Rompendo Lacos-Carlos Drumond de Andrade
Não crie expectativas em coisa alguma, uma vez que às expectativas são as maiores causas de frustrações. Uma alma frustrada é como um rio contaminado que impede a vida dos peixes.
"Meus pensamentos" Resende, 05 de dezembro de 2017.
A ÚNICA finalidade das universidades é preparar os alunos para ser autodidatas, para que possam dirigir os seus estudos sem precisar mais do guiamento de um professor de carne e osso. Se um sujeito já provou que pode, e se acadêmicos de vários países concordam que ele já o fez e fez muito bem, cobrar dele a passagem por uma universidade é como exigir que um galo volte ao ovo e se torne pinto.
O tempo voa,
e sem mais ele da contorno
te leva pra frente
te devolve pra trás
te faz sentir no meio das nuvens
e do nada te mostra o chão!
É aquele sentimento de saudade
que te envolve
Uma doce vontade de que tudo
pudesse voltar...
Querida quer chamar minha atenção,
quer fazer graça, então faça
Porque eu nem ligo!
Shirlei Miriam de Souza
Quando a gente erra!
A gente percebe o quanto de errado
a gente faz pra gente mesmo.
Shirlei Miriam de Souza
Eu sou louco sou mas sou tão louco que chego a ser normal e eles os loucos. Eles que se anormalizem a minha normalidade ou vão morrer ingnorantes
Não vejo por que a pergunta pela identidade nacional deva se concentrar na busca de 'constantes'. Uma identidade nacional, como uma consciência pessoal, é sobretudo uma história, uma narrativa cujo sujeito não vem pronto, mas se forma e se deforma, se acha e se perde, se salva e se dana no curso dela mesma.
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Nenhuma conclusão frutífera se obterá sobre a questão da 'identidade nacional' sem fazer primeiro uma 'história da consciência nacional', mapeando, na vasta bibliografia disponível, o horizonte de consciência dos nossos intelectuais e suas mutações ao longo das várias gerações. Tenho a visão clara do que pode ser essa história, mas jamais terei o tempo de escrevê-la, embora alguns artigos meus sejam capítulos inteiros dela. Uma coisa eu garanto: esse horizonte de consciência jamais foi tão estreito quanto é hoje.
Até logo
Sonolento, poeta? Deixe fluir! Deixe ir embora! que fuja... Que se vá em busca da frase, e que se volte com o verso!
E a folha poeta? Onde foi parar? Onde está escrito teu poema? E onde estão tuas poesias?
Cadê o teu lápis? cadê tua borracha? cadê teu entusiasmo?
Para onde foi tua sede?
Tua fonte secou? Bebeste do veneno que criaste? Não culpo a letra, nem o compasso… culpo o descaso!
Deixaste atingir-te pelo que tanto descreveste em fuga... Levanta! Faz-se presente novamente! Ergue tua mão, e monta da escrita tua corrente, tua alma...
Não se esqueças quem tu és! Não se valha de um pobre moribundo… apesar de tal, ser um retrato de teus contos oriundos.
Não é porque caíste em mera desgraça, que dela deva fazer teu fardo!
Tira-se do imundo o intuito, e do passageiro a direção! Ainda te lembras como se faz? Montas de novo em tua montaria!
E dela redija novamente o teu caminho. Desistir poeta? Para que? E por que? Sonolento ainda poeta? Que pena...
A morte e a vida sempre andam de mãos dadas.
Então um pacto foi feito no instante em que você nasceu.
Fizemos um pacto com a morte: e não devemos fugir dela e ela não vai nos persegui, porque ela tem a certeza de que um dia vamos nos encontrar.
"Primeiro o aborto é autorizado, depois recomendado, por fim imposto obrigatoriamente. É sempre assim. Cada novo 'direito' contém em si o germe de uma imposição totalitária. Quando vão entender isso?"
Eu não posso, me abalar!
Tenho que ter fé, a vida me faz seguir
E o amor de Deus esta presente
Vivo da paz e acredito no amor.
Shirlei Miriam de Souza
DAS COISAS QUE TRAGO
As mãos cheia de conchas
Um presente do mar entregue pelas mãos das ondas,
Levei um pouco de mar,
Deixei um tanto de mim
O mar das poesias, músicas, sonhos e cantorias,
Mar dos apaixonados,
Mar que limpa, renova, ilumina,
Mar, mar, mar
Três pedidos faço a ti,
Me permita sempre,
Amar, amar, amar
Mar.
Roberto de Souza
Há verdades nas religiões não-cristãs? Como poderia não haver, se verdades existem até no marxismo?
Só que há verdades irredutíveis entre si, separadas por universos epistemológicos intransponíveis. Tente, por exemplo, fazer uma síntese do marxismo com a geometria de Euclides.
