Respeite meu Jeito
Um dia estive desse lado, eis o motivo do meu acreditar de que você está bem, e tão breve estaremos juntos de todos os nossos, você sabe...
Lágrimas e mais lágrimas escorrem pelo meu rosto, e mesmo assim não consigo te expulsar do meu coração.
Meu território é paralelo as nuvens, entre as árvores, rente ao rio. Só tenho a natureza como abrigo.
Meu olhar se perde nos dias que estão por vir, o pensamento adormecido sonha sem aceitar seu acordar, ele continua no tempo de nosso passado...
MEU CANTO TEIMOSO
Canto porque a música
me faz sair do lugar
Não sou músico,sou apenas um teimoso pardal imitando sabiá
Não vou parar tão já
só porque seu veneno me deseja calar
Paro quando quizer,quando minha voz cansar
ou quando Deus,
me ordenar descansar...
"Esse meu medo de jogar fora roupa antiga do armário, tem a mesma proporção de ter esperança da moda voltar. Mas essa palavra moda pode ser substituída por lembranças."
A dor é constante,
mas tristeza se torna alegria,
pois só ela cabe no meu coração,
Um toque no arame
Um afago no som
O rio das garças
vem desde o arraial da telha
(onde colhi meu sangue caboclo)
até o atlântico
que beija portugal
e belisca o mar do norte
das terras baixas da holanda
(dois pedaços de terra onde meu sangue europeu nasceu)
Pessoas como você deveriam se generalizar no mundo.
Assim, ao invés de apenas um sorriso meu de gratidão pela sua existência, tantos outros teriam por aí.
PARA MEU AMOR JADIEL
(J) amais desista de mim,
(A) mor da minha vida,
(D) êi-me sempre o prazer de sua companhia,
(I) gual a você sei que não encontrarei
(E) is, a minha “jóia” mais querida
(L)indo por fora e mais ainda por dentro.
És um anjo de nome JADIEL, um anjo que amarei para todo o sempre.
HORAS TANTAS
Horas tantas, aterrado e um tanto aflito
Confidenciei para a lua o meu detrimento
Do acaso, que com as desditas foi escrito
E se a fito, ainda o sinto no pensamento
Atroa, n'alma um pávido e nuvioso grito
Titilando dores em um amofino violento
Arremessando os anseios para o infinito
Tal o choro do cerrado aflado pelo vento
Clemente lua, que o meu azar sentiste!
No firmamento confessei o meu pranto
Enfardado pelas nuvens transparentes
E no meu peito, uma solidão tão triste
Onde o poetar a soluçar em um canto
Escorre silenciosas lágrimas ardentes
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
30 de julho de 2019
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Manter tudo em perfeito equilíbrio, dizendo todos os dias: quero guardar, em primeiro lugar, o meu equilíbrio e o meu bom senso, pois, todo acontecimento é secundário, se assim o considerar. É o meu enfoque e valorização que darão intensidade ao que sinto ou que quero sentir. Um grande beijo em seu coração.
Perazza.'.
A delicada orquídea colhida no meu jardim não tem a graça compatível para poder conquistar tão bela e graciosa dama.
