Retribuindo uma Amizade

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O sucesso de um empresa é o resultado do trabalho de uma grande equipe.

Seja bem-vindo SETEMBRO!
Traga flores,novos ventos,novos acontecimentos.
Venha leve como uma pluma e me faça forte pra encarar os percalços que esbarram no meu cotidiano.
Sinto cheiro de coisas boas,sinto gosto de esperar,sinto meu coração bater esperança,sinto meus olhos brilhando,sinto o toque do mês da primavera.

Acho que, nas questões do coração, não dá para prever como uma pessoa vai se comportar.

Conheci uma mulher incrível
Sorriso encantador, simpática e engraçada

As conversas com elas são as melhores
Fazem meus piores momentos serem os melhores

É tanta coisa que se passa na cabeça que não da para pensar
Só penso que quando te ver de novo quero te abraçar

⁠O mérito é dela, e o apoio não a diminui

Por que, quando uma mulher é bem-sucedida, insistem em dar o crédito a um homem? Como se ela não fosse capaz de trilhar seu próprio caminho sem que alguém a conduzisse.

Durante séculos, fomos ensinadas que nosso valor estava atrelado a uma figura masculina – ao pai, ao marido, ao chefe. Quando conquistamos algo grande, muitos tentam justificar: “Deve ter alguém por trás”, “Teve sorte”, “Alguém abriu as portas para ela”. Como se esforço, competência e resiliência não bastassem.

Isso não significa que o apoio masculino não tenha valor. Pelo contrário, um homem que respeita e incentiva uma mulher fortalece sua caminhada. O problema está na ideia de que uma mulher só alcança o sucesso porque um homem permitiu, e não porque ela lutou por isso. Um parceiro, um pai, um mentor podem ser aliados importantes – mas o mérito de suas conquistas ainda é dela.

O homem pode ser provedor, pode estar ao lado, pode ser suporte. Isso não anula a força da mulher. E a mulher, ao ser independente, também não invalida o papel do homem. O que precisamos é equilíbrio: reconhecimento sem subestimação, apoio sem apagamento.

Porque, no fim, sucesso não deveria ter gênero – mas sim mérito.

⁠Entre Inspirações e Desafios: O Que Nos Impede de Nos Apoiar?

Me sinto uma mulher privilegiada por trabalhar ao lado de tantas mulheres brilhantes, talentosas, competentes e profissionais inspiradoras. Elas me motivam com suas vidas, tanto pessoais quanto profissionais, e me mostram, dia após dia, o que significa ser dedicada, forte e comprometida com aquilo que amam. São esposas sábias, mães que equilibram a vida familiar com o trabalho, mulheres que são responsáveis por moldar e educar a nossa sociedade, inclusive no meu município.

Ao longo da minha vida, minhas amizades sempre foram com mulheres que me inspiram: professoras, empreendedoras, lojistas, cabeleireiras, manicures, médicas – mulheres bem-sucedidas e que, com muito esforço, conquistaram seu espaço em um mundo que muitas vezes não facilita a caminhada.

No entanto, vejo uma diferença importante entre essas mulheres. Algumas formam redes de apoio entre si, se tornam amigas, clientes e incentivadoras. Elas não se abandonam, sabem a importância de se fortalecerem juntas e caminham lado a lado em busca de crescimento mútuo. Esse tipo de união é um exemplo claro de como podemos transformar o espaço à nossa volta, tornando-o mais colaborativo e mais inclusivo.

Mas, infelizmente, a realidade é que a maior parte das mulheres não age assim. Em vez de apoiar, muitas se tornam concorrência desleal. Observando ao meu redor, percebo como a competição, os julgamentos e as intrigas acabam tomando conta. Elas não se preocupam em buscar o próprio crescimento, mas em ver a outra fracassar. Falar mal, derrubar e competir de maneira desleal se tornam atitudes recorrentes.

E por que isso acontece? Por que tantas mulheres não se apoiam e, ao invés disso, se colocam como barreiras umas para as outras? O que nos impede de entender que o sucesso de uma não diminui o da outra? Talvez seja o medo, a insegurança, ou talvez o reflexo de uma sociedade que nos ensina a ver a outra como uma ameaça. Mas, no fundo, sabemos que juntas somos muito mais fortes.

Precisamos lembrar que o verdadeiro empoderamento vem da união. Que, ao nos apoiarmos, criamos uma rede que nos fortalece e que nos eleva. Só assim conseguiremos quebrar as barreiras da competição desleal e construir um espaço onde todas possam prosperar.

Uma pessoa de mau-caráter não se importa com o que você pensa sobre ela. Uma pessoa de mau-caráter só se importa com quanto ela ganhou enganando você.

aprendi que não se deve dizer a uma criança que sonhossão bobagens

O ato Ético é um ato de religação:
com o outro, com os seus,
com a comunidade, e uma inserção
na religação cósmica.

Não há senão diferenças de um certo gênero que tendem uma para a outra; são aquelas que em lugar de se opor e de se excluir, se completam mutuamente.

Aquela boneca um dia cresce, cria forma, forma atitudes e atitudes fazem ela virar uma mulher.

Uma taça de vinho
Uma taça apenas de vinho tinto
...E a gente já tem o pretexto perfeito
para agir por instinto.

O dicionário define pesar como sofrimento ou tormento mental aflitivo, por uma perda, mágoa lancinante, tristeza profunda. Como cirurgiões, como cientistas, vão nos ensinar a aprender com os livros e como confiar em suas definições, suas conclusões, mas na vida definições precisas raramente se aplicam, na vida o pesar pode parecer com um monte de coisas que guardam apenas uma pequena semelhança com tristeza profunda.
O pesar pode ser uma coisa comum em todos nós mas age diferente em cada um. Não é só a morte que traz o pesar, é a vida, a perda dela, as mudanças. E quando a gente pensa porque que tem que ser tudo tão sofrido, por que que machuca tanto o que a gente não pode esquecer, é que tudo vira de uma hora para outra. É assim que sobrevive quando machuca tanto a ponto de você não conseguir respirar, é quando você sobrevive!
Quando você se recorda de um determinado dia, de alguma forma impressionante, você não se sente do mesmo jeito, não dói tanto assim. O pesar vem pra cada um no seu tempo, do seu jeito. Então, o melhor que se tem a fazer, o melhor que qualquer um tem a fazer, é tentar ser honesto. O pior disso tudo, a pior parte do pesar, é que a gente não se controla, o máximo que podemos fazer é saber quando o pesar vai chegar e deixar ele ir embora quando pudermos. Mas o pior mesmo é quando você acha que passou e começa tudo de novo e sempre toda vez você se surpreende.
Existem 5 estágios de pesar, eles são diferentes para cada um, mas são sempre 5: Negação; Raiva; Barganha; Depressão; e Aceitação.

⁠Fotografia: Resgatando a Memória de Nossa Gente

Cada clique é uma conversa com o passado. A fotografia é minha maneira de conectar o presente ao que não queremos esquecer, de revelar as histórias que muitas vezes ficam escondidas no cotidiano. Em minha cidade, cada detalhe, cada rosto e cada canto guardam uma história esperando para ser contada.

Através das minhas lentes, tento mostrar que a beleza está nos pequenos momentos, nos costumes que fazem parte da nossa identidade. A fotografia é minha maneira de eternizar o que é efêmero, criando um elo entre as gerações e tornando nossa cultura visível para o mundo.

É assim que quero que você veja: a fotografia não é apenas uma imagem, é uma memória viva, carregada de emoção e significado. E, ao olhar para ela, espero que você também sinta a força das nossas raízes e a beleza de nossa gente.

⁠Sozinhas, mas não ameaçadoras

Desde quando uma mulher sozinha representa mais risco para outra do que aquela que anda em grupo? Desde quando optar por menos companhia é sinônimo de desconfiança ou um atestado de solidão e sofrimento?

Somos observadoras, sensíveis à nossa própria percepção. Valorizamos conexões leves e verdadeiras. Não nos forçamos a laços apenas para pertencer a um grupo, porque não buscamos existir em bando – buscamos existir em verdade.

Isso não significa que não temos amigos ou que não somos leais. Apenas escolhemos o silêncio ao invés do ruído desnecessário. E essa escolha não deveria incomodar ninguém.

⁠Profundidade e Entrega

Sou uma mulher que não se apressa em se entregar, porque sei que o verdadeiro encontro exige mais do que o superficial. Busco sempre o genuíno, o que vai além das aparências, o que conecta as almas. Para mim, o corpo é só o início; a alma é onde tudo acontece.

Não temo a solidão, ela me permite me encontrar e entender o que realmente desejo. Prefiro esperar, até que a dança certa se apresente, até que alguém com a mesma sintonia cruze o meu caminho.

Quando me entrego, faço-o por inteiro — não apenas com o corpo, mas com a alma. Sei que o valor real das conexões está na profundidade, na entrega mútua e no espaço onde as energias se encontram e se fundem.

"Aprenda uma coisa Alan, a energia gasta pedindo permissão é muito maior do que a pedindo desculpas..."

Faça uma criança, plante uma semente
Escreva um livro e que ele ensine algo de bom
A vida é mais que um mero poema
Ela é real...

⁠Carta Aberta

Para quem se permitir sentir, refletir, conectar.

Aqui estou eu, uma mulher que carrega dentro de si a busca incessante pela profundidade e autenticidade. Não sou uma alma que se perde na superficialidade das interações fugazes, nem nas palavras vazias que muitas vezes nos cercam. Eu busco a essência, a alma do outro, como se a verdadeira dança da vida estivesse na entrega silenciosa e na sintonia que não se explica, mas se sente.

Se algo define minha jornada, é a busca por uma conexão genuína. Às vezes, penso que a solidão é necessária para que a verdadeira conexão aconteça. Sou do tipo que se recolhe até sentir que vale a pena abrir a porta, até encontrar um olhar que se atreva a tocar a minha alma.

Na fotografia, eu me encontro. Cada click é uma tentativa de capturar o invisível, de revelar aquilo que mora nos cantos mais ocultos do ser humano e da vida. Acredito que a sensibilidade de quem fotografa tem o poder de transitar entre o visível e o invisível, entre o que é e o que poderia ser, fazendo com que o outro veja o mundo através de uma nova perspectiva. Cada imagem que crio carrega um pedaço da minha alma, esperando ser vista, sentida, compreendida. E é assim que vejo a vida: uma fotografia em movimento, cheia de momentos efêmeros que pedem para serem eternizados no olhar atento de quem sabe enxergar.

Hoje, me permito escrever, não para expor, mas para partilhar. Porque, como sempre busquei nas palavras e nas imagens, talvez o que realmente desejo é que minha essência encontre eco no mundo. Que, de alguma forma, minha busca por profundidade se revele como algo comum a todos que também têm fome de autenticidade e de verdade.

Aos que, como eu, não se contentam com o raso, aos que acreditam que há beleza na entrega silenciosa e na quietude que precede a verdadeira conexão, deixo estas palavras: seguimos. Continuamos nossa busca, nossa dança. Porque no fim, é a dança que importa, o encontro verdadeiro, onde corpo e alma se entrelaçam. E é isso que me move: acreditar que, no fundo, todos buscamos algo mais. Algo que só o verdadeiro olhar consegue captar.

Com carinho e sinceridade,
Jorgeane Borges

Eu acho que se mesmo daqui a dez mil anos, se eu lesse ao menos uma página de Harry Potter eu poderia sentir aquela mesma sensação que eu senti pela primeira vez. E isso foi o mais perto que eu tive da magia.