A indiferença é o verdadeiro fim.
É o silêncio depois da tempestade.
É quando não sobra raiva, dor ou saudade. Sobra apenas um vazio.
E esse vazio não dói. Ele liberta.
Nem sempre a cura emocional vem como um ponto final.
Às vezes, ela vem como um alívio. Como um espaço que se abre dentro da gente, onde antes só existia aperto.
Talvez nem tudo tenha sido entendido, nem toda dor tenha sido nomeada… mas quando já não sangra como antes, é sinal de que a alma, silenciosamente, começou a cicatrizar.