Ruth Rocha Amor
Continuar a ser fonte é confiar em Deus. É crer que a bondade, semeada com sinceridade, jamais se perde... mesmo que o reconhecimento falhe.
O corpo pode até cansar. Mas a alma que descansa em Jesus sempre encontra leveza, abrigo e descanso.
Podem me arrancar tudo... mas jamais tirarão de mim a fé, o recomeço e a coragem de florescer outra vez.
O que me sustenta não está fora, mora dentro.
Não preciso enxergar o caminho inteiro... basta confiar que, onde piso, Deus já preparou o chão.
Janice F. Rocha
Nem sempre a vida é fácil… mas quando a gente aprende a caminhar com Deus, até os espinhos se tornam aprendizado.
Janice F. Rocha
Cuidar, amar e permanecer... não são deveres, são escolhas que revelam a essência de quem somos.
Janice F. Rocha
Eu ando com o coração... e Deus firma meus passos.
Fé é isso: confiar antes de entender.
Janice F. Rocha
Nem sempre vou entender os planos de Deus, mas sigo… porque confio nas Mãos que me guiam..
Janice F. Rocha
Deus não apaga os dias difíceis, mas Ele caminha comigo por todos eles. E isso é o que torna suportável o insuportável.
Janice F. Rocha
Tem pessoas que passam por sua vida de forma tão rápida, contudo, deixam lindas marcas indeléveis....
Muitas pessoas só enxergam erros e defeitos nos outros, porém não tem a humildade de reconhecer os seus próprios.
Há momentos em que o coração clama por explicações, por reconhecimento, por justiça. Queremos ser entendidos, valorizados, acolhidos… e quando isso não acontece, algo em nós se contrai.
" Eu vejo gente morta
Não no corpo que se perde
Eu vejo gente morta
Na alma que perece
Eu vejo gente morta
Não na falta de pulsar
Eu vejo gente morta
Na ausência do pensar
Eu vejo gente morta
Não na falta de respirar
Eu vejo gente morta
Quando esta deixa de amar"
Há amores que nascem no silêncio e há outros que chegam como uma ventania, bagunçando tudo o que parecia certo.
Talvez seja esse o tipo de amor de que Deus mais gosta: o que desafia o previsível, o que não cabe nas expectativas do mundo, mas encontra repouso na vontade d’Ele.
Lembro que o Ara Ketu estava no auge.
Era 1995… o país dançava, as rádios tocavam “Sempre Será”, e, sem que eu soubesse, aquela melodia se tornava a trilha do meu próprio destino.
Cada verso parecia falar de nós, mesmo antes de nós existirmos.
Quando a música dizia “Tenho amor demais pra dar”, era como se meu coração respondesse em silêncio.
E hoje, tantos anos depois, cada vez que ela toca, sinto que o tempo volta pra aquele instante — o primeiro olhar, o arrepio, o pressentimento de um amor que viria pra ficar.
Porque o que nasceu em 1995, entre notas e promessas, ainda pulsa… e sempre será.
O que nasceu do olhar, o que resistiu ao tempo e às tempestades, o que sobreviveu ao “não pode ser”... esse amor foi abençoado por Deus.
Foi Ele quem transformou a loucura em paz, o impulso em certeza, o encontro em eternidade.
A tempestade pode ser inevitável, mas a serenidade é uma decisão.
E quando a alma decide repousar em Deus, o trovão perde força, o medo se cala e o coração se torna casa firme...ainda que o mundo lá fora desabe.
