Retomar uma Amizade

Cerca de 255348 frases e pensamentos: Retomar uma Amizade


carinho é a fortaleza de um HOMEM
e o manto SAGRADO DE UMA MULHER!

Inserida por CrisArruda22

⁠EU sou apena uma simples FLOR
que com a força desse AMOR
para a vida desabrochou
e na tua pele meu PERFUME ficou!

Inserida por CrisArruda22

⁠o passado é a memória de uma vida presente

Inserida por CrisArruda22

⁠quem não percebe o brilho de uma alma,
Provavelmente caiu na imensidão da escuridão.

Inserida por CrisArruda22

⁠"Três Palavras que acompanha uma mulher.
Pendências.
Conflitos.
Incertezas.

Pendências de algo do passado.
Conflitos no presente.(Hoje).
Incertezas do Amanhã.

Inserida por CrisArruda22

⁠A realidade é como a soma de todas as perspectivas, e a natureza do universo é uma dança cósmica de energia e matéria. Somente através da contemplação, da observação e da reflexão podemos começar a desvendar a sua essência, mas nunca compreenderemos completamente o todo, pois somos parte do universo que tentamos entender

Inserida por DietrichLohan

⁠A beleza é uma percepção subjetiva que transcende o mero aspecto físico das coisas. A arte, por sua vez, é a expressão máxima da beleza, uma forma de transmitir emoções e ideias através de uma linguagem única. Entender a arte e a estética é compreender a profundidade da alma humana, pois é na contemplação da beleza que encontramos a nossa própria essência e nos conectamos com algo maior que nós mesmos.

Inserida por DietrichLohan

O infinito é uma concepção. Essa concepção é definida como limitada. O infinito é uma compreensão do indecifrável.

Inserida por DietrichLohan

Eis a sabedoria, sendo como uma lâmpada, cuja luz transcende as sombras da ignorância que envolvem nossa jornada mundana. Meu coração se perturba, pois discerno os equívocos que teimosamente perpetuo, as transgressões que afligem meu caminhar. Ó, este meu anseio pela luz da sabedoria, como o quero, pois revela diante dos meus sentidos os desvios em minha senda, e me conduz ao arrependimento e à correção.

Inserida por DietrichLohan

O Lúgubre Aposento


Daquele quarto escuro, uma alma tão fria quanto os extremos.
Do dia, sua noite. Da noite, sua fantasia.
Taças vazias, jogadas de canto, pelas escolhas não encaminhadas.


Do verbo, a dor manifesta neste lúgubre aposento.
Reações, de forma exacerbada, jamais encontradas em parâmetros ideais, tão tolas quanto aqueles que se dizem iguais.


Miragens e paranoias de certezas incorretas, dadas por uma intuição desesperada pela ausência do próprio amor.
Atração divina, essa medida de se despir, abaixando a cabeça e deduzindo suas ideologias como universais, para uma realidade de tão falsa completude que já não se tem certeza do que mais se faz.


A cromática situação dos pensamentos atrofiados naquele medo surreal da solidão, do homem que se faz e é julgado por quem fora, o fere como se fosse o culpado.


Destes lúgubres aposentos onde se encontra, há aqueles sonhos jamais esquecidos, infaustos, de modo algum compreendidos.

Inserida por DietrichLohan

⁠A paciência também é uma forma de ação.

Auguste Rodin
Doob, Leonard William. Hesitation: Impulsivity and Reflection (1990).

Nota: Citação atribuída, autoria não confirmada.

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Inserida por JeffinFreitas

⁠A história começa com um jovem chamado

**Evans**, um artista inquieto que vive em uma cidade movimentada cercado por fábricas e comércio e o som constante de máquinas em funcionamento.l, e carros .

Ele se sente preso em sua própria vida, carregando o peso de decisões que nunca foram realmente suas. Os dias se arrastam, e ele vive em um constante estado de vazio e desconexão.

Desde criança, Evans sonhava em ser músico, aqueles tipos rockstar.
mas foi empurrado para uma carreira que não amava, herdando as expectativas de sua família. Sua guitarra velha, encostada no canto do quarto, era um lembrete do que ele havia deixado para trás. No entanto, cada vez que olhava para ela, sentia o peso de tudo o que poderia ter sido.

Uma noite, em meio à insônia, Evans decide sair. Ele dirige até o antigo galpão abandonado onde costumava ensaiar com sua banda anos atrás. O local está empoeirado e vazio, mas carrega memórias intensas de dias em que ele se sentia vivo.

Enquanto está lá, ele pega a guitarra e começa a tocar. As notas são hesitantes no início, mas logo se transformam em um grito de angústia e liberação. A música flui como se fosse a única forma de expressar o que estava preso dentro dele por tanto tempo.

Evans percebe que, por mais que tenha tentado ignorar, a música ainda é sua essência. No meio de sua performance solitária, ele sente algo mudar. Não é o mundo ao seu redor, mas dentro dele. Ele finalmente entende que não pode mais ignorar o que o faz sentir vivo.

A partir daquela noite, Evans decide abandonar a carreira que não o satisfazia e se dedicar inteiramente à música. Ele começa a compor canções sobre sua dor, seus erros e sua busca por conexão. Sua vulnerabilidade e honestidade atraem outras pessoas que compartilham as mesmas emoções, e ele encontra um novo propósito, não só na música, mas também em criar algo que realmente importa.

A história de Evans reflete a essência de "I Feel So" — um grito de solidão e insatisfação, mas também de resiliência e transformação. Ela nos lembra que, às vezes, precisamos nos perder para nos encontrarmos novamente.

Ass

Inserida por EvansAraujo1

⁠A vida é uma escola filha da p***, e cada porrada que a gente leva, seja nos negócios ou nos relacionamentos, serve pra ensinar algo que a gente não queria aprender, mas precisava. Já fiz apostas que jurava serem certeiras, investi tempo, grana e energia em pessoas e projetos que, no final, só me ferraram. Na hora, parecia o fim do mundo, mas hoje vejo que cada uma dessas perdas foi um tapa na cara pra me acordar.

Nos negócios, percebi que nem todo mundo é confiável e que "boa oportunidade" muitas vezes é só papo furado. Já me lasquei confiando em quem não devia e correndo atrás de grana fácil. No amor, aprendi do jeito mais fod*** que insistir em quem não tá na mesma vibe que você é jogar energia no lixo. Se não tem troca, é só você carregando o peso sozinho, e isso cansa pra c***.

Agora, olho pra trás e agradeço até pelas cag*** que fiz. Cada erro foi um lembrete de que não dá pra ser burro duas vezes no mesmo ponto. Hoje, jogo o jogo com mais malícia, mais esperto e, principalmente, com o coração blindado. O mundo pode tentar me derrubar, mas desistir? Isso aqui não faz parte do meu vocabulário.

Inserida por EvansAraujo1

⁠**A Verdadeira Essência de uma Mulher**

Nem toda mulher é genuína, e nem toda presença é benéfica. Há mulheres que enganam, manipulam e constroem relacionamentos baseados em mentiras e falsidades. Mas uma mulher de verdade, uma mulher genuína, é aquela que anda ao lado do seu companheiro com lealdade, que o defende, que não precisa ser cobrada para fazer o básico, porque o respeito e o carinho são naturais para ela.

Um homem deve observar com quem caminha. Se precisa implorar por consideração, se sente que sua paz é tirada em vez de multiplicada, talvez a companhia ao seu lado não seja a certa. A verdadeira parceria acontece quando a presença do outro é um conforto, e não uma constante cobrança.

E neste Dia das Mulheres, a homenagem vai para aquelas que verdadeiramente honram esse título. Mulheres que se respeitam, que não precisam se vulgarizar para chamar atenção, que não se deixam levar por modismos que reduzem sua essência a meros objetos de desejo. Mulheres raras, que permanecem firmes em seus valores, que sabem que a força feminina está na inteligência, no caráter e na dignidade.

Que essas mulheres continuem sendo luz no mundo e exemplo para as próximas gerações.

#Nareal

Inserida por EvansAraujo1

⁠*O meu Despertar*

Hoje, no meio da correria, me vejo cercado por uma selva onde o mais feroz dos predadores não é aquele que ruge mais alto, mas sim o que se esconde nas sombras, esperando a queda dos que andam de cabeça erguida.

Sinto, percebo, enxergo o que muitos ignoram. Não é dom, não é fraqueza, é sensibilidade – aquela que transcende a razão e toca o invisível. Mas falar sobre isso?

Ah, aí vem o risco. No mundo de mentes fechadas, visão ampla é loucura.

Mesmo assim, sigo. Não preciso que acreditem, porque a verdade não pede permissão para existir. O espírito que habita em mim discerne, separa, revela.

O que é oculto para muitos, para mim é nítido. Sei quando a intenção pesa mais que as palavras, quando um sorriso esconde uma lâmina e quando a mão estendida quer, na verdade, empurrar.

Mas eu não caio.embora que eu tenha erros ,. Porque quem anda sob luz não tropeça na escuridão. Sei quem sou, sei o que carrego e sei que há um propósito maior guiando meus passos.

Podem chamar de loucura. Podem duvidar. Mas no fim, quando tudo vier à tona, os que zombaram verão que não era apenas intuição… era discernimento. E discernimento não erra...

.

Inserida por EvansAraujo1

**No Fim das Contas**

Ricardo sempre foi uma pessoa determinada. Desde cedo, ele aprendeu que, para vencer na vida, era preciso lutar e nunca desistir. Ele tinha um sonho grande: abrir seu próprio negócio, um restaurante onde pudesse unir sua paixão pela culinária com o desejo de oferecer algo especial para a cidade. Passou anos juntando dinheiro, abrindo mão de momentos com a família e amigos, dormindo tarde, trabalhando em empregos que não gostava só para guardar cada centavo.

Finalmente, o dia chegou. Ricardo abriu seu restaurante. No começo, as coisas pareciam promissoras. Ele tinha clientes regulares, feedbacks positivos, uma equipe dedicada. Mas, com o tempo, os desafios começaram a pesar: impostos altos, despesas inesperadas, concorrência feroz. Ele tentou de tudo para fazer dar certo, fazendo promoções, cortando custos, investindo em novas ideias. Cada dia era uma batalha, mas ele acreditava que, no fim, todo o esforço valeria a pena.

No entanto, quanto mais ele se esforçava, mais o sucesso parecia escapar das suas mãos. As contas começaram a se acumular, as noites em claro tornaram-se rotina, e ele foi ficando cada vez mais cansado, esgotado de tentar salvar um sonho que parecia estar se desfazendo. Em uma noite silenciosa, após fechar o restaurante pela última vez, Ricardo se deu conta de que tudo o que fez não tinha sido suficiente. Ele havia colocado tudo de si, mas, no final, não era ele quem decidia o resultado.

Ele caminhou até o parque onde costumava ir quando criança e sentou-se em um banco, encarando as luzes da cidade. O peso da derrota era esmagador, mas, de alguma forma, uma nova compreensão começou a surgir. Ricardo percebeu que, apesar de tudo, ele havia se tornado mais forte, mais resiliente. Aprendeu que, às vezes, a vida não recompensa o esforço como imaginamos, mas nos ensina algo que nunca poderíamos aprender sem a queda.

Ele respirou fundo e, em silêncio, prometeu a si mesmo que, mesmo que os sonhos nem sempre se realizem como queremos, ele seguiria em frente – pois era isso que ele sabia fazer melhor. Afinal, o fim de um caminho também pode ser o começo de outro.

Evangehlista Araujjo O criador de histórias

Inserida por EvansAraujo1

⁠"Sob a Pele"

Leon sempre teve uma visão diferente do mundo. Onde outros viam normalidade, ele via perguntas sem resposta. Ele era um garoto de espírito inquieto, alguém que se recusava a seguir o molde. No fundo, ele sabia que estava procurando por algo – talvez liberdade, talvez propósito – mas era difícil definir exatamente o quê. Ele se sentia como um estranho em sua própria pele, como se usasse um “uniforme” que não era feito para ele, algo que todos enxergavam, mas ninguém realmente via.

Quando a noite caía, Leon vagava pelas ruas da cidade. O silêncio das ruas e a brisa fria o faziam sentir-se vivo, como se a noite fosse seu verdadeiro lar, um lugar onde ele não precisava fingir. Ele andava sozinho, absorvendo a solidão, sentindo-se mais em casa nas sombras do que sob o sol ofuscante do dia, onde as expectativas pesavam sobre seus ombros.

Foi numa dessas noites que ele encontrou um velho misterioso, sentado no degrau de um prédio, com o rosto pintado e os olhos cheios de sabedoria e uma melancolia silenciosa. “O que você vê ao se olhar no espelho, garoto?” o velho perguntou, a voz calma, mas carregada de um tom que despertou algo em Leon. Ele hesitou, surpreso pela pergunta, e por fim respondeu, quase sem pensar: “Eu vejo... alguém que não sou eu.”

O velho sorriu, um sorriso triste e cheio de segredos. “Não é a máscara que define quem você é, mas o que você faz com ela.”

Essas palavras ficaram ecoando na mente de Leon, como um enigma que ele precisava desvendar. De volta ao seu quarto, ele olhava no espelho tentando ver além da própria imagem. Ele percebia que vestia o “traje” que o mundo lhe deu, com todas as expectativas e papéis que os outros projetavam nele. Mas agora ele questionava: qual era o seu verdadeiro papel nessa história?

A partir daquele encontro, algo dentro dele mudou. Ele começou a observar os próprios passos, os próprios sonhos. Percebeu que passava a vida escondendo seus verdadeiros desejos, ocultando quem ele era por trás da fachada que os outros esperavam. Mas, como um herói que veste seu uniforme pela primeira vez, Leon decidiu se lançar em sua própria jornada. A máscara não o definiria, mas o que ele escolhia fazer com ela, sim.

Nessa nova fase, ele começou a frequentar lugares que antes evitava, como o antigo ginásio da escola, onde enfrentou a própria insegurança. Passava mais tempo escrevendo e desenhando, descobrindo no papel uma maneira de expressar suas ideias, seus medos e seus sonhos. Suas criações eram fragmentos de sua alma, partes que antes pareciam desconectadas, mas que agora formavam um quadro maior.

E enquanto ele se dedicava a entender e abraçar quem realmente era, percebeu que não estava sozinho. Outras pessoas ao seu redor também carregavam suas próprias “máscaras”, suas próprias inseguranças. Ele conheceu Julia, uma garota que sorria para o mundo, mas que escondia uma tristeza profunda. Aos poucos, eles se tornaram confidentes, revelando segredos e sonhos. Juntos, eles descobriram que não precisavam se encaixar em padrões, mas sim criar seu próprio caminho.

Uma noite, em um dos telhados onde costumavam se encontrar, Julia o olhou e disse: “Leon, talvez a gente nunca pare de usar máscaras. Mas acho que podemos escolher quem queremos ser enquanto as usamos.”

Essas palavras fizeram Leon perceber que ele nunca precisaria escolher entre esconder-se ou mostrar-se completamente. Ele era um herói e, como todos os heróis, podia carregar as marcas de suas batalhas, visíveis ou invisíveis, sem deixar que elas o definissem.

Agora, cada vez que ele caminhava pelas ruas à noite, ele sentia que estava mais próximo do seu verdadeiro eu. Leon não precisava mais do “uniforme” dos outros; ele havia criado o seu próprio. E, como o Sol que nasce após a noite, ele começou a viver cada dia com a certeza de que sua verdadeira essência não precisava ser escondida – apenas vivida.

Evangehlista Araujjo O criador de histórias

Inserida por EvansAraujo1

TRISTEZA

Ah uma tristeza profunda
oriunda que acaba com você lentamente,
derrepente te fazendo esquecer no tempo.
Comtenplo essa bendita ilusão
de esquecer sem perder o chão
diante da escuridão,
é como uma flor no deserto
morrendo aos poucos
sentindo calor de um sol profundo
que aquece o mundo de um frio derradeiro traiçoeiro de congelar o coração.
A vida continua e precisamos caminhar
sem rumo e direção nossos motivos são
de lutas para vencer e crer na vitória
sem limites para chegar num novo amanhã.[...]

Inserida por rafha_dhemello

A JANELA DA VIDA

Vejo pela janela da vida
Uma chama de paz
A alma sendo abolida
Sem a presença do capataz
O milagre em minha volta
Gira o mundo e se revolta
Ainda sinto o meu coração
Fugindo dessa obsessão
Mantendo vivo a vida
Mantendo vivo minha ferida
Voa bem no alto
A liberdade e expressão
Vejo pela janela da vida
A paz reinar em meu coração.

Inserida por rafha_dhemello

Se eu pudesse eu trocaria
O frio pelo calor
Trocaria o ódio de todo mal
Colocava uma pitada de amor
Tira as mentiras e colocava as verdades
Tirava as tristezas, pra vim felicidades..........

Inserida por rafha_dhemello