Retribuindo uma Amizade
Acredito que os caminhos prósperos para o desenvolvimento mais abrangente de uma neurociência pedagógica inclusiva, nos casos de transtorno do espectro autista TEA, sejam mais "junguiana" e "moreniana" de Jung e de Moreno. Por uma abordagem menos direta do individuo e indo pelas bordas, pela aroma terapia, cromoterapia, arte terapia e o psicodrama, chega se mais fácil a compreensão. Afinal o caminho inicial para um entendimento neural comportamental me parece vital saber sensivelmente do que ele gosta e como ele se vê. Só depois de um conhecimento e comunicação com a auto identidade que podemos, direcionar para o que podemos sugerir, ensinar e aprender, aprender dos dois lados, um novo aprendizado do terapeuta e do paciente,
Sempre alerto para o perigo do diagnóstico precoce, de uma criança com um suposto transtorno do espectro autista TEA, para não se tornar uma "sentença" que apaga toda a subjetividade e por seguinte uma melhor comunicação e uma maior compreensão do comportamento inclusivo. O "isolamento" autista não deve ser visto necessariamente como um déficit social, mas como uma forma particular de gerenciar as fronteiras de suas emoções sensíveis na permissão, contato e retirada. O objetivo, não é forçar o contato do autista para com pessoas a seu meio, mas sim respeitar o ritmo individual de cada pessoa e ampliar cada vez mais as possibilidades de contato, quando cada qual, se sentir seguro.
O autismo ou Transtorno do Espectro Autista, conhecido como TEA, é uma condição especial de cunho neurológico e a literatura cientifica sempre aponta maior incidência em meninos mas de forma alguma, isola o mesmo aspecto do autismo em meninas. No entanto, pela própria natureza biológica da mulher, entre ciclos de humor, diferenças de temperatura e transformações, tensões e ansiedades pré menstruais, ocorrendo pela proliferação de uso de hormônios alimentares, vem acontecendo cada vez mais cedo, dificultando o diagnostico claro e objetivo, neste sentido. A própria mídia da internet dificilmente apresenta uma menina autista como exemplo.
A maternidade de uma criança com transtorno do espectro autista TEA, desde que se percebe, cria uma genuína e intrínseca cumplicidade divina, uma cumplicidade intra-uterina, de mãe e fruto de seu ventre, muito além da compreensão linear, que vai acompanhar a vida toda, mesmo que muitas vezes, a inicio, esteja despercebida ou inconsciente. Como eu já disse uma vez, e continuo dizendo, com a mesma opinião. " Não se busca outro igual para viver a cumplicidade, mas alguém que verdadeiramente, nas palavras da alma, nos complete." A chave mestra da superação está no amor de mãe, e mesmo depois de sua ausência, é pela certeza deste amor que a vida segue em frente.
O Autismo ou Transtorno do Espectro Autista (TEA) é sempre visto como uma condição do neurodesenvolvimento que afetam e se manifestam pela dificuldade na comunicação, interação social, comportamentos e interesses. No entanto, não concordo muito com a dificuldade na interação social, por que na fase infantil, o portador do TEA, até tenta, a aproximação com outras crianças de comportamentos padrão, quase que camuflando seu jeito personalíssimo de ser mas ao primeiro sinal de interesse sobre temas e questões fora da caixa, o grupo dos novos amiguinhos se afastam. A partir desta experiência o autista começa a desenvolver uma camuflagem, que o acompanhará até a vida adulta.
No passado, digo no século XX, existia toda uma sismologia, loteamento e organização padrão de obras de arte para os tradicionais leiloes nacionais e internacionais. No intuito de serem iniciados com obras de menores valores e sendo acompanhadas de obras de valores médios e deixavam as melhores obras e mais importantes com valores quase milionários para perto do fim, do pregão. Desta forma dava um ritmo próprio de oferta e lances entre obras oferecidas como oportunidades e valores. No entanto hoje não é mais assim, aboliram está organização por que o loteamento, não é feito mais pelo organizador e sim pelo sistema computacional, que mesmo com a IA, não tem a capacidade de qualificar a importância das obras.
Uma das medidas que poderiam ser adotadas na qualificação educacional e profissional, que diminuiria, muito o impacto nefasto de melhor circulação e oportunidade para os que transitam por processos de redesignação, os "transgeneros", muitas vezes altamente qualificados profissionalmente no retorno ao mercado de trabalho, seria uma obrigatoriedade de constar nos diplomas e certificados, só o numero do cpf e não mais seu nome social, seja ele, masculino ou feminino. Por que a identificação do gênero, é determinado como o individuo se apresenta na sociedade mas sem saber da original genitália dentro de um caráter apenas biológico, não é possível a clara compreensão, e além disto vem crescendo uma diversidade de redesignação de gêneros nunca antes classificadas.
Muitas das vezes, de tanto tentarmos uma complexa solução para antigos problemas, a mente cansada automaticamente bloqueia novas idéias. Por mais que insistirmos, com os velhos conceitos parece nos que fica cada vez mais complicado e distante de compreensão. Chegamos a blasfemar, impunimente. Deus não existe. Por que isto acontece, só comigo. Sendo assim, apaga tudo, tire um momento em oração para seu ser divino interior, e rogue a vida que lhe apresente novas visões e novas idéias. E boa sorte, que do nada por inspiração da vida, chegará a mais simples e perfeita solução.
Relógio do Café Brasileiro ou Relógio do Café é uma obra de arte da relojoaria francesa do século XIX, realizada para sua alteza imperial Dom Pedro II, celebrando o Ciclo Cafeeiro do Vale do Paraíba, na Planície Fluminense. Este relógio é um Relógio de Chão, com a famosa máquina francesa "Contoise", que apresenta alegorias próprias imperiais, e da cultura do café. Originariamente, este relógio fazia parte de uma das Fazendas Imperiais, talvez da Fazenda Governo, ou Santa Cruz, onde permaneceu até os últimos anos do Império Brasileiro.
O Ibram, Instituto Brasileiro dos Museus, deveria em uma nova politica nacional de inclusão museal, publicar uma nota e sugerir que as antigas e equivocadas denominações de museus do índio, espalhados por todas as regiões, sejam reformuladas para indígenas ou dos povos originários. A antiga denominação do índio, não significa nada e é amplamente desqualificada e equivocada.
Mesmo sendo a noética uma disciplina acadêmica de formulação recente, seu objeto e metas, já foram estudada por várias filosofias e fazem parte de alguma forma da espiritualidade nas tradições esotéricas e religiosas do mundo. Os fenômenos subjetivos da consciência, da mente, do espírito e da vida em comum entre uma comunidade, embasado nos conceitos e saberes ancestrais quanto aos ritmos, símbolos, ritos, movimentos e realidades, são naturalmente encontrados. Este conceito da consciência comum de estarem, pela pluralidade e interdimensionalidade, todos elementos ligados e interligados, é de forma fácil encontrado em diversas culturas antigas dos povos originários do planeta, que compartilham desta mesma visão e verdade.
Vejo a arte muito além de uma expressão. Vejo como uma filosofia estética buscando significação de vida pelas cores e formas, pelo equilíbrio e uma gama imensa de respostas expressivas para alma inquieta do artista que por sua consciência, grita, chora e ri para seu tempo e seu meio abstrato ou físico. Os estados novos de consciência pela arte como na imersão do cubismo revelando em si uma visão mais abrangente e múltipla do espaço. Como também acontecem em outros estilos da arte moderna, que oferecem novos caminhos pensantes para o entendimento e novas compreensões da consciência humana e dos processos sociais psicológicos. Tais como pelo cubismo, o futurismo, o dadaísmo, o surrealismo, a action painting e a pop arte.
A moldura para uma obra de arte, não é uma escolha simples como muitos pensam, só uma questão de gosto. Na verdade é uma harmônica união, que valoriza e acompanha a obra toda vez que for exposta ou mesmo em um local fixo para apresentação. A escolha certa da moldura só valoriza o trabalho e o profissional fechamento, evitará que a obra se desgaste com o tempo e precise sofrer por restauro e intervenções.
Via de regra em uma sociedade politica democrática madura, o direito e privilégios dos mais poderosos devem serem os mesmos e terem a mesma paridade, para todos aqueles que sejam muito humildes ou façam parte dos grandes grupos de invisíveis.
Um crime bárbaro, covarde e desumano, ceifa a possibilidade natural de uma vida plena, da vitima em um instante mas o que poucos sabem é que por este ato infeliz, pela imutável lei da vida, o restante amargo da sobrevida atormentada passará ser infernal e que o remorso irá corroer o corpo, o espirito e a alma, pouco a pouco, bem devagarzinho, lentamente, a enlouquecer e torturar toda equivocada e triste existência, do bastardo, criminoso e agressor.
Moralmente, todos os crimes cometidos no Brasil por intolerância religiosa contra uma pessoa, templo, lugar sagrado, igreja e terreiro, deveriam ter suas penas multiplicadas por três vezes. Por que são atos abomináveis e ilícitos, contra a constituição nacional, contra a cultura universal e a liberdade da crença e a fé, de um conjunto, que afetam diretamente, a um grande numero de pessoas.
Hoje diante a indicação de beatificação de um homem santo, me transborda uma felicidade infinita e da mui saudosa amizade na convivência com meu amigo e confessor de inúmeras conversas com o amigo monge beneditino, no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, Dom Estevão Bettencourt um dos mais preparados exorcistas que conheci dentro do meio católico apostólico romano e um servo de Deus com uma bondade e compreensão infinita. Nossa amizade se iniciou, quando fiz parte do MESB, Movimento de Encontros do São Bento na época que teci amizades profundas com Dom Marcos Barbosa, Dom Emanuel, Dom Joao Evangelista Junot, Dom Tadeu, entre tantos outros dons na Abadia de São Bento no RJ, da Bahia e de SP. Em tempo, a expressão latina beneditina "Ora et labora" eterniza se.
“A distância não destrói um amor de verdade de uma vez… ela o silencia aos poucos. E o mais doloroso é perceber que, enquanto ainda tentamos manter o sentimento vivo, a outra pessoa já não coloca o mesmo coração nisso.”
Quando eu nasci, as frases que hão-de salvar a humanidade já estavam todas escritas, só faltava uma coisa – salvar a humanidade.
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