Reflexões sobre Transformação

Cerca de 4287 reflexoes Reflexões sobre Transformação

Não precisa da dor, do sofrimento, do caos para acontecer mudanças; basta apenas ter disposição em mudar.

As mudanças são necessárias para a evolução de uma nova era, pois precisamos de consciência para seguir em um objetivo;

mudanças não são dolorosas
você só precisa perceber
o passo a passo que a vida se desenrola
e deixar as coisas acontecer

eu vi uma fogueira na chuva
e uma minhoca se aquecer
e tinha um boneco de neve
assustado para valer

mudanças não são dolorosas
e tudo que se deve fazer
e perceber a vida miraculosa
e deixar as coisas acontecer

Tipo Game of Thrones, com os ventos de inverno uivando, guiando as mudanças da vida... [ned Stark].

Verdades são temporais.
Ignorar a possibilidade de mudanças é admitir a própria tolice.
É sábio repensar e, se necessário, mudar.
O imprudente é concordar com inverdades maquiladas que convencem e convergem à inflexibilidade.

... persistentes
e sobretudo marcantes
mudanças em nossa postura
e convicções - nos diferenciam
como seres capazes - e, nosso 'Ego'
como um próspero beneficiário
dessas cíclicas trocas
de pele!

O incômodo gera mudanças.

Religioso não está em guerra contra o diabo; está em guerra contra mudanças.

Antigamente se dizia assim:
“Ano Novo, vida velha.”


Não espere mudanças nem milagres apenas porque o ano é novo, sem lutar para mudar
os próprios hábitos e, assim, favorecer o “milagre” das transformações.


Não há milagre no calendário!
O ano não muda nada e ninguém.


Mudam-se os dias,
mas os vícios permanecem,
os hábitos se repetem,
as desculpas ganham roupa nova.


Quem não enfrenta a si mesmo
atravessa o réveillon
carregando as mesmas correntes.


Transformação não nasce da virada do tempo,
nasce do atrito, da renúncia,
da coragem de romper consigo
todos os dias.


De nada vale pular as famosas
“sete ondas” na virada do ano
se não se dão saltos reais
de mudança no dia a dia.
✍©️@MiriamDaCosta

Sentir o seu coração quase parar, provoca mudanças!

Talvez o futuro pertença menos aos que sabem prever mudanças e mais aos que sabem mudar sem perder seus princípios.

Todas as mudanças são positivas, basta você olhar do ângulo certo.

"Não se subestime; grandes mudanças começam com uma única ideia aplicada com obsessão."

É no desconforto das mudanças que encontramos novas possibilidades

"É preciso ter cuidado com as mudanças que desejamos. Há mudanças que mexem profundamente com o passado, destroem o presente e tornam o futuro incerto."
(FURUCUTO, P. D., 2026)

Todos querem mudanças, poucos conseguem mudar a si próprios.
Faça tudo pelo outro, menos a parte dele.

SOBRE SONHOS QUE TIVE NESSA SEMANA...


17 DE JUNHO DE 2026


Sonhar com malas, mudanças e a escolha do próprio vestuário é um prato cheio para a psicologia e para a análise do comportamento humano. Quando eu olho para esses símbolos sem o misticismo barato das previsões do futuro, o que sobra é um espelho bem nítido da minha própria dinâmica interna, da minha identidade e das transições pelas quais eu passo.
O avião, para começo de conversa, é o deslocamento definitivo. Diferente de um carro, onde eu posso parar no acostamento a qualquer momento, o avião representa um movimento de ruptura: eu saio de um ponto A e, queira ou não, vou parar no ponto B. É o início de uma transição, uma jornada compartilhada que exige deixar o chão firme para trás.
Logo em seguida, o cenário muda para a casa da família dele. Psicologicamente, a casa da família do parceiro costuma representar o território do outro, as regras do outro, o espaço onde, por mais acolhida que eu seja, eu ainda sou a visita. Estar ali sozinha antes de ele chegar evoca uma sensação de autonomia em meio ao cenário do outro, mas o ponto central aqui são as roupas encaixotadas.
A roupa é a nossa segunda pele. É como nos apresentamos ao mundo, a nossa persona, a armadura que escolhemos para interagir com a sociedade. Quando eu peço para ele encaixotar as minhas roupas para voltar para casa, há um movimento claro de recolhimento de mim mesma. Guardar a minha própria identidade em caixas para retornar ao território comum de nós dois mostra o desejo de encerrar um ciclo externo e preservar o que é meu, organizando a minha essência para o retorno ao ambiente seguro.
E então chegamos ao tambor. O tambor, que lembra tanto uma máquina de lavar quanto um grande organizador, é um espaço de triagem, um turbilhão onde as coisas giram, misturam-se e são limpas. Ver-me diante desse tambor, escolhendo ativamente o que vou vestir, é o ápice da autonomia nesse enredo noturno.
Depois de voar, de transitar pelo espaço do outro e de encaixotar o que me pertence, eu não estou mais apenas guardando a minha identidade; eu estou selecionando-a. Escolher a minha própria roupa dentro de um turbilhão é o símbolo exato do livre-arbítrio sobre quem eu decido ser a partir de agora. Quais camadas servem? Quais padrões antigos eu vou deixar rodando no tambor e quais vou de fato vestir para me apresentar ao mundo?
Não há mistério cósmico aqui, mas sim uma belíssima crônica visual do meu próprio inconsciente sobre transição, preservação da individualidade e, acima de tudo, o poder de escolha sobre a minha própria narrativa.


Para continuar acompanhando minhas reflexões diárias sobre o comportamento humano, a nossa busca por autonomia e as ironias da nossa mente, convido você a seguir **Alinny de Mello** no Pinterest. Os temas são publicados, através dos MEUS livros digitais toda semana por lá.

Talvez o meu desgosto por mudanças seja pelo medo de sentir a saudade.

Primavera. Dias de vento, de chuva e de mudanças.
Talvez seja tempo de abrir as gavetas da alma, reorganizar o que ficou guardado e revisitar aquilo que, por algum motivo, deixamos para depois.
Dias longos de reflexão, de escuta e de silêncio.
Um tempo de paz, não como ausência de conflitos, mas como possibilidade de ouvir o que existe dentro de nós.
Na psicanálise, escutar também é uma forma de cuidar: dar espaço às palavras, aos sentimentos e até aos silêncios que tantas vezes tentamos esconder.
Que esta primavera nos inspire a olhar para dentro com mais delicadeza, compreender nossas histórias e deixar ir aquilo que já não precisa permanecer.


Cleide Regina Scarmelotto

Não existe certo ou errado quando buscamos mudanças em nossas vidas!