Reflexões sobre o amor para tentar entender o coração
Quantas vezes tempo
Quantas vezes irei te cobrar
Quantas vezes você me viu passar
Não tive nem tempo de pensar
Quando vi já era passado
Tive medo, fiquei apavorado
Pedi ajuda a todos os santos
Implorei até para os arcanjos
Gritei o mais alto que pude
Acho que estava no auge de minha inquietude
Eis que um dia fui ouvido
O tempo se encarregou de ser meu amigo
Me deixou passar, assim como meu anseio
Hoje você tempo, é todo meu devaneio.
Insta: @marco_albernaz
Sempre valorizei embrenhar-me pelas curvas de um dialogo simples e sincero despretensioso de qualquer outra intenção, querer acelerar o que não deve ser acelerado, transforma em fumaça, obnubila-se, destrói qualquer resquício de atração que por ventura possa emergir, as pessoas estão muito afoitas, é preciso parar, descer do seus mundos antropocêntricos, querer escutar mais o próximo, é preciso cuidar do jardim interior regar-se culturalmente sem moderação, olhar com os olhos da alma a essência que não se vê, o resto são frivolidades e coscuvilhices.
Em mim repousam resquícios das estrelas, de quasares distantes, de galáxias , de luas e sóis, sei que sou terra, poeira e poesia selados em um esqueleto de ossos e ideias, meu coração permeia entre bits e átomos, pulsante de amor e sangue, eis me aqui, inumano, o arauto do pós futuro, hibrido deixo-me levar pelo vácuo que me rodeia, peralta e inquieto sigo de olhos fechados, fundindo-me aos multi universos que me espreitam a cada curva do infinito, sucumbindo o tempo e o ao espaço, eu, um quase tudo.
Profanum
Despedaço, aquarelo-me em uma profusão de cores, liquidifico-me gota a gota, oceanando-me em poças irreflexivas, profundas e breves.
Transbordo-me em catarses silenciantes.
Em busca da vã quimera que me sustente.
Da ventania exasperada que me faça companhia, nos decadentes degraus solitários da porta entreaberta da catedral da vida.
Afoito por estrelas cadentes, nos véus dos céus de carbono
Emaranhando-me as raízes e ao concreto podre, retorno a terra, em uma liturgia profana.
Tornado-me o adubo de um infinito incerto.
reexisto.
Se eu tiver apenas uma mão disponível, onde eu teria duas possibilidades: Abrir a porta de um sonho meu; e a outra possibilidade seria segurar a sua mão.
Sabe qual eu escolheria? Segurar a sua mão, é claro. - "Mas poxinha, não quero que deixe seus sonhos de lado por mim."
É que você ainda não entendeu que o meu maior sonho é passar a minha vida ao seu lado. rs
"De todas as coisas que podem me causar mais dor emocional, as expectativas que criamos em nossa mente por ansiar ou querer algo, é a principal delas. As expectativas, às vezes nem é uma questão de escolhermos esperar por tal coisa, mas pelo fato de ter um sentimento envolvido. São de coisas básicas e simples até nas mais complexas e complicadas. E se refletirmos assim, perceberá que não é o amor quem nos machuca nem a pessoa que nós amamos, mas é nós mesmos que criamos um desejo da qual a pessoa não tem como adivinhar que queremos ou, principalmente, precisamos. As expectativas feitas por sentimentos... São as mais dolorosas."
A Escolha é sua.
《Jesus ou Barrabás : A quem vocês querem que eu solte ?》
Texto Base: Mateus Cap: 27 Ver:15 a 26
No passado as pessoas crucificaram Jesus, e libertaram Barrabás. Hoje não é diferente !
Existem algumas pessoas' que continuam crucificando Jesus em suas vidas, e escolhendo Barrabás com suas atitudes, e ainda querem as bençãos de Deus.
Jesus disse : Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas. (Mateus 6 :24)
O mundo oferece drogas , bebidas etc ... como atrativos para suas diversões. A maioria querem usufruir desses atrativos... como "curtição" e pensam que isso é vantagem , que podem viver uma vida dessa forma, e ao mesmo tempo servir a Deus, acreditando estar tudo bem ,que Deus aceita essa forma de viver.
Saiba que esse estilo de vida não agrada a Deus!!!
Sabe o que Bíblia fala,que na sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou da comunhão, da luz com as trevas? (2ªCoríntios 6:14)
A Bíblia fala também que a amizade do mundo é inimizade contra Deus (Tiago 4:4 ) e que o salário do pecado é a morte ( Romanos 6:23), morte espiritual alma queimando eternamente no inferno. A Bíblia diz ainda : (Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça? Romanos 6 :16)
Conclusão:
Não devemos desfrutar das migalhas que Satanás nos oferece todos os dias. Mas sim dos alimentos que nos dará vida... "Jesus".
O pão da vida ,água da fonte, para que tenhamos uma vida cheia da presença de Deus. Jesus disse em sua palavra que ele é o pão da vida, e quem comer deste pão , nunca terá fome, e quem beber da água que ele oferece nunca terá sede (João 6:35 / João 4:14 ).
Deus diz em sua palavra que não tem prazer na morte de quem morre (perdido,condenação eterna,inferno ) mas que antes a pessoa venha a se converter dos seus pecados e viva ( Salvação: Morada com Deus no Paraíso) (Ezequiel 18:23)
《 Lembre-se: A escolha que você faz hoje, refletirá em sua vida,seja para o bem , ou para o mau. 》
Que Deus abençõe sua vida com essas palavras, e que te mostre ,o caminho para uma vida de paz em nome de Jesus Amém.
Por: P.Henrique Barros
Tem gente que a gente sente. Que temos saudade mesmo estando perto e temos medo só do fato de ter que ir.
Tem gente abrigo, que acolhe e encolhe para nos caber no próprio coração. Gente que enlouquece de repente quando a gente fica cego tentando enxergar por outras lentes.
Tem gente que a gente pensa e sente alívio só de pensar. Que está ali, em algum lugar. Que nos acalma só por estar.
Tem gente que a gente ri. E ri de gratidão por fazer parte daquele “sentir”. Gente que nos faz imaginar durante um tempão sobre alguém pode ser assim. Desse jeito. Desse modo.
Tem gente que não se perde no tempo. E tem gente que chega sendo surpresa, marcando seu próprio relógio comandado por intensidades e não segundos.
Tem gente que acrescenta. Gente que nos frequenta todas as vezes que decidimos amar. Tem gente aviso. Que nos desperta para as verdades tão bem escondidas.
Tem gente real. Que vale mais que dinheiro e nos tira das vielas sujas das resistências emocionais. Gente que não mendiga e nem cobra. Tem gente que é obra e doa toda arte que puder doar.
Tem gente que abraça de perto e que nos toca de longe. E assim, nas suas diversas formas de abraçar nós também nos descobrimos casa.
É assim… Tem gente que nos rouba só para nos ensinar a voltar a ser nosso próprio teto novamente.
Ah… Como eu amo essa gente.
Não se cobre pelas dívidas alheias, nem se compare ao que não te faz crescer. Seja você POR você, aprenda a ter sensibilidade para entender isso. Muitas pessoas irão colocar um peso nas suas costas e simplesmente irão embora como se nada tivesse acontecido. Não aceite, recuse tudo aquilo que não te fizer caminhar para frente.
Você é linda e pode ser ainda mais reconhecendo que não precisa igualar-se a ninguém para isso. Olhe-se no espelho e veja-se como obra de arte, uma obra que Deus criou e que merece autorespeito, autocuidado e autoconsideração.
Sobre os seus limites só você sabe, sobre suas dores só você mede, sobre seus lamentos só você sente. Então não se permita entrar no “mundo” alheio apenas para carregar dores que não são suas e prestar serviços em troca de amor, sendo que este é gratuito desde o início dos tempos. Gratidão é fruto de consideração, não esqueça!
Doe ao outro aquilo que transborda em você. Não aquilo que te falta.
O maior amor da sua vida é o seu.
Eu aprendi uma coisa sobre finais: que precisamos transformá-los. E não será diferente com você.
Dessa vez eu não vou fazer milhares de perguntas para que eu possa entender o motivo do seu sumiço ou procurar uma forma de chegar até você, retornar nossas conversas diárias e, dessa forma, conseguir me sentir bem. Me sentir viva.
Não dessa vez. Agora eu decidi ficar no meu canto, esperando nada de nada, desconstruindo e reconstruindo o que tiver para ser. Vivendo os meus dias em reconciliação comigo mesma, pedindo perdão e me perdoando por todas as vezes em que achei que despedidas como esta, novamente eram somente por minha culpa.
Eu tenho muito a aprender, entende? E eu não deixo de ser capaz disso sem você. Eu continuo. Eu vou sorrir quantas vezes for preciso e vou chorar quantas vezes for necessário chorar para entender que o foco dessa situação toda não é VOCÊ TER IDO e sim EU TER FICADO.
Sim! Eu fiquei. E agora a situação é sobre como eu vou me dedicar a mim, cuidar dos meus sentimentos, daquilo que eu mesma quero expulsar (eu tenho essa autoridade). Sua ida me confundiu. Mas eu não posso ficar o tempo todo tentando decifrar sua personalidade e seu tempo como se eles fossem meus.
A mim só compete a tarefa de seguir em frente. A mim só compete a tarefa (a árdua tarefa) de não me perder e de me encontrar quando os labirintos forem difíceis demais. A mim me importa o seu desaparecimento repentino, mas não será mais essa despedida sem sentido que roubará os risos que tenho que dar e os novos riscos que tenho que correr. Sua ida, novamente, não me causará mais o mesmo trauma.
Porque eu também aprendi outra coisa sobre finais: Eles precisam acontecer. Eles são senso comum da vida.
E eu não vou morrer por isso.
De repente eu não sinto mais nada.
É como se meu coração tivesse decidido se fechar e ponto. Ele já não aperta, já não bate mais forte ao te ver e sequer faz questão de fazer planos para o dia do seu aniversário. E por mais incrível que pareça eu até tento sentir saudade e falta, mas tudo que ele me diz é que não adianta. Que por mais que eu tente, ele não vai mais tornar-se bagunça por alguém que não me doava gratuitamente a mesma importância.
Que seja ansiedade, que seja medo da entrevista de emprego, que seja pelas fobias sem sentido, que sejam os transtornos que o próprio já tem. Mas ele, o meu coração, não admite que o motivo pelo qual adoeça seja por causa de outra pessoa que comete erros como eu e pode ser tão vulnerável quanto. Ele não admite que seja por você.
Te deixou ir. E talvez você ainda esteja aqui na minha mente, admito. Mas, estranhamente, já não encontro o seu aperto no meu peito. Talvez ele tivesse criado paciência um dia. E agora ela acabou.
É inútil tentar imaginar nossa família agora. É inútil pensar em você na forma de futuro, porque em nenhum momento meu coração diz que é você que vale a pena, que é por você que ele vai abrir as portas, que é em você que confiará o transbordar das minhas alegrias.
Acabou. Demorou, mas acabou. É estranho, repetitivo. Mas realmente acabou. Não há sequer um vislumbre do nosso romance que eu sonhava, não há nenhuma importância excessiva que me faça te ligar na madrugada.
De você, a única coisa que há é a informação de passado, a de que o coração também sabe quando NÃO É PARA SER.
O que te dói agora é um sentimento chamado verdade. O labirinto que você está atravessando faz parte de um processo que termina em autoconhecimento e te fará descobrir quem você é em primeira instância, quem foi adormecido pelas necessidades de se sentir aceito e plenamente bem visto por todos. O que te faz sentir perdido é o fato de que quem costurava suas máscaras foi embora de sua vida e tudo o que restou foi você mesmo e o buraco no peito por saber que tantas vezes seguiu caminhos de olhos fechados permitindo que qualquer um enxergasse por você.
Deus, através de Jesus e sendo quem ele é, jamais desistiu de querer te mostrar quem você pode ser. E quanto mais você buscá-lo, mais você se achará.
Nos colocamos constantemente trabalhando o ego e aceitando o coração como guia espiritual para desenvolvermos uma consciência baseada no coração!
Tem gente real. Que vale mais que dinheiro e nos tira das vielas sujas das resistências emocionais. Gente que não mendiga e nem cobra. Tem gente que é obra e doa toda arte que puder doar.
A mim só compete a tarefa de seguir em frente. A mim só compete a tarefa (a árdua tarefa) de não me perder e de me encontrar quando os labirintos forem difíceis demais. A mim me importa o seu desaparecimento repentino, mas não será mais essa despedida sem sentido que roubará os risos que tenho que dar e os novos riscos que tenho que correr. Sua ida, novamente, não me causará mais o mesmo trauma.
Porque eu também aprendi outra coisa sobre finais: Eles precisam acontecer. Eles são senso comum da vida.
E eu não vou morrer por isso.
