Rua

Cerca de 3164 frases e pensamentos: Rua

Seja seu maior admirador

Inserida por clichesnarua

Contemple os trajetos da vida!

Inserida por clichesnarua

Que o amor seja o padrão deste mundo

Inserida por clichesnarua

Pense, você é o único neste universo. Isso faz com que seu valor seja sem igual.

Inserida por clichesnarua

⁠Todo mundo falava que eu ia acabar assim, que meu sobrenome é amaldiçoado e que ia morrer ou matar antes da formatura. E acho que meio que tinham razão.

Inserida por pensador

⁠Dizem que esta cidade é amaldiçoada, que tem alguma coisa que faz as pessoas surtarem.

Inserida por pensador

⁠Ela consegue destruir uma reputação enquanto almoça.

Inserida por pensador

⁠Aprendi a abaixar a cabeça, mas está na hora de mudar.

Inserida por pensador

⁠Se quiserem ser bem-sucedidos, precisam mostrar que são especiais. Também precisam ter ambição.

Inserida por pensador

⁠Tudo bem sonhar, mas também é importante ser realista.

Inserida por pensador

Mundo perfeito

Meu mundo é um todo dividido em amizades e inimizades. Meus inimigos me endurecem na minha convicção do que não quero ser e fazer, meus amigos me fortalecem na convicção do que quero ser e fazer. Obrigado Deus por este mundo perfeito!(Walter Sasso)

Inserida por walsasso

⁠Nós também queremos viver.
Nós também amamos a vida.
Para vocês escola; para nós pedir esmola .
Para vocês academia; para nós delegacia.
Para vocês forró; para nós mocó .
Para vocês coca-cola; para nós cheirar cola.
Para vocês avião; para nós camburão .
Para vocês vida bela; para nós morar na favela.
Para vocês televisão; para nós valetão.
Para vocês piscina; para nós chacina .
Para vocês emoção; para nós catar papelão.
Para vocês ir à lua; para nós morar na rua .
Para vocês está bom, felicidade; mas para nós... Igualdade.
Nós também queremos viver.
Nós também amamos a vida...

Inserida por dhiegobalves

Fio da Navalha

Vivo no fio da navalha
Com medo do tempo
Com medo da morte
Com medo da sorte

Meus pensamentos me atrapalham
Meu riso e lagrimas são reais
Da tempestade vem a poesia
Viajo em espaços siderais

Sou cantador Dom Quixote
Canto samba, reggae e xote
Me escondo e desvio da morte
Pois na rua sou gado de corte

Se esta rua fosse minha,
eu mandava ladrilhar,
não para automóveis matar gente,
mas para criança brincar.

Se esta mata fosse minha,
eu não deixava derrubar.
Se cortarem todas as árvores,
onde é que os pássaros vão morar?

Se este rio fosse meu,
eu não deixava poluir.
Joguem esgotos noutra parte,
que os peixes moram aqui.

Se este mundo fosse meu,
Eu fazia tantas mudanças
Que ele seria um paraíso
De bichos, plantas e crianças.

Numa peça de teatro, quanto maior for a farsa mais as gargalhadas da plateia serão ouvidas na rua.

Emancipada

Nesse município beleza nenhuma alcança a dela
Descendo a rua, como faca que risca a nata sobre o leite
Até o meio dia se intimida, nubla e segue em seu encalço.

Menina da rua
que vive na lua
pisando este chão

Menina poeta
vive inquieta
ouvindo o coração

Menina faceira
a vida inteira
nunca diz não

Menina da rua
poeta faceira
são versos pra lua
a canção primeira

Menina faceira
tombou na ladeira
na madrugada fria

Não viu mais a lua
sua companheira
sua alegria

Silenciou para sempre
o canto fremente
da menina levada

Que viveu como um canto
no encanto da lua
no canto darua
da rua, o encanto
da madrugada!

A lua hoje madruga,
dou o passeio pela noite.
Descalço pelo passeio da rua:
-Olá boa noite! Não tem nenhum centavo pra matar a minha fome?
Tive pena do coitado até parece ser bom homem.
Meti as mãos no bolso, para ver o que trazia,
mas o forro estava roto e perdi tudo que tinha.
-Desculpe meu senhor, agora não tenho nada. Os centavos que aqui trazia perdi-os nesta calçada.
Mas como sei o que é viver aqui nessa miséria;
Pus-me à procura deles na minha visão periférica.
Ninguém sabe os segredos, que esta rua esconde.
-Mas dê uma vista de olhos pode ser que os encontre!
Pus-me a caminho, a solidão me acompanha,
a noite tem tanta vida que a morte é tamanha.
Vejo a pele castanha, na face, face à pobreza
dos abandonados da calçada. Cantando "A portuguesa".
Seguram na sua mão uma garrafa de vinho,
despejam sangue inocente num copo de vinho tinto.
Encharcados pela mágoa que lhes escorre pelo rosto,
em formato de gota da água, em cada olhar fosco

Mesmo que a areia se espelhei e junte-se depois de certo tempo, lembre-se que o vento vem para espalhar de novo.

Apenas vagava na rua,
Sem ter Você namorava: o Sol, as Estrelas e a Lua!