Ruth Rocha Amor
A vida e uma estrada, a onde a serras, curvas, e tudo mais. as vezes paramos na primeira curva, ou desistimos antes de subir a serra, mais a verdadeira, estrada e para aquele que luta, que desce e sobe, e aquele que vai ate o final, assim a viagem acaba, e ele ...
chega no destino certo!
k3
Não quero esqueçer o passado, porque o passado e hoje, porque amanha, e o futuro, e com o passado erramos, e futuro aprendemos. então amanha voce sempre aprende.
k3
Eu quero mais do que a vida poça me oferecer . Eu quero ir além , ir sempre mais fundo . Só assim poderei ser FELIZ
A vida, e unica. nela, voce tem a chance, de fazer tudo que voce quer. errar para ser humana, aprender, para ser feliz. chorar, para sentir leve, e rir, para sonhar. ame, agora. pule, agora, cai, agora.
agora. e o hoje, e o futuro.
k3
Quem sou eu? nosso verdadeiro quem sou eu, esta, no coração, no pensamento principalmente no tempo, não sabemos dizer ao certo quem sou, porque mudamos, e a cada dia, a gente acha um pedaçinho de quem sou eu.
e quem e voce? quem somos nos afinal!?
enigmas.
O que leva o ser humano a tratar mal, as pessoas? Qual o motivo? Realmente não sei ganância, ódio, orgulho, dentre vários outros, posso ser o gelo ou a água, terra ou fogo, mais serei o que tiver que ser para muitos o que realmente importa é o $$ para os outros somente o amor, mais o que leva a você a gostar de alguém? ... Lembre-se não se devem julgar as pessoas sem saber... Como muitos fazem, ####, não vim para falar mal de ninguém e sim entender as pessoas, porque acontece isso ou aquilo e realmente o que faz as pessoas querer viver, Meu nome... É um mistério... Tento ser o mais transparente o possível, pelos amigos sou o mais querido, a minha maior alegria é da orgulho aos meus pais, as únicas pessoas na “Terra" que me importa, o resto vem atrás, mais nunca desmerecendo ninguém. Tratando a todos com o seu devido valor.
NEU POEMA
Um dia farei um poema para mim
Não qualquer lance rimada
Ou coisa como tenho sido assim
Menos que minha vida encarnada.
Farei do nada, como me projetei
Ao mundo de desvairo comovido
Sem escalas, não ao que não sei
A minha vida adulta, brilhos repetidos.
As passagem alheias e minhas, que andei dizendo
Tudo em meu poema será dissertado
A adversidade que existir, ou vi alguém vivendo
Em meu alento o que eu puder deixado.
De guizos nas pastarias, pássaros ao léu
Cantos recursivos nas mesmas horas leu
O mundo, a falta de um beijo no teu véu
Que me descobriu tão minha, a flor que amadureceu.
Olho no teus olhos
e vejo uma paz...
Uma paz que me lembra um passado
que era bom de ficar
Passado esse, que me convida a voltar...
Então volto e junto todas as lembranças, embrulho em papel de seda e com fita dourada dou um laço e me presenteio.
Meu presente é você.
Você está aqui
Perfeito, intocável
Deixe-me ir
Pra perto de você
Perder-me em você
E deixar de ser eu
Renascer nesse amor imperfeito
Que criamos
E que não tem jeito
Perfeito, imperfeito
Não sei se consigo
Renascer sem você.
Minhas palavras escritas tem um quê de você.
Um querer bem.
Um bem querer.
Um querer você em mim e mais ninguém.
Então vem que esse coração não quer mais chorar, ele encontrou razão para ser feliz.
Vem, não espere tanto.
Vem para colorir nossos céus com azul cintilante.
DETALHE
Detalhe...
Era o brilho do teu olhar entre as pessoas
A buscar-me sorridente em cada canto
E a festa esverdeada do encontro.
Detalhe...
Era o teu vestido varrendo o chão
Pelos caminhos para todos os lados
E os teus cabelos naturalmente penteados
Como um manto em que te envolvias.
Detalhe...
Era o teu rosto marcado de ansiedade
De uma dor, da tristeza do passado.
E o teu sorriso, que por isto eras a mais destacada.
Detalhe...
Era a tua mão pousada nos meus dedos no caminho
Abraçada do beijo que trazias.
Detalhe...
Era o teu encanto impudente
E o teu abraço no meu erro.
Detalhe, para mim, não são detalhes
São pequenos feixes de luz
Compondo e enfeitando a nossa história
Pirilampos brilhando na paisagem
Mostrando os passos de onde passamos...
Detalhe de eternidade na passagem
O que já somos por constância.
IRREVERSÍVEL
Contemplo o rio em seu percurso
E tudo se parece no tempo
O próprio momento
Colho com as mãos o que cabe dele
Mas não o retenho
E na efusão da água fervente
Tomo vôo como uma ave rebelde
A tentativa de conter sua corrente
É a mesma de manter
A minha vida no controle
Do meu olhar, da minha vontade.
E memol ela se refugia de mim
Ou segue o seu curso desde a nascente
Como algo feito assim mesmo
Que ninguém toca, não se retém
E nem se revolve
Para um reparo, que ajusta
O que está incerto,
O que a faz , muitas vezes doída.
GOTEIRA
Da telha canelura
Pingo a pingo de barulho
E pela irregularidade da chuva
Gotas caem, tonel se entope
Ninguém comporta as águas dentro de si
O que sobra pinga e respinga
Que assim lava o chão
Até o dia que se espera.
O vento manso não trisca a telha sobrecéu
Para que entre maravilhosamente
E resfrie toda minha gente
Confusa o canto da procela.
O solo que há chuva
Já por entrada, finca bebedeira
Que não correrão nem subirão.
Toda temporada é pega de surpresa
E não há motivos
Para que as flores contem
Do tempo o que lhe faz abrolhar.
De toda paciência, salve a clemência
Que Deus nos mostra
Quanto ao vento que a chuva chamega
E lhe leve aonde se mais necessitar.
