Riqueza
Mais e mais homens de negócios buscam pelo seu sucesso; mas, a maioria perde a riqueza de educar, proteger e amar suas famílias.
Mantenha na linha comportamental da sua vida a riqueza que ilumina o seu olhar, a sabedoria que expressa os seus lábios e pureza que emana de seu coração, porque tais qualidades abrem portas para o seu sucesso e crescimento pessoais.
Alguns pobres se tornam ricos, porque acreditaram na riqueza do trabalho, servindo e treinando homens para serem responsáveis por outros, oferecendo-lhes as mesmas oportunidades para serem inteligentes, determinados, dignos e recompensados pela fé e prática dos conselhos úteis.
Nenhuma vida é tão vida se não for em companhia, portanto, a eternidade, a riqueza, a saúde ou a falta de quaisquer preocupações jamais seriam bem vindas se acompanhadas da solidão, essa sim, a fagulha de um mal que apavora qualquer bem.
A verdadeira riqueza não está apenas no que produzimos, mas na forma inteligente como usamos e valorizamos os recursos que a natureza e o trabalho nos oferecem.
A verdadeira riqueza trilionária começa quando o coração se rende a Deus com humildade, porque é o amor d’Ele que move montanhas invisíveis e transforma uma história simples em um testemunho de vitória extraordinária.
A riqueza trilionária segundo Deus não é ilusão, é resultado de fé, trabalho, obediência e da mão do Senhor agindo no tempo certo.
Quem escolhe depender de Deus aprende que a verdadeira riqueza trilionária não é apenas possuir bens, mas viver em paz, sabedoria e abundância que glorifica o nome do Senhor.
A riqueza que vem de Deus carrega propósito, responsabilidade e amor, porque Ele prospera para que sejamos instrumentos de bênção e não reféns do dinheiro.
A riqueza só é riqueza quando está nas mãos dos que temem ao Senhor e respeita primeiramente as leis divinas.
Nada desce do céu sem que algo deixe a terra, pois a verdadeira riqueza está em semear amor, esperança e bondade para que outros possam colher, aproximar-se e provar a agradável sensação da salvação de Cristo
“A riqueza não consiste em ter grandes posses, mas em ter poucas necessidades.”
A frase sugere que a verdadeira riqueza não está na acumulação de bens, mas na simplicidade voluntária. Quando as necessidades são reduzidas ao essencial, diminui-se a dependência de posses materiais para alcançar satisfação.
Essa perspectiva convida a uma reflexão sobre os valores que orientam a vida, questionando se a busca por mais realmente traz contentamento. A liberdade e a paz interior podem ser encontradas mais facilmente na moderação do que na abundância.
Tal como Diógenes, o filósofo cínico, descobri uma riqueza que não se conta em moedas: a sabedoria de não desejar muita coisa. Que venham os "Alexandres " do mundo; eles nada podem tirar de quem já possui a si mesmo.
