Riscos
"Fecho os olhos e vejo riscos e rabiscos...
Palavras que se misturam...
Versos sem rimas...
Um turbilhão de emoções
azuis e purpuras.
São as minhas lembranças
São as minhas saudades
São...Eu!"
Haredita Angel
04.10.23
As vezes atravessamos alguns portais nesta vida que nos levam a algo mágico e inesperado!
Mas que graça teria a vida se tudo já tivesse sido nos revelado?
Bom da vida é quando a gente permite que ela possa nos surpreender, sem esperar que a certeza chegue para embarcar na grande aventura que é viver...
Se você realmente quer fazer isso, se você realmente quer arriscar nossa perfeita vida imperfeita por algo, vamos com tudo.
A Morte não é algo que nos espera no fim. É companheira silenciosa que fala com voz branda, sem querer nos aterrorizar, dizendo sempre a verdade e nos convidando à sabedoria de viver. A branda fala da Morte não nos aterroriza por nos falar da Morte. Ela nos aterroriza por nos falar da Vida. Na verdade, a Morte nunca fala sobre si mesma. Ela sempre nos fala sobre aquilo que estamos fazendo com a própria Vida, as perdas, os sonhos que não
sonhamos, os riscos que não tomamos (por medo), os suicídios lentos que perpetramos. Embora a gente não saiba, a Morte fala com a voz do poeta. Porque é nele que as duas, a Vida e a Morte, encontram-se reconciliadas, conversam uma com a outra, e desta conversa surge a Beleza... Ela nos convida a contemplar a nossa própria verdade. E o que ela nos diz é simplesmente isto: “Veja a vida. Não há tempo a perder. É preciso viver agora! Não se pode deixar o amor para depois...”.
(Do universo à jabuticaba)
Muitas vezes, tratamos nossos sentimentos como brinquedos de criança. Sabemos que a chance de quebrar é grande, mas mesmo assim, abrimos mão dos riscos na tentativa de ver um sorriso. E quanto menos imaginamos, o sorriso que ganhamos é quando ela arremessa o brinquedo longe, olha pra gente - batendo palmas - se orgulhando do seu feito. Seria cômico, se não fosse trágico.
Redigindo Neurônios
perder a linha não é ruim
apenas é necessário para
encontra a ponta novamente
quando encontrada não vai solta-la facilmente
porque o risco de não encontra-la mas é maior
Selvagens mudanças. Em vez da tranquilidade e harmonia vem o risco da morte banal por um fio, em vez da fé e a razão vem o fanatismo religioso cego e ignorante.Em vez do amor e o prazer vem a loucura da dor aprimorada e os vícios da mente e da carne cada vez mais doentes.
Sabe o que a minha mãe sacrificou pra vir pra este país? O que ela teve que fazer para que eu possa cursar a faculdade? Tem muita pressão em cima de mim e não tenho a liberdade de correr os mesmos riscos que você.
As páginas já riscadas da vida servem para ilustrar os nossos caminhos, algumas mais coloridas e outras mais monocromáticas, porém todas necessárias.
Eu me jogo.
Se o oceano é raso, eu desvio.
Posso fluir como a água, ou ser dura como a pedra.
Me adapto. Me refaço.
Cair faz parte.
Levantar é a minha arte.
Só não deixo de mergulhar por medo.
É no risco que moram as coisas boas.
Ser diligente e cauteloso não significa ter medo de errar, significa poder arriscar, mas calcular os riscos para que se existirem prejuízos, eles sejam menos lesivos e danosos do que poderiam ser!
Pesquisar, planejar, acompanhar as ações, ter um plano de contingência, realizar uma gestão sustentável, voltada para a inovação e o desenvolvimento constante, assim como ter planejamento financeiro e tributário, são ações fundamentais para realizar a gestão de riscos ao empreender.
A cada dia, a geração de novas e boas ideias sobre a realidade, sobre a condição há muito tempo existente e estabelecida, torna-se muito mais do que um desafio,torna-se uma necessidade.
Não basta criar novas ideias. É necessário colocar as boas ideias em prática, com sucesso, gerando e concretizando a inovação.
Criar e inovar são ações que vão muito além do conhecimento. Não basta saber, mas ter a competência, ou seja, o conjunto de habilidades desenvolvidas para aplicar o conhecimento. Para tal, é preciso estimular a criatividade. É necessário estar preparado para desafios, para ter sucesso e superar possíveis fracassos.
Uma tentativa ainda que frustrada, é melhor que viver no invólucro dos sonhos, das dúvidas, e das incertezas.
Os medos, são culpados de não arriscarmos e responsáveis pelas perdas de muitas vitórias e emoções. Se não corrermos riscos, jamais iremos saber se a vida deu certo ou não. Nunca saberemos se a vida valeu a pena. Óbvio que o medo ao qual faço referência, nada tem a ver com colocar a vida em risco, mas sim, arriscar-se com responsabilidade e sabedoria, para uma vida feliz.
