Riacho

Cerca de 178 frases e pensamentos: Riacho

Hoje notei que o sol não tinha mais seu brilho, que as águas do riacho não tinham mais sua força, que as flores tinham perdido seu aroma e que o mundo tinha parado no instante em que ela precisou ir. Sim, não a teremos mais aqui conosco. Mas quem será essa pessoa de tal importância cuja a falta tenha trazido tanto vazio pra mim? Ela, a dona do sorriso mai bonito do mundo. Mais forte que o Golias e do tamanho de Davi. Mais Bela que as rosas e ainda assim não é chamada por nome de flor. Quem é ela? perguntam os homens que me ouvem falar com tantos adjetivos a um ser que nunca os fora apresentado. Ela foi ela, não se sabe quem ela é, ao menos não mais. Ela se foi, não sabiam vocês? Ela está em um lugar chamando lembrança, onde cercada de amor será eternamente lembrada, sentida, por quem um dia teve a honra de conhecê-la. Ela, a rosa mais bonita e mais doce desse jardim chamado mundo. Ela que me ensinou tanto como ser quem sou e que hoje me deixou sem dar adeus. Ainda não sei como viver sem ela, mas se você souber trate de me avisar por favor, seu moço que por nome trás DEUS.

Inserida por exnassi

POEMA

BEIJE-ME BEIJA FLOR

Sentada à beira de um riacho, solitária a pensar....Fechei meus olhos e comecei a sonhar.

Entrei em um mundo de cores e encantos, logo ouvir um canto de um pássaro a cantarola.

BEM TE VI...
BEM TE VI...

Aquela canção ecoava em meu coração e aos poucos tudo começava a fazer sentido...não existia mais o vazio dentro de mim...

Apenas uma canção que dizia...

BEM TE VI...
BEM TE VI...

Naquele momento fui abrindo os meus olhos...e me deparei com suas penas coloridas, seu bico comprido e seus enormes olhos pretos a mim olhar...
Tinha um brilho diferente que reluzia em meus olhos...tão pequeno mais de uma grande voz...
Estendi as minhas mãos para que ele pudesse pousar sobre elas...Ele me olhando fixamente começo novamente à cantarolar....eu entrei na sua sintonia e disse: BEIJA FLOR VEM ME BEIJAR...

Inserida por Andreaavossany

Atravessei aquele riacho para encontrar do outro lado aquele sorriso de Esther,
Beijei o mundo mas o mundo não me beijou mas eu beijei Esther,
Me etilisei com alguns gargalhantes para me divertir com Esther,
Contei histórias hilariantes somente para distrair Esther,
Dancei aquela canção várias vezes sozinho mas estava sentindo a presença de Esther,
Estive frente a frente com a perdição , mas me encontrei sendo abraçado no colo de Esther,
Casei e descasei, tornei me casar mas não casei com Esther,
Tive sede de amor, tive sede de Esther,
Dediquei algumas palavras num pedaço de papel , sim dediquei para Esther,
Senti o perfume das flores , mas esse perfume era o perfume que exalava de Esther
Contemplei a lua , mas contemplei sentado ao lado de Esther,
Adormeci feliz, adormeci pensando em Esther,
Prometi ser feliz, e sou feliz por ter encontrado Esther
Quando eu morrer poderei morrer em paz, pois encontrei essa paz no momento que tive Esther!!!

Inserida por NetunoMetamorfose

Campo de riacho

O amor é muito paciente e bondoso;
Nunca é invejoso ou ciumento;
Nunca é presunçoso nem orgulhoso;
Nunca é arrogante, nem egoísta;
Nem tampouco rude.
O amor não exige que se faça o que ele quer.
Não é irritadiço, nem melindroso.
Não guarde rancor e dificilmente notará o mal que outros lhe fazem.
Nunca está satisfeito com a injustiça;
Mas se alegra quando a verdade triunfa.
Se você amar alguém, será leal.
Deus é amor.
O maior;
O melhor;
O grande companheiro;
De todos os dias e horas;
Que entende das nossas dificuldades;
Que sabe dos nossos desejos;
Esse sim é o real verdadeiro amor;
Num campo de riacho descobri;
O grande significado desse perfeito amor.

Inserida por rodrigo_carvalho_4

TE AMO

Te amo como criança
que molha as puras mãos
no riacho, acreditando tocar a lua,
através do seu reflexo.
Como seus ser alado
jamais visto pelo homem,
entoando cantos jamais ouvidos,
se ponha a pousar sobremesa ombro
e depois escorregasse para dentro
do meu peito e ali habite para sempre.

Te amo como mão
quero partir acena em adeus
ao longe, antes de perder
a figura do ser amado.
E. assim eterniza o gesto
na curva da partida
num triste e longo adeus,
perante a manhã que, esbranquiças,
no caminho, espelha,
os sonhos vividos a distância.

Te amo como amante
debruçando sobre teu seio,
ah mulher, amada,
para sentir o instante da pura
ausência quando fremido
do prazer dos sentidos
esquecem o coito alucinante
dos corpos e vão
adormecer, profundamente,
envoltos pelo manto azul da noite.

Te amo como condenado a morte
que na execução traz
o último pedido solto
em forma de benção ao algoz.
A morte e a brisa ventilada
sobre o alçapão que me acolhe
com seus braços de Ramos vivos.
Uma morte temporária,
como as tempestades na floresta
que antecedem o cio das flores.

Te amo como lugar
onde te serve como solo.
Um solo fértil para te semear,
semear as sementes do teu coração,
As semente se nutrindo de seiva
branca para fecundar-te,
E, depois, romper das entranhas
o amor infinito dos deuses
que desce em sonho
e abre em carne celestial.

Te amo como brisa matutina,
brilhando sobre um novo
um dia que jamais surgiu,
mas existe translúcido
nos olhos dos náufragos,
dos loucos, dos poetas,
dos perseguidos e humilhados,
dos que têm sede e fome
dos desesperados, porém
que têm os olhos presos na aurora.

Te amo como outono
diante de secas folhas caídas
d'Água da tua alma.
E, na quietude do meu espanto,
sustento a fúria do mundo.
Parece como os instantes
que antecedem o fim, como a morte.
Porém é o preparo para adormecer
no inverno e na próxima estação
florir e, no fim, iluminar.

Te amo como passado
em que as lembranças são arrepios
desvendados no presente,
através de prazeres incontidos.
A sombra que mostra a vida
como o escurecer da noite
em busca da aurora do futuro.
que tinge a madrugada de luz.
E a escuridão que nasce
Clara no ventre da manhã.

Te amo como dor infinita
por sentir a falta do seu corpo.
Sinto-me esquecido
e aves do céu que fogem de mim
quando se aproximam
seus cantos estão mortos.
Uma dor de ausência dos teus olhos,
quando do amor de nossos corpos.
Teus olhos que abrigam
as chamas do crepúsculo.

Te amo como perda
que me faz lembrar das noites
em que amei teus olhos castanhos
e agora ouço a noite imensa.
mais imensa sem ti.
É assim choro sobre minhas
mãos vazias e são mais vazias
sem poder tocá-la. Estou triste
meus pobres versos caem
na alma como o orvalho na madrugada.

Inserida por andre_vilela_filho

MENINA!

O brilho é de um riacho
que tem água cristalina
beleza ela tem de cacho
mas não pense que domina
e pode baixar seu facho
se o cabra não for macho
não conquista a nordestina.

Inserida por GVM

A VALA

Dos esgotos ao riacho, a água suja levando todo tipo de relaxo humano. Aqui embaixo, no vale dos escrotos, pouco se vê daquela selva de concreto onde a vida abstrata torna a todos os cinzentos viventes robôs, inorgânicos por natureza consumista destrutiva.
Minha pele ferida pelo tempo passado dentro de manilhas ásperas e contaminadas, enfraquecida pela carência do sol, marcada pelo desespero. Considerava-me parte deste submundo de fezes e lixo, entre os ratos e as baratas, partilhava de suas rotinas o mesmo espaço, porém, hoje percebo que sou apenas mais um fruto da desumanidade, um resto inútil que um dia foi descartado.
Pelos canos rastejei buscando abrigo, porém minha presença opressora prejudica a liberdade no esgoto, não sou resto suficiente de algo, talvez seja eu restos de nada, talvez nada. O córrego de merda desperta-me o desejo de navegar, de sair pra ver o céu, respirar um pouco melhor este ar.
Principio de um desejo a jornada rumando junto à corrente, das paredes abissais escorrem desesperança, mas, o trajeto da grande valeta parece me trazer o sentimento de um futuro favorável. Segui-lo hei na minha aventura, embrenhado na pequena mata baldia sigo, e a cada passo que dou me sinto um pouco mais vivo, pelo menos, a sensação de que o coração ainda bate me conforta.
Ruídos, buzinas, freadas, sirenes, latidos, roncos, pancadas, batidas. A cidade é um monstro estranho, não pretendo compreende-lo. Deveria me assustar, apavorar, mas ele já arrancou de mim todo o medo, consumiu-me até não restar bagaço à desfazer, ando por suas entranhas como um fantasma anônimo, perdido, avulso, perambulando leve nulo desumanizado.
Avanço pela fenda cada vez mais larga, distante dos tubos, enquanto acompanho o escorrer do denso regato fétido sou observado pelos habitantes das fossas, um desirmanado só, errando extraviado de todo o resto, perdido. Mas por que julgar de tal modo o olhar curioso das criaturas? Por que estabelecer tais qualidades tão desprezíveis à mim mesmo? Talvez minha imaginação tenha sido arruinada, uma cabeça desprovida de sonhos e esperanças, uma cabeça oprimida e comprimida de forma a servir um propósito alheio não mais pensa livremente para si.
Deparo-me com uma comunidade às margens do riacho, estranhamente sinto pelos que ali vivem o horror de ser humano lixo, descartados como bosta deste monstro conhecido como cidade. O crepúsculo triste de um sol que não se vê, torna aquele lugar mais estranho. Na escuridão vejo uma tímida fogueira, queimando lixo, iluminando e aquecendo rostos anônimos a queimar e fumar a dura pedra da decepção, cravando desilusões na mente já ludibriada pelo desapontamento vívido vivido desde a infância.
Peço-lhes fogo, para atear em minha própria fogueira, longe da desesperança e do lamento, aquecerei meu desejo de seguir adiante e matarei minha sede longe do olhar desconfiado dos que receiam. O cheiro das fezes lançadas pelos tubos empesteia a noite, e não há noia que catingue tanto a ponto de nos fazer esquecer que o vale dos escrotos foi enterrado com esterco e pavimentado com ignorância.
A chuva cai sobre nós lixos, evaporando do solo toda a podridão tornando o fedido cânion um caldeirão infectado, que logo é tomado por uma enxurrada de chorume decomposto lavado das ruas levando indiferente tudo o que havia ou não pela frente.
Fui junto, tornei-me mais um corpo inchado boiando na merda removido com repulsa e enterrado com repugnância, despido de qualquer pingo de empatia tido como resíduo inútil de uma existência desnecessária.
Tornei-me lembrança passageira de alguns ratos de esgoto, o homem que foi lixo do homem, um lixo de homem na vala de lixo.

Inserida por crislambrecht

Muitas vezes, conto as pedrinhas que circundam o riacho e quando vejo uma sozinha, me pergunto meio sem graça como chegou até ali, se parecia tão feliz quando morava lá na praça.
by/erotildes vittoria

Inserida por erotildesvittoria

Enquanto todos olham para o riacho,
Eu te procuro, te procuro, mas não acho.
Eu olho para cima, e todos para baixo.

Inserida por BriarPapp

Uma vida sem desafios transforma o homem em um riacho sem água.

Inserida por JaksonTrindade

O sonho de todo rio é um dia encontrar o mar;
Hoje você poder ser apenas um riacho, mas um dia você será tão grande como o mar.

Inserida por SidAguiar

Você deve secar a fonte, antes de secar o riacho"

Inserida por israelbalmeida

Ciclo vital

Segue o lago o grande rio
Que se divide ao longo
Um fio
Riacho que se divide
Artérias, veias e vasos
Até que se encontra
com o grande mar
de agua salgada
perfeito equilíbrio
que leva a todos vida
Que não me canso de admirar
Esse ciclo vital, que não pode parar.

Inserida por julianarossicordeiro

(Larissa)passei em um rio,passei em um riacho cada vez qu te vejo mais bonita te acho...

Inserida por Otaviobarros1985

Em suas curvas eu relaxo
eu me perco eu me acho
na cachoeira ou no riacho
sou teu homem sou teu macho

Inserida por Idoeme

Para tocar a mão de alguém que esteja no meio de um riacho, terá que molhar seus pés também.

Inserida por RoneySantos

A relva molhada, um paiero aceso
A paca correndo, o riacho barulhento
O rádio ao fundo toca baixo, o berrante empoeirado
O tédio consome, não sei se aguento

O velho resmunga, o eucalipto balança
O manga-larga trota, a muriçoca rondeia
O lago se remexe, o pinhão já tá no fogo
O guardanapo todo duro, é o luar que me norteia

O pinto avisa, D'Angola cacareja
Daqui eu imagino, como é que seria
Se aquele Preto-Velho ainda
Estivesse na Bahia

Um bom trago na cachaça e já devolvo para a pia
Respiro fundo e olho fixo, para além da cocheira
Um menino se aproxima, de bota e chapéu marrom
Parece até que me conhecia, desde os tempo da trincheira

De longe desconfio, aproximo a espingarda
Traz um santo na mão, com os olhos me pedia
Aqui tem um recado, de alguém que me mandou aqui
Num papel velho e amassado, de alguém que se asfixia

Passa um gato como um tiro, parece que já sabia
A paz que aquele piá, sem querer me trazia

Ô meu pai mas que saudade, esse estradão é muito cruel
Não entendo muito dessas coisa, nem escrevê eu sei direito
O que sei é desse aperto, que deixastes em meu peito
No horizonte vejo mato, um rio fundo e o mesmo céu
As garrafas não dão conta, me afogo diariamente
Qualquer comida que me atrevo, só consigo sentir o fel

Interrompo aquela carta, não consigo prosseguir
Ninguém sabe meus motivo, o que me trouxe até aqui

Sou um chucro fí do mato, criado no sertão
Minhas coisa resolvo assim, me afasto pra refletir
Não sei se certo ou errado,
Mas me puno com a solidão

Inserida por bruno_mamprin

⁠“Ao caminhar na chuva
Levo um vazio profundo
Em passos largos
Descubro um riacho
Dizem não ter fundo
Me atiro e procuro
Encontro o momento
Porém não é perfeito
Apenas digo o que vejo
La dentro tem sentimento”

Inserida por marglamichels

⁠A vida deve ser como um riacho que vai ganhando volume e força conforme vai fluindo.

Inserida por WilmarLeitte

⁠Árvore frondosa a beira do riacho, mantém a nascente que faz correr pela terra, a vida.
Sabe quando acordei com o som dos pássaros? Quando quis ouvir.
Cantavam sempre, mas eu não ouvia
Não somos educados para:
Ver e ouvir nas entrelinhas!!!
Para ....Ser feliz!!!
Para .....Agradecer!!!
Para ....o dia comum!!!!
Ficamos na espera de:
Um dia especial...que quase nunca vem...e quando vem, são dias contados com as palmas da mãos.
Se valorizassemos os dias comuns como valorizamos os dias ruins, o resultado da vida seria outro.

Inserida por MaraDias2020