucos agradecem. E muitos não têm, e poucos compartilham.
Amenizando a fome de que precisa, alimentará a fome da tua alma.
Faça o bem sem olhar pra quem, e nunca te faltará absolutamente nada.
Lembre-se: A porta do céu é estreita demais, mas a cada semente de amor ao próximo que tu plantares aqui na terra e cultivares com a mais sinceridade, deixará ela a cada dia muito mais larga.
Olá, vocês! O que temos pra hoje?
"A confiança é um sentimento sagrado que você deposita em alguém. Para obtê-la, leva-se muito tempo. Para destruí-la, basta um segundo.”
Sagrado seja o nome do senhor! Pai, a inveja é um dos sentimentos mais pernicioso e mesquinho. Pensamentos de inveja muitas vezes, vem mascarado, nos enganando para pecamos contra as suas decisões. Vem numa mistura de mesquinhes com a cobiça, eu ainda acrescento o desrespeito à sua vontade. Se o senhor concedeu um benefício a um irmão, o senhor sabe o porquê. Ajude-nos, a aperfeiçoarmos a abençoar, as graças que os nossos irmãos recebam, de verdade, com o coração limpo. Livrai-nos dos invejosos, agradeço tudo que nos concede, abençoe ó pai, nossas famílias, nosso conforto, trabalho e as nossas mesas fartas. Amém!
Amor, com a esperança já perdida
o teu sagrado templo visitei;
por sinal do naufrágio que passei,
em lugar dos vestidos, pus a vida.
Que queres mais de mi, que destruída
me tens a glória toda que alcancei?
Não cures de forçar-me, que não sei
tornar a entrar onde não há saída.
Vês aqui a alma, a vida e a esperança,
despojos doces do meu bem passado,
emquanto quis aquela que eu adoro.
Neles podes tomar de mi vingança:
e, se ainda não estás de mi vingado,
contenta-te com as lágrimas que choro.
O sentimento é sagrado e deve ser entendido como tesouro do coração, por isso devemos observar com quais deles queremos encher nossa alma.
"Há algo de sagrado nas lágrimas. Elas não são sinal de fraqueza, mas de poder. São mensageiras de uma dor avassaladora e de um amor indizível." Washington Irving Criminal Minds
Mãe é céu
Mãe é estrela
Mãe é brisa
Mãe é coração
Mãe é sagrado
Mãe é eterna
Mãe é ternura
Mãe é candura
Mãe é imensidão
Mãe é calmaria
Mãe é Poesia .
