Respeito as Diferenças

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A sabedoria consiste em saber ouvir e respeitar as diferenças dos outros.

Tudo que é digno começa pelo respeito.

Respeite as diferenças
Entenda as adversidades
Olhe para seu próximo
Construa a sociedade
Viva sem rancor
Seja homem de valor
E lute por seus direitos
Pois a vida só é digna
Se começar com respeito

Faça novas amizades
Tire um tempo para amar
Ande pela cidade
Procurando sem querer achar
Faça da vida um palco
Para você se apresentar
E tente fazer grande salto
Sem antes calcular direito.
Pois a vida só é digna
Se começar com respeito

Tente ser sempre o melhor
Naquilo que você faz
Não se sinta envergonhado
Se tiver que dar um passo pra trás
No mundo nem tudo é perfeito
Mais a vida só é digna
Se começar com respeito

Faça sempre a diferença
Lute corra, vá em frente
E no meio de muita gente
Você já nasceu perfeito
E no final sempre agradeça
Por cumprir deveres e direitos
E em causas e efeito
Você sente-se feliz
Por que fez tudo com respeito.

⁠Não adianta dizer que respeita as diferenças, se ao se deparar com alguém que pensa diferente, você quebra a regra do respeito.

⁠Aprender a acolher as diferenças. Isso é o que precisamos constantemente fazer. Porque respeitá-las já deveria ser um dever!

Que nas diferenças nasça o respeito. Sem respeito não há verdade. Sem verdade não há amor. E que o AMOR prevaleça sempre.

Inclusão não se trata de tornar quem é diferente parecido com a maioria, mas respeitar as diferenças

"Todos os casos de crueldade originam-se na falta de respeito e aceitação de diferenças em crenças, opiniões, estilos de vida ou identidade."

Se existe indiferença em seu próprio meio... o respeito entre as diferenças é a maior riqueza.

Algumas diferenças respeitavam-se mais do que nunca, outras, rejeitavam-se sem piedade. O que se passava com os Homens?

O amor verdadeiro é sobre aceitar e respeitar o outro, independentemente das diferenças que possam existir. Se desejo mudá-lo, vou ferir sua dignidade e o afastar de meu coração.

Respeite as diferenças, cada um carrega um fardo que você não conhece.

Respeito é quando as nossas diferenças não se transformam em indiferença.

A raça é só humana apesar dessas diferenças. O respeito é uma via de mão dupla : quid pro quo e/ou uma coisa por outra. Ele não precisa pedir autorização ou passagem a ninguém.

A maturidade floresce ao longo da vida quando aprendemos a aceitar e respeitar as diferenças.


Rita Ramos Cordeiro

Incluir é muito mais do que abrir as portas. É acolher, adaptar, respeitar as diferenças, garantir direitos e, acima de tudo, colocar a mão na massa.

A FORMA ABRANGENTE DE AMAR O PRÓXIMO, COMEÇA COM O RESPEITO AS DIFERENÇAS. E NÄO ESQUEÇAMOS QUE O MUNDO É COMPOSTO DE DIVERSIFICAÇÖES E SUAS INÚMERAS VARIEDADES.

Respeitar diferenças é entender que o outro não precisa pensar como eu para merecer respeito.

⁠Maturidade é Respeitar e Aceitar as Diferenças.

A amizade pura e desinteressada,
aquela que respeita as diferenças e
nos ajuda a superar nossas fragilidades,
são o maná dos céus,são doces feitos de mel

Inserida por marciamorais

RESPEITO ÀS DIFERENÇAS

O cinema é uma fonte inesgotável de situações para discussão de questões educacionais em sala de aula. No filme My fair lady, por exemplo, um professor de fonética aceita a aposta de transformar uma florista maltrapilha em uma dama preparada para freqüentar as altas rodas sociais, apenas por ensinar-lhe a falar corretamente. Para as aulas, a florista vai morar na casa do professor. O filme, de 1964, é baseado no livro Pigmalião, de George Bernard Shaw. Sob a direção de George Cukor, estão no elenco Audrey Hepburn, Rex Harrison, Stanley Holloway e Wilfrid Hyde-White.
O enredo começa, mesmo, na praça do mercado central de Londres, numa noite chuvosa e fria do início do século 20. Sob a marquise, bem em frente a uma casa de ópera, pessoas da alta sociedade esperam carruagens para voltarem para casa. A florista pobre reclama em altos brados de estar sendo observada por um senhor bem vestido que anota cada palavra que ela pronuncia. Imagina ser um policial que a vigia para expulsá-la do seu ponto de venda. O homem, porém, é um professor de fonética, que se gaba de reconhecer a origem de uma pessoa pelo som de sua voz, com margem de erro inferior a seis quilômetros. Ele a acusa de "assassinar, a sangue frio, a língua inglesa". Curiosos se aproximam para ouvir a conversa, e testemunham uma estranha aposta. O professor Henry Higgins (interpretado por Rex Harrison) aceita o desafio de transformar a rude florista (interpretada por Audrey Hepburn) em uma dama.
Depois dos desastres dos primeiros dias, o professor se dá conta de que não será possível ensinar a língua sem ensinar, primeiro, a importância das atitudes. De professor inflexível, George muda para uma atitude de mais compreensão. A partir desse ponto, a relação avança, e Elisa começa a aprender com mais facilidade. Elisa é levada, enfim, ao baile do embaixador.
O baile é uma homenagem à rainha da Transilvânia, que visita Londres. Elisa é apresentada à sociedade e encanta a todos, pela elegância, postura, educação e boa conversa. A própria rainha manda um emissário pedir-lhe que dance com o filho, o príncipe Gregor. Mas um especialista em línguas, o húngaro Zoltan Karpathy, assessor da rainha, se aproxima para travar conversação com Elisa, e a sua origem humilde pode estar prestes a ser desmascarada. Mas eis o diagnóstico que Zoltan leva para a rainha:
- "O inglês dela é muito bom, o que indica que é estrangeira. Os ingleses não costumam ser muito instruídos em sua própria língua. E, apesar de ter talvez estudado com um perito em dialética e gramática, posso afirmar que ela nasceu húngara. E de sangue nobre! Seu sangue é mais azul do que a água do rio Danúbio."
Higgins e Pickering voltam exultantes para casa. Elogiam-se mutuamente pelo triunfo. Mas se esquecem de sequer mencionar Elisa e seu esforço, e ela fica magoada. Henry acaba percebendo o abatimento dela e pergunta o que há de errado.
- Com você nada, não é? - ela diz. - Ganhei a aposta para você, não foi? Já basta. Eu não conto, não é?
- Fui eu quem ganhou a aposta, sua presunçosa!
- Seu bruto egoísta! Agora que tudo terminou, vai poder me jogar de volta na sarjeta. O que será de mim?
- O que será de você? Você está livre agora. Vai poder fazer o que quiser.
- Fazer o quê? Você me preparou para quê?
- Você devia se casar. Não é feia. É até agradável de olhar. Às vezes até atraente. Minha mãe podia arranjar alguém para você.
- Eu era mais digna antes. Vendia flores, não a mim mesma. E, agora que você fez uma dama de mim, eu não sirvo para mais nada.
George a acusa de ingrata, e vai dormir. Ela espera que a casa fique silenciosa e foge. Vai para o mercado, de onde viera, seis meses antes. Nenhum dos velhos amigos a reconhece. Isto a deixa ainda mais triste. É uma pessoa presa entre dois mundos, sem pertencer nem a um nem a outro.
Sem saber para onde ir, resolve visitar a mãe de Henry (para onde ele vai também, pensando não ter sido visto). Num depoimento à Sra. Higgins, Elisa diz a frase que serve como verdadeiro corolário da sua história:
- Deixando de lado o que se aprende, a diferença entre uma dama e uma florista não é como se comporta, mas como é tratada.
Henry, o professor franze a testa, ao ouvir isto. Elisa continua:
- ...Serei sempre uma florista para o senhor, porque sempre me tratou como uma florista, e sempre o fará. Mas sei que serei sempre uma dama para o Coronel Pickering, porque sempre me tratou como uma dama e sempre o fará.

Eis, em resumo, um conjunto de valores que pode ser trabalhado em sala de aula, com o filme My fair lady sendo utilizado como roteiro de estudo. Uma atividade simples, mas que pode conduzir a resultados significativos. Sem contar o que pode ser trabalhado em termos de emoção, sensibilidade e espírito de solidariedade.




Revista Profissão Mestre, edição de agosto de 2007

Inserida por fraseschalita