Retribuindo uma Amizade
No Marron,Vermelho,E Amarelo Das Folhas Renasce Uma Estação.
O seu começo é visto em cores que estão à sua espera.
Principalmente nas folhas de tantas árvores.
Com cores que se fortalecem nessa sua aparição.
Nas folhas das árvores que preenchem cada galho,cores indicam a sua proximidade.
Após manhãs iluminadas por uma forte luz de uma outra estação o seu começo também é feito de Sol.
Brilhante por essa estrela,mas com um outro jeito no seu começo.
Com o tempo e a serenidade da estação que é,as folhas se transformam.
Em uma outra metade do Planeta Terra em lugares que estão sob um mesmo Sol,um mesmo céu.
Em um lado que uma natureza também vive,floresce e continua.
Como se já tivesse feito isso antes assim como as suas folhas que mudam de cor.
Do verde se tornam marrons,vermelhas e amarelas.
Dessa metade do Planeta Terra o seu começo é em uma manhã de março.
Nos rastros da luz do Sol de uma primeira estação nessa parte do Planeta Terra o seu começo é agraciado por uma luz amarela e sonhadora.
Em uma manhã no mês de março as folhas despertam em marrom,vermelho e amarelo.
Com a sua serenidade de estação a cor verde ainda em esperança é vista e sentida.
Esperança que colore outras folhas com cores de uma serena estação.
E o Sol atravessa o céu e essa estação.
As suas folhas e a sua sensatez.
E são tantas as folhas amarelas,vermelhas e marrons que fazem essa estação.
E ainda com folhas verdes.
Folhas coloridas nas árvores e nas brisas.
Que voam lentamente colorindo vários instantes.
De um nascer do Sol no mês de março até o mês de junho.
De um lado do Planeta Terra.
Uma estação se transforma.
Na serenidade que cobre as suas folhas com cores da sua existência.
Um começo novamente colorido e cativante.
Nas árvores que nascem sob o Sol com as suas milhares de folhas que se curvam nas brisas de afeto.
Árvores de tantas espécies com os seus traços desde a semente até a folha mais alta.
Em uma manhã no mês de março são várias as folhas que mudam de cor.
E as que permanecem verdes sentem a serenidade e o renascer dessa estação.
As brisas que vêm entre os galhos tocam cada folha como o Sol faz.
Do céu uma cor azul se faz sentir nessa fascinante serenidade.
Que nasce em uma manhã de março e até junho desse lado do Planeta Terra colore as folhas transformando cada árvore.
Até o Sol é tocado por sua folhas.
Do seu recomeço nas brisas de uma manhã.
Que permanecem voando no seu nome e na sua serenidade.
Levando as suas folhas coloridas mais longe.
Na direção do céu e de outras árvores.
As suas cores são cobertas por algo emotivo.
De uma manhã em março até outras folhas coloridas no mês de junho.
Uma estação é refletida pelo Sol com serenidade.
Nas brisas dos dias sobre ela e nas cores que estão ao seu redor.
Em vermelho,amarelo e marrom e no verde que ainda permanece.
Uma estação que fica nas folhas das árvores e nas brisas que passam.
Como o Sol faz no céu.
Iluminando novamente o seu recomeço.
Em cada folha a sua presença é marcante.
Nas folhas que ficam perto das árvores cores colorem o chão.
Nas gramas,plantas e nos telhados das casas.
Essas cores também colorem o tempo.
Que sabe o começo dessa estação.
Em um lado do Planeta Terra em que folhas têm formas distintas.
Como as árvores que crescem por lá.
E quando ela irá retornar em uma manhã do mês de março.
E antes dela o Sol brilhará mais uma vez no céu e nas brisas.
Em cada árvore,em cada folha.
Com serenidade uma estação irá se transformar quando em uma outra manhã do mês de março,certas cores tocarem outra vez as suas folhas.
Na Quietude Brilhante De Uma Estação.
Mais uma vez em uma manhã.
Um novo começo.
De ternura do céu azul e a sua profunda beleza.
Do céu um outro dia.
Em mais uma manhã de Sol.
E de uma nova estação.
Que tem certas cores de uma outra estação no seu começo em uma manhã de junho.
De uma metade que une o Planeta Terra.
Uma estação começa no céu.
Do azul celeste com uma cor branca e macia.
Com ventos frios e muitas vezes velozes.
Vindos do céu nesse começo de estação.
Que tem o Sol na sua cor branca e fria.
Em uma manhã do mês de junho com os seus ventos frios até uma outra no mês de setembro.
Em uma metade do Planeta Terra uma estação começa no céu.
Com o Sol acima desse azul seguindo o frio dessa estação.
Em lugares em que esta estação recomeça a cor branca cobre com a sua quietude.
Caindo do céu azul com ventos frios tendo o Sol e outras estrelas.
Até as noites sentem a sua quietude macia e gentil.
Que começa em uma manhã do mês de junho e até uma outra do mês de setembro é assim.
Dessa metade do Planeta Terra alguns lugares veem e sentem esse frio de formas diferentes.
De uma natureza acima florestas,montes,rios são tocados pelas gotas das chuvas.
Chuvas que caem do céu sobre esses lugares.
Mesmo sem a neve um frio característico é sentido com as chuvas que caem do céu e que estão nos ventos.
Em distâncias que separam esses lugares a sensação dessa estação é de um outro jeito.
Mais abaixo árvores,flores,plantas percebem a cor branca sobre as suas vidas.
Do céu azul com maciez e com os seus ventos frios flocos brancos caem.
Sobre paisagens com uma cor branca e fria.
Entre esses ventos frios do céu a luz do Sol está.
Iluminando a quietude dessa estação fria e gentil.
Que começa em uma manhã de junho e até uma outra manhã do mês de setembro de um céu azul.
Em alguns lugares será com gotas de chuvas e ventos frios.
Em outros será predominante na cor branca.
Começando no céu.
Sendo iluminada pelo Sol desde a manhã em que recomeçou.
Como uma estação fria e branca.
Com os seus muitos ventos vindos do céu.
Para uma metade do Planeta Terra.
A sua quietude cai do céu cobrindo a natureza de certos lugares.
Para outras vidas as chuvas trazem gotas frias.
Em um começo de uma manhã do mês de junho e até uma manhã do mês de setembro.
Com os seus dois jeitos sobre alguns lugares.
O céu azul e o Sol sobre as suas belezas.
Nas noites de estrelas pode ser que sejam as chuvas a se manifestarem.
Ou o cair da neve de uma forma demorada ou não.
De uma estação fria e ainda de Sol de uma manhã do mês de junho.
E até uma manhã de setembro em uma metade do Planeta Terra ainda estará brilhante e macia.
Assim como o Sol.
Ou lindamente de chuvas e ventos frios.
O seu outro recomeço será em quietude e brilho em alguma nova manhã do céu.
Uma Revoada Sob Milhares De Estrelas.
Era mais uma outra noite maravilhosa com milhares de estrelas e a querida Lua.
Com milhares de estrelas ao seu lado.
Milhares de estrelas em anos-luz de distância que aos olhos da Lua pareciam mais perto.
Milagres brilhantes atravessando o tempo de cada estrela e vindo até mais uma noite.
Em uma fase bonita da Lua.
Milhares de estrelas brilhavam.
Na escuridão profunda e majestosa do céu.
Milhares de brilhos eram a noite.
Com tantas estrelas nessa maravilhosa escuridão.
Não tão distante como as milhares de estrelas uma revoada branca vinha de um certa direção.
Uma revoada branca e leve.
De um instante e na cor branca vinham iluminadas por estrelas que estavam atrás dessa revoada.
Na maravilhosa noite de Lua essa revoada branca e silenciosa seguia as estrelas que estavam nos seus olhos.
Uma revoada sob um anoitecer.
Uma revoada graciosa e branca de uma direção que já tinha constelações.
Dos muitos anos-luz de distância até os olhos daquela revoada.
Cada coração via estrelas,enquanto seguia voando para um outro lugar na mesma fase da Lua.
Em uma noite maravilhosa e com as estrelas de um luar.
Milhares de brilhos na imensidão.
Cada estrela no céu indicava um caminho,uma esperança.
Aos corações daquela revoada branca e aos olhos da Lua.
Antes dessa noite se reencontrar com uma outra manhã essa revoada já estará distante.
Ainda seguindo outras estrelas que estarão diante dos seus movimentos à milhares de anos-luz de distância.
Ainda nessa mesma noite antes de repousarem como revoada as milhares de estrelas e a Lua estarão nos seus sonhos.
Brilhantes e também seguindo sinais naturais que ficam sobre cada noite.
Como mais um milagre que refaz cada fase,os milhares de brilhos.
E uma revoada de um instante até um outro anoitecer.
A ofensa gratuita é como uma fratura óssea: a recuperação é um tanto quanto morosa.
Há enxerto ósseo das emoções e/ou pinos das opiniões de outrem…
No final, você nunca mais será o mesmo.
Eu sou uma pessoa muito enigmática para mim mesma. Faz quase 15 anos que eu sou eu e ainda não sei ser eu.
Da série "eu nem queria, mas a vida ensinou": Empatia se tornou umadas habilidades (soft skills) mais raras em
uma sociedade que vive através de avatares" em um metaverso" de aparências Ø e ilusões, conhecidas como "rede social"
Na mitologia grega, Pandora, a primeira mulher criada pelos deuses, recebeu uma caixa (na verdade um pithos, um jarro) com a ordem de nunca abri-la. Vencida pela curiosidade, ela libertou todos os males da humanidade: doenças, vícios, ódio, velhice e morte. Ao fechar a caixa às pressas, apenas uma coisa restou dentro: a esperança (Elpis).
Muitos veem a esperança como consolo, mas Hesíodo, o poeta que narrou o mito, a considerava enganosa. A esperança mantém as pessoas presas a expectativas vazias, impedindo-as de aceitar a realidade e agir por si mesmas.
Por isso, não devemos ter esperança nas pessoas. O ser humano, por natureza, repete os erros de Pandora: cede à curiosidade destrutiva, libera males e, quando resta apenas a esperança, a usa como desculpa para não mudar. Confiar na esperança nos outros é acreditar que uma ilusória promessa interna pode reparar o que a própria ação quebrou. A esperança não salva — apenas adia o desastre.
A dor é uma constante lembrança de algo que insistimos em querer esquecer: a vida é dura, cíclica, complexa e incerta.
Caminharei por suas flores e espinhos.
A dor está sempre presente. Ainda que algumas coisas melhorem, aparentemente outras permanecerão como estão.
Levo em consideração dados, fatos que sempre acontecem e se repetem. Ainda que eu seja tentado a acreditar de uma maneira diferente.
Por isso, não devo fugir dela. Se está sempre presente, o único caminho é ter que passar por ela, senti-la, sofrê-la.
O ambiente contribui significativamente para a sua atenuação ou aumento.
Só posso ir até onde sei.
Descansar, respirar.
Não vale mais a pena gastar energia mental se eu já entendi como a vida funciona.
"Toda consciência é consciência de alguma coisa. Não sendo apenas uma consciência cognitiva, mas uma sabedoria organísmica que possui o potencial de nos transformar — se agirmos alinhados com os princípios aprendidos."
"Não sei" indica algo que se está consciente, mas que não quer ou não pode lidar no momento. Não há como não estar consciente de algo.
Tudo está interconectado. Não existe fala solta, sem contexto.
Sempre há uma mensagem por trás, que revela a experiência, as sensações, os pensamentos e comportamentos do sujeito.
É preciso retirar os bloqueios internos que impedem a viabilização do nosso processo terapêutico, o qual só poderá ocorrer seguindo algumas condições. Por isso a importância do AUTOCONHECIMENTO.
A vida é observar o mundo,
por mais ou menos tempo...
É igual executar uma quantidade
maior ou menor de ações e acontecimentos...
O des-fecho é o mesmo...
Tua dissolução: cádaver e fumaça...
Adeus Deus...
Cada dificuldade, cada sofrimento, cada perda que acontece em nossa vida São degraus de uma extensa escada de aprendizado e de crescimento, estamos subindo! Porém, se não houver fé, todas essas situações sempre parecerão apenas descidas e retrocessos.
Tenha fé!
A retórica pode erguer uma liberdade verbal ou refiná-la em
instrumento de domesticação;
tudo depende
da ética de quem a maneja.
A estilística
é a pele intelectual do sujeito,
o modo singular como uma consciência aprende a habitar
a linguagem.
A desigualdade se apresenta como acaso, mas se perpetua como (e com) uma engenharia refinada de privilégios.
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