Religião
religião sempre foi o anestésico injetado no povo para que ele suporte a exploração do trono sem reclamar, transformando a injustiça social em um 'teste de fé' necessário para a salvação.
A religião pode ser um caminho, mas a conduta é o destino. O que define quem você é não é onde você se ajoelha, mas como você se levanta para ajudar os outros.
Religião sem caráter é apenas teatro. Valorize-se pela sua honestidade; ela é a única moeda que nunca desvaloriza e que ninguém consegue falsificar.
A religião deveria ser um espelho para corrigir as próprias falhas, não uma lupa para encontrar o pecado alheio.
A religião, quando institucionalizada pelo poder, deixa de ser um caminho espiritual para se tornar uma corrente invisível que dita o que pensar, em quem votar e como obedecer.
A religião funciona como um anestésico social: oferece um alívio ilusório para as dores do mundo real, impedindo que o povo lute para mudar a estrutura que o escraviza.
A religião, nas mãos de um narcisista, vira uma arma de controle e não uma ferramenta de libertação.
O próprio narcisista se esconde sob o manto da religião para que sua arrogância seja confundida com autoridade espiritual.
A conspiração é a religião dos que perderam a fé nos homens, mas mantêm uma fé cega na maldade organizada.
A religião é o ópio do povo, e como todo bom viciado, o religioso defende seu traficante mesmo quando ele está destruindo sua vida.
A religião é o maior crime contra a inteligência humana: ela sequestra a nossa capacidade de assombro e a vende de volta em prestações de culpa.
O ateísmo não é uma religião nem uma cosmovisão espiritual; quando se tenta fundi-lo com noções de espiritualidade, o resultado não é síntese, mas um deslocamento conceitual que carece de rigor explicativo.
