Rumo ao Farol
Apesar de nos acostumar a jogar com a vida, ela vem e troca o tabuleiro,e as peças até então encaixadas perdem seu sentido, e o jogo mais uma vez segue outro rumo..."
Meus olhos observaram aquela estrada molhada,
em que os lados eram cobertos por árvores,
no qual a água de uma chuva já passada deixou um brilho em toda a paisagem,
onde o vento congelante se fez de música e entre os galhos das árvores aos poucos criaram uma doce canção.
Nesse momento minhas pernas ganharam vida
e assim como em efêmeros pensamentos,
eu caminhei, um passo atrás do outro, sem rumo,
apenas olhando o fim daquele longo trajeto que parecia nunca chegar.
Um passo atrás do outro,
eu me imaginava como nuvens no céu lentamente seguindo seu destino,
sendo guiadas apenas pela força da natureza,
sem procurar ao certo um lugar.
Um passo atrás do outro,
eu ouvia os pássarinhos batendo suas asas
e meus ouvidos me davam imagens,
imagens lentas, calmas, coloridas.
Um passo atrás do outro,
eu estremecia meu corpo por inteiro,
meus dentes batiam como um martelo,
mas o meu frio era bem mais quente que uma fogueira no clímax de seu calor.
Uma vontade descontrolada de pegar minha mochila e sair pelo mundo, sem rumo, sem destino. Em busca dessa tal felicidade.
Não olhe para trás
Para lamentar tudo que deu errado;
Só olhe para trás
Se for para reinventar, reescrever e dar um novo rumo a sua história!
Vou viver minha vida, procurar evoluir e amadurecer, vou tentar realizar meus sonhos, vou seguir meu rumo, mas prometo nunca te esquecer.
Mudando o futuro contra a tempestade.
Com a mão no remo eu sigo meu rumo
Preciso de Deus e a família do lado,
Os que me abandona eu me acostumo
Sempre que o botão girava devagar, eu ouvia um sinal fraco, mas familiar. O sinal se parecia comigo. Um sinal que ninguém ouvia e que flutuava sem rumo no universo. Sem som e sem cor. Até que você me encontrou.
O rio corria incessantemente, mas parecia secar vagarosamente. Gota por gota, pude sentir se esvaindo de mim. Não somente indo para longe, mas sugando tudo de mim e me deixando com sede e totalmente vazio. Já não tinha mais forças para correr em busca de suas águas e já não podia mais sentir a brisa no meu rosto. O Sol castigava dia após dia e a estiagem se prolongou até hoje e quem sabe até amanhã ou depois.
Meu universo que havia se tornando um pouco azul, voltou a ser acinzentado, agora com traços negros de solidão, algumas texturas vermelhas de traumas, e vários tons de ingratidão.
Meu corpo inerte e sem forças jogado pela imensidão do universo, como um astro desgovernado, perdido no vazio, vagando sem rumo
Não temos controle sobre o tempo,
ele é como um cavalo indomável
de bruscos movimentos,
às vezes, ele se deixa ser usado,
mas segue seu próprio rumo,
difícil de acompanhá-lo,
no máximo, podemos seguir seus rastros
até um determinado momento,
depois não teremos mais fôlego,
ele é incansável e eterno.
Entre as árvores verdejantes,
observo a chuva cair, intensa e incessante,
o rio seguindo o seu fluxo
passando a fluir com mais vontade,
sinto-me consolado,
meu semblante se enche de serenidade,
como acontece quando derramo
minhas lágrimas,
desabafando um ato de coragem,
e sigo meu rumo, apesar das adversidades.
Naqueles momentos em que as forças se esgotam, onde vc sabe que esta na hora de mudar o rumo e começar de novo, não tenha medo, um recomeço não é voltar do zero, mas sim uma chance de torna seu futuro melhor sem sofrer com os mesmos erros.
É tempo de ir em frente, caminhar passo a passo rumo ao nosso amanhã, de encontro ao nosso futuro.
Hoje é o dia em que podemos mudar a nossa história, reescrever a nossa vida, é o dia da grande mudança, da grande conquista, o dia em que podemos ser, fazer, vencer.
Não sabemos o que será de nós amanhã, mas hoje acordamos, levantamos e estamos vivos, por isso eu te chamo a olhar para o céu, agradecer a Deus a oportunidade de viver e fazer com que a sua vida valha a pena.
Não deixe para amanhã, seja feliz hoje, peça perdão hoje, viva hoje como se não houvesse amanhã.
Varias vezes acordamos no meio do caminho e pensamos “O que estou fazendo aqui?”... O rumo de nossa vida fica a cargo da inércia onde o mundo e a sociedade conduz sem que você perceba! Use mais o esse piloto que esta dentro de você. Ponha em ação suas vontades seus desejos e tudo aquilo que te faz BEM! Pois a sua vida pertence a VOCÊ e ela foi um presente de DEUS.
Não sei se cada um tem um destino ou se só flutuamos sem rumo, como numa brisa...mas acho que talvez sejam ambas as coisas. Talvez as duas coisas aconteçam ao mesmo tempo.
"PAIXÃO BANDIDA
Preciso encontrar
um novo amor!
e dar um novo
rumo a minha vida!
A solidão
está me
consumindo
aos poucos!
Nunca pensei
que eu
fosse tão fraco
assim,ao ponto
de perder
meu próprio
equílírío!
E eu sigo sempre rumo ao seu coração... te pedi pra Deus de presente, pra me ver contente Ele te inventou!
Homem ao mar!
Que importa! O navio não pára. O vento é suave, e o navio tem rumo a seguir. Portanto, avante.
O homem que caiu ao mar desaparece, torna a aparecer, mergulha, sobe a superfície; grita; ninguém o ouve. O navio, estremecendo com a violência do furacão, vai todo entregue à manobra; os marinheiros e passageiros nem mesmo vêem o homem submergido; a mísera cabeça do infeliz é apenas um ponto na enormidade das vagas.
São desesperados os gritos que o desgraçado solta das profundezas. Que espectro aquela vela que se afasta! Comtempla-a, vê-a convés com os companheiros; pouco ainda antes, vivia. Que teria, pois acontecido? Escorregara, caiu; acabou-se.
Debate-se nas águas monstruosas; debaixo dos pés tudo lhe foge e se desloca. As ondas revoltadas e retalhadas pelo vento rodeiam-no, medonhas, os rolos do abismo arrebatam-no, a plebe das vagas cospe-lhe às faces, e confusas aberturas quase o devoram; cada vez que afunda entrevê precípicios tenebrosos; sente presos os pés por desconhecidas e horrendas vegetações; as ondas arremessam-se umas contra as outras, bebe a amargura, o oceano convarde empenha-se em afogá-lo, a imensidade diverte-se com a sua agonia.
O homem mesmo assim, luta.
Diligencia defende-se, intenta suster-se, emprega todos os esforços, consegue nadar. Ele, força perecível, de repente, exausto, combate a força que é inesgotável.
Onde está o navio? Muito longe. Mal se avista nas lívidas sombras do horizonte.
O mar é inexorável noite social, onde a penalidade lança os condenados. O mar é a miséria imensurável.
A alma, em tal báratro, pode tornar-se cadáver. Quem a ressucitará?"
