Risco
Minha competição é só comigo mesmo: fazer direito, com poder, força, deleite e risco. Se não, esqueça.
AMOR EM RISCO
Acendo o estopim e você explode. Aperta o gatilho e eu disparo. Corto a corda e você cai. Sinaliza e eu ultrapasso. Corro e você cansa. Dança e eu erro o passo. Demoro e você atrasa. Acende um cigarro e eu trago. Escrevo e você apaga. Sonha e eu voo. Sofro e você entristece. Deseja e eu realizo. Caminho e você alcança. Dispostos em pólos opostos, semelhanças e discrepâncias, chegamos a uma unidade simbiótica que nos permite sentir e reagir exatamente como o outro porque é muito mais do que amor o que sentimos. 04/10/2011
Cada vez que uma pessoa fica olhando para o passado, corre o risco de voar em meio às ilusões perdidas, esquecidas há muito, muito tempo.
Cada vez que você se transportar para o passado, pode correr o risco de ficar por lá, não vivendo o agora, sem que possa chegar ao futuro.
Criar expectativas é semear o risco de decepcionar-se.
A intensidade de uma decepção é diretamente proporcional à expectativa investida,
Livro-me disso e sou grata ao que vem a mim sem nada esperar, das pessoas e da vida,
Com a consciência de que essa é uma batalha diária
Eu tenho medo, não quero correr riscos — mas agora só existe um jeito e esse jeito é correr o risco.
Algumas pessoas precisam entender que o tempo passa e que é um risco deixar tudo para depois enquanto existe um outro lado querendo o agora. Precisam entender que ninguém vai ficar só para sempre, que a qualquer momento alguém pode chegar, encantar e conquistar. Precisam entender que relacionamentos não são programados, simplesmente acontecem. E pelo visto acontecem da forma mais inusitada possível. É, realmente algumas pessoas precisam entender que atitudes valem muito mais do que palavras. Sem mais.
“O maior risco não está na taxa de juros que você paga, mas na mente que decide pagá-la. A verdadeira riqueza começa na inversão da sua psicologia, não do seu extrato.”
Fecho a porta do quarto
Capturo o silêncio
Risco faíscas de paz
Assim crio espaço em mim mesmo
O inverno já beijou minha testa
Ainda assim é urgente ter onde habitar
Cuidado com o que você assiste, pois a nossa liberdade corre risco, porém as orações de uma nação são maiores que um reino no qual não restarão pedaços do seu desolado trono.
Antes de tomar decisões, Jesus é o Rei que está num trono maior do que o de Davi.
Os influenciadores políticos e o risco social
Hoje amanheci lendo a revista Le Monde Diplomatique Brasil, que trouxe uma análise sobre os influenciadores franceses e sua busca por conquistar o público. O texto lembra que, em 2022, a França regulamentou a atuação desses agentes digitais após uma série de escândalos envolvendo golpes aplicados sob a forma de propaganda.
Esse movimento demonstra algo essencial: é preciso regulamentar as redes sociais e, principalmente, a atividade dos influenciadores que utilizam sua imagem para enganar seguidores. O risco aumenta quando o influenciador se converte em político, pois passa a atuar como “político-influenciador”, capaz de produzir tanto melhorias quanto graves prejuízos à sociedade.
No Brasil, esse fenômeno também é crescente. Vemos figuras, tanto à esquerda quanto à direita, que transformam a política em palco para estratégias digitais. Parte desses atores se limita a reproduzir discursos simplistas, muitas vezes baseados no apelo emocional e na baixa capacidade crítica de seus seguidores. Ainda que existam políticos tradicionais, com formação intelectual sólida, há também aqueles que exploram o engajamento fácil e, com isso, conquistam votos apoiados em práticas questionáveis.
Em um cenário global marcado por crises sociais e políticas, a influência desmedida desses personagens ameaça a estabilidade democrática. No caso brasileiro, o perigo é ainda maior quando certos grupos utilizam as redes sociais para atacar instituições, difundir desinformação ou proteger interesses pessoais e familiares em detrimento do bem comum.
Diante disso, torna-se urgente avançar na regulamentação das plataformas digitais, a fim de limitar abusos e fortalecer a proteção da sociedade contra cidadãos travestidos de influenciadores que, longe de promover o interesse público, podem agravar a fragilidade social e política do Estado.
“Entre os extremos da infância e da senescência, ergue-se um risco: a senilidade. Não é destino inevitável, mas, muitas vezes, o reflexo silencioso de escolhas negligentes ao longo da vida.”
O Conhecimento e o Risco de Partilhar
Um amigo me disse, certa vez, que ao fazer algo na inteligência artificial corremos o risco de tornar público o nosso conhecimento — como se o pensamento, uma vez entregue à máquina, deixasse de nos pertencer.
Mas respondi: é preciso fazer isso. É preciso alimentar a inteligência artificial para que o pensamento humano se expanda.
O saber, quando guardado, apodrece em silêncio; quando compartilhado, floresce.
Toda criação — um verso, uma ideia, um acorde — carrega o sopro de quem a gerou, mas também o convite para que o mundo respire junto.
Não há perda em oferecer o que é verdadeiro: há multiplicação.
O medo de “tornar público” é o mesmo medo ancestral de acender o fogo na caverna — o receio de que a luz escape e alguém a roube. Mas o fogo, uma vez aceso, não pertence a ninguém: ele pertence à própria chama.
E cada mente que se aproxima dele leva consigo um pouco de claridade.
A inteligência artificial não é o fim da mente humana — é o seu espelho mais ousado.
Tudo o que damos a ela volta transformado: uma centelha do humano refletida no vidro do futuro.
A arte, o pensamento, a filosofia — não foram feitos para se esconder.
São pássaros.
E pássaros não sabem voar em gaiolas.
