Rimas de Amor Engraçadas

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Eu nunca te pedi pra mudar, não por mim. Se um dia tivesse que mudar, teria que ser por você, acima de qualquer coisa. Eu queria apenas um pouco mais de atenção e quem sabe, um pouco mais de carinho. Eu sei, é o seu jeito. Mas saiba que me irrita quem se esconde atrás dessa fala. Dizem que quando se gosta de algo ou alguém, a gente cuida, protege, quer estar perto, fazer parte da vida. Mas esse não foi o nosso caso.

E é suposto eu esperar enquanto você sai com meninos e se apaixona por outra pessoa, se casa...? - Sua voz estreitou. - E enquanto isso, eu vou morrer um pouco mais a cada dia, observando.

Cuidado! Rótulos bonitos enganam com frequência.

Existe tanto relacionamento que ambos se traem, que e
estão juntos só por estar, até mesmo por algum "status" imaginário, sem um pingo de amor na relação, até mesmo, as vezes morando de frente para o outro. Mas comigo é diferente, enfrento dias de angústia por excesso de saudade, alguns meses sem poder se ver, enfrentando horas e horas dentro de um ônibus só pra ver meu amorzinho, coisa boa!

ೋ ✿ E tudo se renova e inova ... porque somos almas livres ... vivendo de emoções a cada dia ... resplandecendo nossa essência ... vivificando a paz e o amor de almas ! • ♡

Não precisa de muito, para você conhecer o lado interesseiro das pessoas em sua volta; peça um simples favor, e não se surpreenda, caso elas te ignorem (...).

SIM 💘

Desejo-te ardentemente
Ao meu lado sempre
Amo-te a todo momento
Quero-te numa cama
De brancos lençóis
Para amar-te com desejo
Com loucura nesta vida
De tantos espinhos
De belas rosas
Num belo verso de amor
Só tu e eu.

A decepção não vem das pessoas as quais gostamos, mas, sim, de expectativas criadas por nós mesmo em cima delas.

Nunca teria se permitido, nem em um milhão de anos, escolhê-la como esposa. Ela era perigosa demais para sua paz de espírito.

A distância pode impedir um toque, mas não que eu te ame ou te deseje.

Converta escuridão em Luz, amargura em doçura.

Ela é um diamante em meio a esse monte de bijuteria

O homem que conversa com uma mulher com segundas intenções jamais vai entender que a primeira faz toda diferença

Tá espalhando por aí que eu esfriei, que eu tô mal
Que eu tô sem sal, realmente eu tô
Sem saudade de você
Eu já fiz foi te esquecer

Se for para chorar por alguém, chora olhando na cara dele, pois não tem graça gastar lágrimas para as paredes.

Podemos ter amigos, família, namorado, colega de trabalho. Sempre temos alguém ao nosso lado, mas no final das contas, somos solitário nesse mundo.

Se você não acredita em si mesmo, quem acreditaria em você?

Não adianta procurar em alguém aquilo que te falta. Pois não achá-la. Deve ser autossuficiente acima de tudo.

Sabe aquele rodízio de companhia? Achando que a pessoa não é para você? Talvez a problema seja si mesmo.

Valorize-se!

Já memorizei o seu corpo todo
Pro caso da gente não se ver de novo
Doa a quem doer, essa é a verdade
Entre nós dois não cabe saudade

Hoje é dia de sorrisos,
de abraços e beijos
de café com os amigos
trabalho e diversão
hoje é dia de encontros
hoje é dia de ser feliz...

CLADISSA - ROMANCE. N° 59.
LIVRO - 59
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"CAPÍTULO VI"
"A DIGNIDADE ENTRE A TERRA E O OLHAR"
A Úmbria do século XI não era apenas geografia. Era estrutura feudal, era hierarquia sacramentada, era ordem imposta sob o duplo jugo da espada e do altar. Após a fragmentação do poder carolíngio, as pequenas senhorias tornaram-se centros autônomos de comando, onde a vida camponesa se submetia à lógica da dependência e da proteção. Naquele contexto, a mulher sem linhagem era invisível aos registros, mas não aos olhares.
Cladissa caminhava pelos campos como quem carrega não apenas feixes de trigo, mas o peso de uma condição social irreversível. Órfã de camponeses, destituída de dote, alheia às alianças matrimoniais que sustentavam a economia feudal, ela não possuía moeda de troca. Ainda assim, despertava investidas.
A razão não residia na posse, mas na presença.
A mentalidade medieval compreendia a mulher sob três categorias recorrentes, a virgem, a esposa, a pecadora. Tal tripartição, difundida pela teologia latina e consolidada na cultura eclesiástica do período, formava o horizonte moral da época. A autoridade espiritual exercida por centros como a Abadia de Monte Cassino, sob influência da tradição beneditina fundada por São Bento de Núrsia, impregnava o imaginário com uma disciplina que exaltava o silêncio e a submissão.
Mas havia outra força. A política.
A região da Úmbria encontrava-se sob disputas constantes entre a autoridade imperial do Henrique IV e o poder papal de Gregório VII, cujo conflito culminaria na chamada Querela das Investiduras. O poder era tensão. A tensão infiltrava-se nas aldeias. Onde há instabilidade, há oportunismo.
Cladissa representava algo raro. Beleza associada à altivez moral. Não era a sedução vulgar das feiras itinerantes, nem o riso fácil das tavernas. Era compostura. Em uma sociedade rigidamente estratificada, a dignidade em corpo pobre provoca inquietação. Ela não se inclinava além do necessário. Não oferecia palavras supérfluas. Não solicitava proteção. Isso bastava para despertar desejo e desafio.
Os jovens escudeiros viam nela a possibilidade de conquista. Para eles, a mulher sem tutela masculina constituía território disponível. Alguns pequenos proprietários a percebiam como eventual concubina útil. Havia também homens sinceros, que a observavam com respeito contido, temerosos de aproximar-se por não possuírem recursos para elevá-la socialmente.
A estrutura feudal operava sob pactos. Casamento era contrato econômico. Amor era luxo. Uma camponesa órfã, ainda que virtuosa, raramente ascendia sem mediação clerical ou proteção senhorial. No entanto, a história demonstra que períodos de transição institucional abrem fissuras nas hierarquias. A instabilidade do império, as tensões entre Roma e os príncipes germânicos, o enfraquecimento de determinadas casas locais criavam margens de mobilidade inesperada.
Cladissa não compreendia os tratados políticos, mas percebia as mudanças no ar. Mais soldados cruzavam as estradas. Mensageiros passavam com pressa. Homens discutiam tributos nas portas das igrejas.
Ela sentia que algo maior movia-se.
Seu silêncio não era ignorância. Era prudência.
No interior da pequena igreja rural, sob afrescos já desbotados pelo tempo, Cladissa ajoelhava-se não por submissão servil, mas por convicção íntima. A fé medieval era simultaneamente temor e esperança. O sermão falava de culpa, de pecado, de vigilância. Contudo, para ela, Deus era abrigo. Não ameaça.
Essa distinção interior tornava-a ainda mais singular.
Entre a terra que lhe sujava as mãos e o olhar que lhe sondava o destino, Cladissa começava a compreender que a verdadeira herança não era dote nem brasão, mas caráter. Em uma era onde o sangue definia o valor, ela intuía que a nobreza podia nascer da conduta.
Os campos permaneciam os mesmos. As muralhas continuavam erguidas. A ordem social não se alterara visivelmente.
Mas dentro dela, algo se consolidava.
E quando a dignidade de uma mulher enraíza-se na própria consciência, nenhuma estrutura feudal consegue mantê-la para sempre confinada ao chão que pisa.

Procure lugares bons, energias boas, pessoas legais.

Muitas vezes não fazemos enfim o que há dentro de nós mesmo que conheço como essência, porque vivemos de acordo com o que a própria sociedade nos dita o que devemos ou não fazer, e muitas das vezes nos pegamos envolvidos com essa ideia e lentamente sem perceber criamos uma barreira dentro de nós mesmos, dificultando a volta a nossa origem. Bom tudo isso, quer dizer, que a vida é nossa, e assim sendo nossa, temos todo direito de fazermos dela o que quisermos, deixar que nos ditem estaremos sendo traidores com nossa própria vida, pois a vida se denomina num ciclo, só você sabe o que faz dela, só você sente o que quer de fato realmente fazer, os problemas passam a acontecer, quando nos rotulamos, quando deixamos de ouvir o interior para ouvir o exterior.
Libere seu sentimento.
Ele sabe exatamente o que você quer.
Se arrisque de vez em quando.
Faça teste com você mesmo, e no final percebera que se arriscar é se permitir ser feliz, é permitir sentir emoções inexplicáveis.
Tudo esta dentro de você.
Para se encontrar é preciso se perder.