Reflexões sobre Música
Uma Música não precisa ter Mil Palavras, mas que suas frequências sejam bem sintonizadas com os nossos ouvidos.
(Kelvin Mateus Maciel)
IDENTIDADES
Como cordas tensionadas entre pontos fixos produzem música, também nós precisamos de limites para dar voz à nossa singularidade. É precisamente através das nossas fronteiras que descobrimos a vastidão do que podemos ser.
O amor é uma caixinha de música que toca no coração.
É como uma luz que brilha intensamente.
Um farol que ilumina em noites de tempestade.
Um precioso diamante.
O amor faz cessar conflitos e transmite a paz.
Cura o coração das pessoas.
O amor não busca recompensa.
Só ame.
Quando o amor acontece toca. É uma caixinha de música que pulsa no coração.
Motiva. Alegra.
O amor da sentido a vida. Revigora. Faz a esperança renascer.
Como uma árvore cortada. O seu tronco seca. Não dá mais frutos. Vem a chuva e a árvore renasce. Brota. E dará frutos no futuro.
Assim é o amor. É como uma chuva torrencial que cai na terra seca do coração. O coração está sem vida. O ser está abatido. Caído. Ferido. Vem a chuva e revive. Faz renascer. Dá esperança.
O amor cura as feridas mais profundas. Perdoa as mágoas mais antigas. Apaga o ódio mais agudo.
O amor traz uma promessa de dar frutos no futuro.
Quando o amor acontece tudo se renova. Nasce o melhor. Um para o outro. Juntos no mesmo sentido. No mesmo propósito e sintonia.
O amor brota do fundo da alma. Deixa o ser transparente. Do âmago, uma luz brilha.
Já não há segredo. Não existe medo no amor.
Sem egoísmo ou vaidade. O amor abre mão das suas vontades para se doar. Duas vidas em uma, em cumplicidade.
Quando o amor acontece faz nascer o melhor do ser, pois é amor. O amor é bom. E se não fosse assim, não seria amor.
Nasce o amor e cura as feridas. Cura as mágoas da alma. Cura as feridas do ser.
E se tiver egoísmo ou obsessão não é amor.
É leve. Sem culpa. Perdoa. Deixa ir.
É liberdade. É vontade. É renovo. É querer.
É capacidade de superar. É vontade de se doar.
É capacidade de doar sem esperar nada em troca.
Quando o amor acontece tem vida. Brilha uma luz.
É um sorriso aberto.
Como um dia de sol, sem sombras.
É assim quando o amor acontece.
A música é vital, e tem um poder absoluto em nossas vidas, principalmente para quem compõe com a alma. Ela tem um jeito único de nos fazer, em momentos decisivos, naqueles mais difíceis, onde estamos mais bagunçados emocionalmente, de nos impedir de afundar em nosso próprio abismo. De naufragar em nossos oceanos internos. De sufocar com as palavras não ditas.
E mais do que isso, a música, muitas vezes, nos mostra o que nem mesmo nós sabíamos haver no nosso peito. Nos revela a nós mesmos. É a ferramenta mais poderosa de autoconhecimento quando você se permite desnudar através dela, sem censura, apenas deixando fluir. Ela escancara o que machuca, o que dói, o que não superamos, não suportamos, as mentiras que nos contamos, o que mais nos importa, e até o que mais amamos. Tira a nossa máscara e fotografa sem que nenhum filtro possa esconder as marcas, cicatrizes e feridas abertas ainda sangrando. Ela nos leva em uma viagem interna, ao centro do nosso coração. Nos vemos no espelho em carne viva, e descobrimos tudo o que somos e sentimos quando ninguém pode nos ver ou ouvir. Nesse momento, gritamos ao universo, e nesse grito mudo, até as estrelas tremem.
O artista não pode fugir de si mesmo, pois vive a beira do abismo, nos raros momentos onde não está imerso nele. Há sempre um lembrete para nós, de que jamais seremos iguais. Jamais seremos de plástico. Jamais nos encaixaremos! Jamais viveremos a mentira, pois a nossa arte sempre jogará em nossas caras a verdade nua e crua, sem dó nem piedade. Isso é ser um artista de alma. O preço é a nossa alma. A recompensa é a mais pura e cruel realidade, escondida em uma pedra que lapidamos sangrando até se tornar um diamante, sem pintar, esconder ou enfeitar o que foi antes, assim como o nosso sangue, se fundindo ao brilho transparente da matéria prima. O tesouro escondido na escuridão da noite mais escura.
- Marcela Lobato
Música: Figura de política.
Autor: Dênisson Hélder Dinéh.
Um dia, a linguagem literal foi exilada pela figura de linguagem.
Quando o bolso pesar, dizem que a Antítese alivia.
Se a Metáfora faltar, não adianta gritar com Onomatopeia.
Se o modelo prioriza ditaduras amigas, a gente dissimula, trabalha em dobro e espera a Hipérbole passar.
Nas contas públicas no vermelho? Use a Hipérbole, jamais a Comparação.
Onde houver comissionado incompetente, a Prosopopeia se faz presente, dando vida a quem nada produz.
Basta a Catacrese sentir uma Sinestesia para o povo tomar uma Antonomásia (o apelido que vira condenação).
No fim, vai bater a saudade da linguagem real e direta.
Aquela que diziam doer, que diziam ser de ódio, que diziam ser bruta...
Mas era apenas a verdade sem filtro.
Só não vale repetir que foi GOLPE.
Aí já não é figura de linguagem... é Ironia do Destino
Música: Cérebro artificial.
De: Dênisson Hélder Nogueira Rocha (Dinéh).
Cérebro artificial, mente sobrenatural, Máquina de fabricar ignorância digital. Atrofia o pensar, limita o horizonte, Secando a inteligência que bebia na fonte.
Pra quê produzir? Pra quê raciocinar? Se a procrastinação é o novo "ar". Uma arte que asfixia, que sufoca o progresso, Vendendo a evolução pelo preço do acesso.
Onde vamos parar? Tudo vira "IA". A mente que era joia, hoje é peça vazia. Sem lapidação, sem esforço, sem trilha, O cérebro humano virou só uma pilha. E o fim já começou, sem aviso ou remorso: Levamos o "mestre" dentro do nosso bolso.
Entre versos quebrados
O silêncio virou música quando você partiu, cada passo teu ecoou como um refrão tardio.
Meu peito aprendeu a tocar saudade em tom menor, e o amor, que era festa, virou solo de dor.
As lembranças giram como vinil riscado, promessas pulam, repetem, não seguem o combinado.
Teu nome ainda dança entre notas e ais, é a canção que insiste em não terminar jamais.
No meio da noite,
o coração muda o ritmo,
tenta ser forte,
mas falha no próprio compasso.
Entre versos quebrados
e acordes perdidos,
aprendo que amar também
é saber ficar só no espaço.
E quando o último acorde
enfim se desfaz,
não é o fim do amor
— é só o fim de “nós dois”.
Guardo essa trilha como parte de quem fui, porque toda despedida também ensina depois
"Quantas vêzes, a gente fica a ouvir a mesma música só porque lembra uma pessoa ou um momento da nossa vida...!"
☆Haredita Angel
Você.
"Você o meu verso, a minha prosa.
O meu sonho cor-de-rosa...
A minha música preferida,
que hoje eu não canto mais..."
☆Haredita Angel
"Saudade, um instrumento de cordas a tocar em meu coração a música da sua ausência,
a canção de um amor perdido...!"
Haredita Angel
28.11.25
(Letra de música)- O grito da alma
(Verso 1)
No silêncio da noite, um grito ecoa,
Alma ferida, a dor que me açoita.
Coração em prantos, aa lágrimas caem,
Em busca de paz, a alma que se revolta.
(Verso 2)
As sombras dançam, a escuridão me abraça,
Memórias vêm e vão, a saudade que traça.
Um turbilhão de emoções que me desmonta,
Em cada verso, a alma que se desfaça.
(Verso 3)
A voz que clama, um lamento profundo,
Em cada nota, um grito do mundo.
A esperança some, em um instante infundo,
Em busca de um novo, um novo segundo.
(Verso 4)
Mas a chama arde, a fé não se apaga,
Em cada verso, a alma que se afaga.
A luta continua, a vida que se alaga,
Em um grito eterno, a alma que se propaga.
Os desejos e a solidão ( letra de música)
(Verso 1)
No silêncio da noite, a dor me invade,
Um passado dominador, em almas que ardem.
Sonhos desfeitos, em luta constante,
Amor perdido, num mundo distante.
(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito de alma, em busca de redenção.
(Verso 2)
As palavras se perdem, na voz que clama,
O violão chora, a melodia inflama.
Em cada acorde, a saudade persiste,
Em cada verso, a esperança resiste.
(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito de alma, em busca de redenção.
(Ponte)
No horizonte, a luz que se esvai,
Em cada lágrima, o adeus que cai.
A guitarra chora, a voz se eleva,
Em busca de um novo amanhecer.
(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito
Destinos (Letra de música)
(Verso 1)
Em destinos traçados, na jornada a seguir,
Um encontro marcado, onde o amor vai surgir.
No desengano, a busca, em lugares a sós,
A essência perdida, em segredos e nós.
(Refrão)
Oh, destinos, caminhos, almas em sintonia,
Em meio às cinzas, a luz irradia.
A força na fraqueza, um milagre a encontrar,
Em cada passagem, a paz vai reinar.
(Verso 2)
No lamento desnudo, a profundidade a sentir,
Perdido no vazio, a verdade a descobrir.
Barreiras desmoronam, o óbvio a se mostrar,
Em cada olhar, a alma a se encontrar.
(Refrão)
Oh, destinos, caminhos, almas em sintonia,
Em meio às cinzas, a luz irradia.
A força na fraqueza, um milagre a encontrar,
Em cada passagem, a paz vai reinar.
(Ponte)
Em cada verso, a melodia a ecoar,
Em cada nota, o amor a se firmar.
(Refrão)
Oh, destinos, caminhos, almas em sintonia,
Em meio às cinzas, a luz irradia.
A força na fraqueza, um milagre a encontrar,
Em cada passagem, a paz vai reinar.
Viver o intenso ( Letra de música)
[Verso]
Planos que o vento levou
Aplausos ecoam
Mas quem ficou
Chegou pintado de glória
[Pré-Refrão]
Fogo que arde
Inacabável voz
Uma sinfonia que nunca se desfaz
[Refrão]
Viver o intenso, sentindo os momentos
Ventos e correntezas com suas urgências e tormentos
Contemplar as nuvens com seus indomáveis desejos
Lágrimas caem os tempos são mágicos
[Verso 2]
Glória que pesa mas não me prende
Fogo no peito que sempre acende
Correntezas que levam e trazem
[Refrão]
Viver o intenso sentindo os momentos
Ventos e correntezas com suas urgências e tormentos
Contemplar as nuvens com seus indomáveis desejos
Lágrimas caem os tempos são mágicos
[Ponte]
Desejos guardados indomáveis e gritantes
Lágrimas que contam histórias distantes,
Tempos que passam mas deixam um brilho constante.
Oitavo ano (Letra de música)
(Verso 1))
Oitavo ano, sem expectativas ou preocupações
Focado em viver até as últimas consequências
Doces paixões, um poder dominador paralisa as razões dando sentido à história
(Verso 2)
No quadro negro, a sensação de medo e vazio
Viagens que moldam o tempo que escapa paixões aladas
Lutas travadas, sonhos que se tornam reais relembrando amores de verão
Valores que nos guiam as sombras do passado que dança com o presente
(Verso 3)
A chama que arde em nosso peito são histórias reais implorando o retorno aos pedestais dos desejos
Escritas com coragem a estrada continua, sem temer a miragem de tantos rostos e tantas vozes a ecoar cada segundo
(Verso 4)
A cada passo dado as viagens nos levam a novos horizontes desenhando sonhos constantes, com o coração em chamas lutamos juntos, sem soltar as mãos valores são âncoras, amores são asas
Em cada momento, encontramos nossas causas o tempo não para, mas seguimos em frente, o começo é eterno o passado é presente.
Coração bêbado
(Verso 1) Letra de música.
Os abraços que não dou se engraçaram com o tempo que já voou
A saudade não para de pulsar e Nunca parou,
Coração tropeça mas sempre ficou de pé nesse ciclo sem fim de inocência e amor
Na neblina me perdi com o abraço na ponte da saudade, gritos são ouvidos perdidos no horizonte da indiferença sem piedade
(Verso 2)
No Impacto do vazio o capuz da solidão me cobre
O eco me conduz bêbado de memórias a mais um gole de saudade Aventureira minha mente busca por liberdade mas se mantém perpetuamente rodando nesse labirinto faminto por mais um encontro de corações sadios
E mesmo perdido no frio da vergonha, as lágrimas caem quebrando a distância de um coração vadio e bêbado mas cheio de esperanças
(Verso 3)
E quando a caneta se perdeu, os sentimentos deixaram seus efeitos colaterais espalhados fazendo valer o poder da sua voz
Sufocado pela saudade a minha versão no futuro foi engolida e deixou de ser um presente na realidade
Um iceberg passou flutuando entre as ondas e nele estava preso a última imagem do meu coração.
Perturbador e puro
A tua voz ainda é música, ela preenchi,
Se esconder no jardim do talvez foi uma doce mentira de outras próximas vezes,
O intenso é perverso e se deixa escapar quando o impossível repousa,
O tentar desistir apenas ensina "que aquilo que não volta é porque nunca foi seu",
sendo assim, no amor a confiança tem um ritmo perturbador e puro.
Foi de coração quando pedi para lançarem aquela música no rádio,
A matemática é simples, quem planta coragem colhe alguma riqueza da ação e nesse progresso a conexão cria raízes.
"Gosto tanto da música que alguns denominam brega... Que a considero 'clássica'!"
Frase Minha 0673, Criada no Ano 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
