Riscos
No meio daqueles riscos de pessoas que passam apressadas para lá e para cá, num olhar ao mundo mais rebaixado, com a mão estendida e uma caixa ao lado, estava o homem pedindo algo. O primeiro finge não ver, O idoso resmunga algo, a criança para por alguns segundos, em seguida corre para a mãe que logo diz ser o “homem do saco”. E aquele homem, lá, no meio daqueles riscos de pessoas que passam apressadas para lá e para cá, do outro lado da calçada, agora com as duas mãos estendidas, olha para cima, em seguida aperta os olhos fundos pelo incômodo do sol intenso que fitou-os e queimou-lhe a face. A mulher que passara segurou a bolsa, o jovem saudável deu de ombros, e uma criança estendeu-lhe o sorvete que levava lambendo, mas logo foi puxada pelo braço pelo pai que pareceu não ter notado o ato. O homem então abaixou a cabeça e sussurrou algo. Sussurrou algo que só o cão magricelo que ali estava sentado ao seu lado como sua única companhia, com a boca espichada nos cantos, se coçando, pôde ouvir. Não pediu uma esmola, meu Deus, nem pão. Pediu pra vir a chuva, regar sua pobre solidão.
Aquilo que não possui fim e nem começo
Aquilo que me embaraça e que
Deixa-me sem jeito!
Riscos e rabiscos
Que consertam
Que desconsertam
Que derrubam
Que levantam
Chuviscos e chouriços.
Pureza, clareza
Na beleza da rima que me afaga
Numa dança parcial
Das ancadas cristaleiras
Da face ingênua
Da tão gloriosa faceta
Que ofusca a máscara prateada
Da noiva adormecida
No leito encaracolado dos sonhos.
Vem o clarão
Chegam os relâmpagos
Sem os seus véus
Sem aqueles ventos
Na calmaria da noite
Ofuscada sem os seus raios
Nos intervalos dos lampejos
Assombrando os olhos negros da inocência
Guardada no ínfimo
Daquele ser pecador de tamanho afeto.
Navios ancorados
Navios perdidos
Um porto seguro
Um mar imenso!
Sonhos, riscos e carros
Olhos correm a velocidade
Banco de trás, passageiro passivo
Cidades cúmplices do desrumo
Morro atos, ladeiro consequências
Ficção da realidade de Morpheu
Vida do espelho de Narciso
Sinto des segurança
Solto, amarras do destino
Pedais pisam harmonias anárquicas
Impotência ao caos
Espectador do silêncio
O nada de sempre
A muda da estação
Lixão de belezas naturais
O big bang se reorganiza
A desordem faz sentido
Tudo tem pra quê
O porquê Deus não visualizou ainda
Eu resolvi viver a vida e mergulhar de vez em tudo que me faz feliz.
E quanto aos riscos?
R̶i̶s̶q̶u̶e̶i̶ todos do meu dicionário.
A vida é correr riscos, fazer mudanças. Seja você mesma não importe o que os outros pensem. Se você tem medo de se arriscar, como chegará ao topo?
Um novo Plano
A gente se esforça, ignora os riscos pra nossa própria glória! E as vezes perdemos tudo por causa do nosso orgulho! Perdemos coisas que são importantes pra nós, perdemos valores de família e amigos, e as vezes desenvolvemos em nós conflitos de caráter. O erro do ser humano é achar que podem fazer tudo sozinhos, o que só podem fazer com Deus! Isso faz sentido pra você?
Estar vivo é correr riscos, sofrer perdas, comemorar vitórias. É o imprevisível nos testando. O importante é termos a consciência em paz e a certeza que estamos trilhando através de nossa aprendizagem o melhor caminho que poderíamos seguir...
(Luiz Machado)
O aborto é praticado mesmo sendo ilegal, a diferença é que as mulheres ricas correm menos riscos que as mais pobres ao abortar.
Correr riscos reais para conhecer a pessoa os faz tao bem , mas tambem escrever e sonhar de lado indireto é fazer
a proporção desconhecida, de simplesmente temer oque é o amor de amigo, e apenas simplesmente
ser indignado pela vergonha de dizer eu te amo com o total respeito de um conceito de ilusão e consciência
Evite riscos e Será bem sucedido, as vezes com maior longevidade, terá uma segura e saudável vida. Mas se arriscar na vida está propenso a viver tudo isso é sera feliz em contar boas historias.
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