Religião

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BOM, eu não tenho religião, nunca me identifiquei com uma! Mas, a religião que conheço sempre diz que a bíblia sagrada, é o único livro confiável que existe, mas existem TROCENTos livros sagrados por aí de OUTRAS religiões pregando as mesmas coisas ou não. Tipo, eu nasci no Brasil, a religião daqui predominante é o Cristianismo, é a que eu conheço e tenho acesso. É normal para mim, porém muito questionável também. Mas, imagina eu ter nascido na Índia, cultuar vários deuses, também seria normal para mim, porque nasci lá e está tudo certo, é o que conheço. BOM, se eu tivesse nascido na Coreia do Norte, por exemplo, não poderia ter nenhuma religião, e sim, está tudo certo, porque é a adaptação que conhecemos desde a infância. Bom, por isso não tenho religião, cada um condena a outra religião por isso e aquilo, e no final, se Deus é Deus, ele criou todos os humanos na terra, independente de religião. Não é porque não sigo tal doutrina, que Deus irá me condenar, como vai condenar, se nunca ouvi falar disso? A fé é individual. Cada um acredita no que acha adequado. Mas, os cristãos que conheço por aqui, querem empurrar goela abaixo "tem que ir para igreja, porque se não não vai ser salvo" bom, eu tenho a minha fé, eu acredito em Deus, eu parei de ir para a igreja porque me julgavam demais e me excluíam de coisas importantes. Quem estava lá no púlpito, fez isso. Então, se era para ter comunhão, não é o que se vê, dentro de um templo, que seria para trocar ideias sobre a vida e a fé. Também vejo gente maldosa, que mata animais, onde está sempre indo pra igreja todos os dias, e faz da sua casa, um inferno, nunca melhoram como pessoas. Eu também não gosto de ficar sempre ouvindo as mesmas coisas e mensagens, e é o que sempre fazem. Eu não quero estar junto de pessoas assim, que fingem ser o que pregam, quando vivem na verdade outra realidade. Bom, se existe Deus, ele vai sempre amar todos, mesmo aqueles que nunca ouviram falar de religião, porque na verdade, não faz sentido, uma pessoa obrigar outra a seguir algo, onde somente ela acha que está correta, e se acha a dona da razão.


UM desabafo! Affs...

A religião que encontramos primeiro parece naturalmente verdadeira
Isso acontece porque crianças não começam a vida comparando sistemas filosóficos.
Elas simplesmente aprendem.
Aprendem o idioma.
Aprendem costumes.
Aprendem o que é certo e errado.
Aprendem quem são os heróis.
Aprendem o que os adultos consideram sagrado.
Se uma criança cresce ouvindo que determinado livro é sagrado, é natural que aquilo se torne parte da sua realidade.
Por isso, considero muito importante separar duas afirmações:
“Minha fé é verdadeira para mim.”
e
“Minha fé é a única possibilidade legítima para toda a humanidade.”
A segunda é uma afirmação muito maior e exige uma justificativa muito maior.
E é exatamente aí que surgem os conflitos religiosos.

Fé não é propriedade privada de nenhuma religião
Se Deus criou seres humanos diferentes, talvez a pergunta mais importante não seja “qual religião você segue?”, mas “que tipo de pessoa você se tornou?”

Diferença entre religião e comportamento moral.
Uma pessoa pode frequentar uma igreja todos os dias e continuar sendo cruel.
Pode conhecer centenas de versículos e tratar mal a própria família.
Pode falar sobre amor ao próximo e maltratar animais.
Pode levantar as mãos durante o culto e humilhar alguém na segunda-feira.
Pode falar sobre perdão e viver alimentando rancor.
E isso não é uma crítica exclusiva ao cristianismo. É um problema humano.
Porque pertencer a uma instituição não transforma automaticamente o caráter de ninguém.
Conhecer uma doutrina não significa incorporá-la.
Saber falar sobre bondade não torna alguém bondoso.
E frequentar um templo não impede ninguém de ser um péssimo ser humano quando sai dele.
Talvez por isso exista uma pergunta muito mais interessante do que:
“Qual religião você segue?”
Eu perguntaria:
“Como você trata aqueles que não podem lhe oferecer absolutamente nada em troca?”
Como você trata um animal indefeso?
Como trata alguém mais pobre?
Como trata alguém que discorda de você?
Como trata uma pessoa que não pode lhe beneficiar?
Como trata seu companheiro quando ninguém está olhando?
Como reage quando possui poder sobre alguém mais vulnerável?
Essas perguntas revelam muito mais sobre caráter do que uma fotografia dentro de um templo.

Religião é uma estrutura coletiva; fé pode ser uma experiência profundamente individual.
Uma pessoa pode precisar da comunidade para viver sua fé.
Outra pode encontrar Deus no silêncio.
Outra em uma igreja.
Outra lendo.
Outra contemplando a natureza.
Outra cuidando de animais.
Outra simplesmente conversando com Deus enquanto lava a louça.
Não existe um único formato psicológico de espiritualidade.
E talvez uma das maiores confusões humanas seja imaginar que, porque encontramos Deus de determinada maneira, todo mundo precisa encontrá-lo exatamente pelo mesmo caminho.

Você pode questionar a religião.
Pode não gostar de igreja.
Pode não se identificar com nenhuma denominação.
Pode acreditar em Deus.
Pode ter dúvidas.
Pode mudar de opinião.
Pode ler a Bíblia e discordar de interpretações humanas.
Tudo isso pode fazer parte de uma busca espiritual honesta.
E talvez sua maior liberdade seja esta:
não precisar fingir uma fé institucional para convencer alguém de que você possui fé.
No final, se existe um Deus onisciente, ele não precisa que alguém faça uma inspeção religiosa na sua vida em nome dele.
Ele já saberia.

Se uma pessoa usa a religião para controlar filhos, humilhar pessoas, impor casamentos, atacar animais ou julgar constantemente quem está ao redor, então existe uma pergunta que não precisa nem ser respondida por ninguém:
O que importa mais, parecer religiosa ou aprender a tratar os outros com dignidade?
Essa pergunta vale para qualquer pessoa, inclusive para nós.

Existem pessoas religiosas profundamente generosas e existem pessoas sem religião que podem ser cruéis. O problema não está automaticamente na religião, mas no que cada ser humano faz com aquilo em que acredita.

⁠Se você não respeita a religião/fé do outro, também não respeita a Deus!

Não é a religião que define alguém


Não qualifico as pessoas pela religião que professam.
Prefiro observar a bondade que praticam, o respeito que oferecem e o bem que deixam por onde passam.


Porque mais importante do que o nome da fé que carregamos é a maneira como tratamos o próximo.


Religiões podem ter caminhos diferentes, mas a verdadeira espiritualidade se revela nas atitudes: no amor, na compaixão, no respeito e na capacidade de fazer o bem sem precisar diminuir ninguém.


No fim, não é o que você diz acreditar que mais importa… é o bem que sua presença faz no mundo.

"Cegos pela religião, surdos para a ciência e analfabetos da história, mas cheios de opiniões sobre tudo – a síndrome do 'eu sei tudo' nunca foi tão patética, um monumento à ignorância autojustificada!"

O brasileiro é fanático demais, com religião e política, sempre arruma um jeito de te impor uma verdade; vivem apontando o dedo e acusando os outros de criarem narrativas, o que até pode ser verdade, mas nem sempre , e não passam cinco minutos e estão fazendo exatamente a mesma coisa para empurrar a própria visão de mundo."

Tarot


O Tarot não pertence a nenhuma religião. Ele é um sistema universal de aconselhamento, um oráculo que utiliza símbolos para nos ajudar a compreender melhor aquilo que vivemos.


Suas cartas apresentam símbolos encontrados em diferentes religiões, culturas e sistemas de crenças ao redor do mundo: símbolos cristãos, pagãos e elementos mitológicos das tradições nórdica, grega, entre tantas outras, interpretados de uma maneira universal.


O Tarot é uma arte divinatória que tem como objetivo proporcionar autoconhecimento, e não simplesmente adivinhação. Ele trabalha com possibilidades, e não com afirmações absolutas.


Por meio das cartas, podemos observar aspectos que, em meio a tantas emoções e desequilíbrios, muitas vezes não conseguimos enxergar com clareza. O Tarot pode revelar aspectos energéticos e vibracionais presentes em nossa vida, trazendo à consciência aquilo que estava oculto dentro de nós.


Cada carta carrega um arquétipo, representando um aspecto da personalidade, uma energia ou uma situação que podemos vivenciar em diferentes momentos da vida.


Em uma tiragem, existe uma combinação específica de cartas que se apresenta para determinada pessoa. Dentro da visão do Tarot, isso não é compreendido simplesmente como aleatoriedade, acaso ou coincidência, mas como sincronicidade.


As cartas refletem as emoções, os conflitos e as experiências que a pessoa pode estar vivendo naquele momento, auxiliando-a a compreender sua própria realidade e indicando possíveis caminhos.


Por isso, o Tarot não precisa ser visto como uma sentença sobre o futuro, mas como uma ferramenta de reflexão.


Ele não determina o que irá acontecer.


Ele nos mostra possibilidades, revela aquilo que talvez não estejamos conseguindo enxergar e nos convida a olhar para dentro.


O Tarot é, acima de tudo, uma fonte de autoconhecimento.

A Religião Cósmica do Amor e da Verdade
Aproxima-se o momento.


Não um momento marcado por relógios ou calendários, mas um momento escrito nas entranhas do universo, soprado pelo Espírito que paira sobre toda a criação. A humanidade caminha, ainda que tropeçando, em direção a uma nova consciência: a religião cósmica do amor e da verdade.


Não será uma religião de templos de pedra, mas de corações vivos.
Não será uma religião de dogmas que separam, mas de verdades que unem.
Não será uma religião de ritos exteriores, mas de transformação interior.


A religião cósmica do amor e da verdade.


Ela não pertence a uma nação, a um povo, a uma tradição. Ela pertence ao universo inteiro. Ela fala a linguagem das estrelas e o sussurro do vento. Ela se revela no silêncio da alma e no grito da consciência desperta. Ela não exige que abandonemos nossas heranças, mas que as transcendamos, elevando-as àquilo que é essencial: o amor que edifica e a verdade que liberta.


Os seres humanos terão compromisso com a sabedoria, com a verdade e com o amor.


A sabedoria, que não é acúmulo de conhecimento, mas a arte de discernir o que é eterno no que é passageiro. A sabedoria que nos ensina a calar quando a palavra fere, e a falar quando o silêncio oprime. A sabedoria que nos faz buscar Deus não apenas nos livros, mas nos rostos, nas dores, nas alegrias e nos mistérios da existência.


A verdade, que não é uma arma para vencer debates, mas uma luz para iluminar caminhos. A verdade que não humilha, mas liberta. A verdade que não divide, mas revela a unidade profunda de toda a criação. A verdade que nos faz reconhecer que somos todos filhos do mesmo mistério, irmãos na mesma jornada, herdeiros da mesma esperança.


E o amor, que é o princípio e o fim de tudo. O amor que não é sentimento passageiro, mas força cósmica que move o sol e as estrelas, que sustenta o átomo e o infinito. O amor que nos faz ver Deus no outro, especialmente no mais pequeno, no mais pobre, no mais esquecido. O amor que é a própria essência de Deus, pois "Deus é amor" (1 João 4:8), e quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele.


E essa será a sua prática religiosa e espiritual.


Não haverá necessidade de grandes rituais, embora cada gesto de bondade seja um sacramento. Não haverá necessidade de grandes discursos, embora cada palavra de verdade seja uma prece. Não haverá necessidade de grandes templos, embora cada coração sincero seja um altar.


A prática será o cotidiano transformado em oração.
O trabalho feito com integridade será a liturgia.
O cuidado com o próximo será a penitência e a celebração.
A busca incansável pela verdade será o caminho.
E o amor derramado sem medida será a recompensa.


Nessa religião cósmica, a fé não será cega, mas verá além das aparências.
A esperança não será ilusão, mas certeza do que não se vê.
E o amor não será palavra vã, mas a própria respiração da alma.


Aproxima-se o momento.


E quando esse momento chegar, não haverá mais separação entre o sagrado e o profano, entre o céu e a terra, entre o homem e Deus. Tudo será um. Tudo será amor. Tudo será verdade. Tudo será sabedoria.


Porque a religião cósmica do amor e da verdade não é uma invenção humana — é o próprio coração de Deus pulsando na história, chamando a humanidade de volta à sua origem e ao seu destino.


Os seres humanos terão compromisso com a sabedoria, com a verdade e com o amor.
E essa será a sua prática religiosa e espiritual.


Que assim seja. E que comece agora, em cada um de nós.

"Ortodoxia sem piedade, culto sem obediência e religião sem ética são abominações diante de Deus."

“As pessoas não odeiam a fé; odeiam o fardo que os homens criaram e chamaram de religião.”

O legalismo distorce a Lei; a hipocrisia corrompe a religião; e a especulação limita a filosofia. O evangelho, porém, revela a salvação de Deus em Jesus Cristo.


📖 Gálatas 1–6

A religião está em prontidão para receber arrependidos , mas só um coração aberto pode ser transformado.

O maior desafio do evangelho,
É
Nos desintoxicar da
Religião.

Gleice KELLY ss.

O maior antídoto contra o comunismo continua sendo a religião cristã. Por esta e outras razões, pessoas cristãs,devem ser incentivadas a participarem dos pleitos eleitorais. O discurso comunista é: RELIGIÃO NÃO DEVE PARTICIPAR DA POLÍTICa. A religião talvez, não, mas os religiosos - SIM.
F. Meirinho