Rima de Amor
Eu já não sei o que está acontecendo,só sei que me parece um veneno,por favor me deixe em paz! Eu juro que não me apaixono mais.
Ok BF! vai pra lá então,mas depois não me venha com esse papo de decepção,pois eu não aguento mais essa confusão....de confundir amiguinha com irmã de coração.
Será que eu sofro por pouco porque já sofri por muito e sofrer virou algo tão comum que virou mania e hoje eu sofro por qualquer coisa?
As Vezes
as vezes meu silencio é uma pagina em branco
minha barba
a borda da xicara
o Chico rolando na vitrola
a cola
o colo
a bola
a sala
o solo
meu silencio
minha agricultura
minha roça
meu roçado
minha sala
minha bala e eu baleado.
Outro nome surge na minha mente, outro cheiro, outro sabor. Creio que isso ainda pode se transformar em amor.
Quem me dera ser uma Pantera,Viver Livre na
Selva,Com Uma Paz No Coração E sem Sofrer Como Agora Como Um Cão Sem Receber Perdão!
A Sociedade,No fundo Sempre Vai ter Crueldade,Porque Nada é Perfeito E Sempre tem Mais Para Ser Feito.
Deus me tirou de um poço tão profundo tão escuro,
Por hora eu estava cego, perdido sem norte, sem rumo,
Acha punk, está na roda dos cara eu assumo,
Ter o copo cheio de whisky e fumo pro consumo,
Resumo, ideia vai e vem e só fica as histórias,
Quantos manos perdi nessa trajetória, sem gloria.
Por várias vezes me deixei levar,
Queria o carro, a roupa da moda, tive que roubar,
Pra ostentar um patamar que eu não podia ter,
Porque a propaganda mostra o que não posso obter.
Obrigado meu Deus, por nunca desistir, quantas vezes fugi,
Dos propósitos que o senhor tinha pra mim,
Eu queria beber, cola com as gostosa, frita nas madruga,
Da pião no asfalto, ter carro importado, bang pra intimar na cintura,
Metia a cena do louco, pensava, ninguém me segura,
E minha mãe de joelhos chorando pedindo pai: livre das viatura.
E eu que me acha o herói, fui derrubado, tapete puxado,
Beijei a lona e apaguei logo após, confuso, noucauteado,
Demoro mas eu to aqui, Demoro, mas eu consegui,
a tua graça me basta meu pai, Pela graça salvou o mano aqui,
eu que nunca mereci, Mas o senhor sempre me amou,
como o pai que ama o filho, Desde o nascimento já me registrou,
por mim sempre olhou, Nas viela e noitada,
me livrava de cada alma sempre mal-intencionada,
Me desculpe pelos bang, pelo sangue, pela as drogas, pelos refém,
Continue zelando por mim, mesmo não merecendo, amém.
Na sagacidade de viver sem repetir cada passo que dou
Vou indo no flow, no swing é um show
Se pá pode colar que nós vai se manifestar
na humildade, na simplicidade, na plenitude é isso que há.
Vem cá, não finja, no swing, na batida de querer me conquistar
se pá, pode chegar, no ritmo envolvente vou até me encostar
se não dá, tudo bem, só não se mete e remexe com as sequências da vontade de querer me despertar
ok, flw, essa é pra você que me pirou, me atiçou, me envolveu e no fim foi meu coração que propagou
não é sofrer, é sentir, que você se achegou e partiu para longe de mim
ta bom, tá tudo bem, de amor de ninguém morre, mas agora eu vou viver meu bem.
A cada flash back de lembrança que refere todo novo, é evidenciada mais uma passagem de luz, uma nova chance de permitir
cair a ficha da consciência sobre o tempo que se foi.
São reflexos, vivências, aprendizados, planos, metas, sonhos, vontades, desejos... Tudo aquilo que compõe a vida.
E no variar das vezes, nas lembranças percebemos as bobagens sonhadas, aprendidas, planejadas, boladas, vividas, compartilhadas,
absorvidas, refletidas... E é da consciência das bobagens que constrói-se uma maturidade. É a vida com leveza, amor e alegria.
