Religião e Fé

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Reconstrua-se na alegria.
Abra-se à instrução.
Tenha fé, coragem
Use a sabedoria.

Transborde-se de entusiasmo
Mesmo o tendo perdido!
Esse é um tempo novo
Então esclareça
o mal-entendido

Tem Trem
Repensar esse transporte antigo,
Modernizado
ele passa a ser mais amigo !
As linhas férreas
são suas ruas e avenidas
Transporte aprovado
para toda vida.

A fé só é necessária quando a lógica falha.

A fé diz: “Vai acontecer.”
A paciência responde: “No tempo certo.”

"Só quem tem fé faz investimentos em meio a guerras."

⁠A depressão é uma doença furtiva que ataca sem distinção, derruba a vontade de viver, a fé, seja lá qual for, e ameaça os guerreiros mais heróicos. É preciso estar sempre atento a ela, descobrindo diariamente mecanismos para escapar e continuar lutando.

PARAFRASEANDO MÁRIO QUINTANA ⁠


Aos que usam a fé alheia como degrau político, a Bíblia como balcão de negócios e o nome de Deus como escudo para as próprias mentiras: Eu gostaria de partir deste mundo no mesmo instante que vocês. Não por afeto, mas pelo prazer mórbido de ver a sua reação ao descobrir que Ele é real — e que estava assistindo a tudo.

O desejo de agradar pessoas pode transformar a fé em aparência.

A fé é o modo sábio da alma enxergar além da dor.

A força do
persistente vem
da fé, não do
reconhecimento.

Fé que não se move vira discurso. Jesus provou a fé com passos, suor e ação.

⁠A fé mais forte nem sempre é a mais barulhenta; muitas vezes é a mais escondida.

A fé parece loucura até Deus abrir o mar.

"Nós somos diferentes deles. Nossa cor, nossa fé, nosso sangue nos coloca acima." Quando essas palavras ecoarem no silêncio, não se sinta acolhido; sinta medo. O preconceito que hoje convida você para o banquete dos deuses é o mesmo que, amanhã, o lançará às feras. Sob a máscara da aliança, o ego esconde o seu verdadeiro trono.

Confissões de uma Fé Inabalável


Eu rendo minha absoluta confiança ao que é comprovadamente falho.
Eu confio nas cartas metodicamente marcadas do jogo,
nos sorrisos límpidos dos políticos recém-eleitos
e nas mãos estendidas, já bem entendidas, a pedir meu ouro em todas as esquinas.
Eu confio na sorte grande e na alquimia silenciosa dos banqueiros em fazer dinheiro
a partir de juros que jamais poderei entender ou pagar.
Eu confio, sobretudo, nas mãos entendidas que, com uma, distribuem o sopão ao necessitado,
e com a outra, rapidamente recolhem o troco a mais dado pelo caixa distraído.
Eu confio no criminoso que mantém um código de honra limitado,
e naqueles arautos da fé que nos prometem o céu enquanto filipendiam a alma
para, em seguida, arremessá-la ao inferno como um brinquedo usado.
Eu acredito e ponho a mão no fogo nas pessoas maldizentes,
naquelas que não deixam escapar um só fio de maldade sutil
na hora da conversa trivial nos cafés.
Eu acredito fervorosamente na Justiça que, com um aceno,
solta o malfeitor que ceifou a vida de um trabalhador,
deixando a miséria da viuvez e a dor da orfandade como herança.
Eu confio na cortesia eloquente do loquaz,
que busca arrebanhar meu suor sagrado
em troca de um produto etéreo que só existe em sua promessa.
Eu acredito em um mundo onde as guerras que matam inocentes irão, de fato, resolver nossos problemas.
Eu acredito no Papai Noel, coelhinhos da Páscoa, em gnomos e fadas.
Eu acredito em um mundo melhor, onde a grama do vizinho é seca e a minha é verde.
Eu sempre acredito piamente em um mundo melhor.
Eu acredito num mundo onde os pais obedecem os filhos e são espancados por eles.
Acredito piamente que quando acordo todos os dias, todas as pessoas são menos inteligentes do que eu e devem, portanto, aceitar e acreditar no que eu acredito.
Eu acredito na beleza vertiginosa de tudo que me dá prazer imediato,
depois de ver meu suor e sangue sagrado
esvaírem-se em poucos minutos,
diluídos em uma noite de luxúrias vazias.
E finalmente, com a mais sombria convicção:
Eu acredito naquilo que me tira a paz, que está tirando,
porque mereço sofrer, ser insultado e suportar todo escárnio.
Com uma convicção quase religiosa,
eu confio em tudo o que me rouba a visão e a simples,
egoísta e cansativa tarefa de focar no meu próprio bem-estar.

Morte, Fonte De Fé Não Salvífica

A morte é uma fiel cooperadora do evangelho, ela confirma a veracidade do evangelho em que acreditámos ou deixamos de acreditar.

Pelo que na morte o ateísmo perde a vida, e uma multidão de incrédulos se torna crédula.

Porém a fé gerada na morte já não pode salvar.

Ela não é um meio pelo qual recebemos a graça para a salvação.

É somente a confirmação de que o evangelho é verdadeiro – nada mais.

08/04/2026 "13h:25"
Adilson Manuel

A sagrada escritura dá-nos a maior visão, e esta é Cristo, quando o compreendemos pela fé


Adilson Manuel⁠

A fé nos afirma o quanto é bom estar vivo.

⁠Fé é o que permanece quando todo o resto fica difícil demais...

Se a fé não te confronta,
ela não é viva
Se o Reino não fere,
virou narrativa