Reflexões de Amigos

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Os defeitos da mulher de quem sou amigo passam a meus olhos a serem qualidades.

A família é o que lhe cabe. Os amigos, você escolhe.

Livrai-me do cupido atrapalhado
Do Santo Antônio desligado
Do acaso mal combinado
Dos amigos desavisados
E me arrume um amor equilibrado.

Pra que um namorado quando se
tem boates, amigos e drinks?

Primeiro tenta
matar os amigos, agora
quer se matar sozinho'.

⁠Gosto de estar sozinho
e isto não implica que sou solitário;
tenho bons amigos, e, por eles, sou grato, mas minha mente floresce na solitude.

5 coisas que eu aprendi:

1- Talvez meus amigos não mudem. Nem minha família. Nem meus colegas de trabalho etc. E se quero ficar em paz, cabe a mim mudar a minha visão sobre os fatos e o meu modo de lidar com cada situação.
2- O que eu não posso mudar eu preciso entregar nas mãos de Deus e descansar. Não ficar remoendo, me desgastando e sofrendo.
3- Tenho defeitos e qualidades. E não é justo olhar para os meus defeitos com lente de aumento e para as minhas qualidades com uma lupa.
4- As pessoas só gostam de gente que se gosta.
5- O meu bem mais precioso é o tempo. O passado é algo morto e o futuro ainda nem nasceu. Sendo assim, preciso ser feliz agora, e jamais deixar de me alegrar com o que eu tenho só por causa do que me falta.

Eu trabalho por você,
Vivo por você,
Me mato por você,
Sem você não tenho amigos,
Sem você não durmo direito,
Mesmo com tantos defeitos, eu te amo salário.

"mais vale um inimigo sabio do que um amigo imprudente."

eliphas levi, em: o livro dos sabios.

Poema: Amiga Amor

Nunca pensei que pudesse ser feliz de verdade,
Ou que uma amizade se transformasse.
Nunca imaginei o que hoje é realidade,
Ter ao meu lado alguém que me ame de verdade.

Saber os meus defeitos é uma das suas qualidades,
Um do seus defeitos é saber de toda a verdade.
Este é o preço do amor que segue da amizade,
Se entregar sem temer poder amar de verdade.

Saudades dos momentos que vivi com meus amigos, ficam guardados pra sempre aqui no meu coração.

Ninguém pode forçar a barra ou uma situação. Ninguém pode forçar amizade, cumplicidade ou intimidade. As coisas precisam ser naturais, simples, saudáveis, afinal, todo mundo está aqui para ser feliz, para conquistar todo dia alguma serenidade. É ou não é?

Viver.

Afinal, o que é viver? É ter amigos? É se divertir? É ter uma família bem estruturada? É estudar ou é tudo isso? Pra mim viver é saber reconhecer que perdeu, é sofrer as dificuldades, é sobreviver a perda de um parente ou de um amigo. Mas o mais importante é depois disso tudo é sorrir, é pagar mico e rir depois, é ter amigos verdadeiros e inimigos que fazem você se sentir bem, afinal ninguém odeia o fraco e ninguém inveja o feio. Pra mim viver é aproveitar cada momento, porque eles são únicos; é rir de quase tudo porque rir faz bem; é aproveitar os amigo ao máximo, porque não sabemos até quando vamos ter eles; é também sobreviver às dificuldades, porque tudo tem um propósito, uma lição pra ser aprendida e guardada.

O bom da Simplicidade, é que tu não conquista AMIGOS pelo materialismo, pode ter Muitos ou Poucos, mas estes são VERDADEIROS!

Amigos considerados irmãos... eu digo para vocês, não quero ver ninguém bem por aqui. Quero vê-los ótimos! Àqueles que têm uma ferida muito grande, eu doarei um coração renovado cheio de força e fé, pegue para você, acredite que tudo pode mudar, faça acontecer!

Por pior que seja a situação em que seu amigo se encontra, nunca o abandone-o. Um verdadeiro amigo nunca abandona o outro por qualquer que seja o motivo.

Posso ser assim, louca, mas nunca sou tão louca de perder uma amizade por qualquer besteira.

"As relações são muito frágeis. As amizades, mesmo longas e firmes, são muito frágeis. O amor, por mais forte que seja, é muito frágil. Porque todo mundo se magoa, se fere, se atinge. Mesmo sem querer. Mas o que importa é o que a gente faz com isso, como a gente lida com a situação. O que importa é a gente querer fortalecer as coisas. Com clareza, maturidade e entendendo que não existe lado A ou B: todo mundo está do mesmo lado."

Kurt Staden



Parece nome de nazista... e era.


Meu pai tinha um amigo, chamado Kurt Staden.


Um alemão de quase sessenta anos, que combatera na frente Russa, na segunda grande guerra.


Esse alemão, andava apoiado em duas bengalas, tinha o rosto todo deformado e um ar austéro.


São Paulo antigamente talvez fosse um pouco mais fria do que é hoje. Por várias vezes vi o Senhor Kurt, sempre de sobre-tudo.


Pouco falava da guerra, mas quando falava reunia à sua volta muitas pessoas.


Uma destas vezes parei e resolvi escutar um pouco o que dizia.


Falou que ficou mais de um ano em uma trincheira em Leningrado; que o frio era horrível e que a carnificina era indescritível.


Os russos atacavam com muitos homens, e os alemães entrincheirados, varriam os batalhões com metralhadoras ponto 50.


Os cadáveres ficavam lá.


O cheiro da morte era insuportável.


Quem não morria pelos petardos e balas, morriam de fome, pois era impossível manter logística de abastecimento de alimentos naquele inverno tão rigoroso.


Desta forma, começaram a comer animais, ratos e por fim, o canibalismo.


Comiam parte dos cadáveres para que pudessem sobreviver.


Os russos em maior número, em determinado momento, começaram a avançar; no rolo compressor chegaram até Berlim.


Tanto era o ódio, que no avanço russo, inúmeras alemãs foram estupradas e mortas.


O Senhor Kurt foi salvo pela Cruz Vermelha, semi morto.


Era apenas um soldado seguindo ordens.


Perdeu uma perna pelo frio intenso e outra quase totalmente destroçada por estilhaços de bomba.


O Senhor Kurt tinha um olhar triste e sempre fitava o infinito, como se estivesse procurando algo que tivesse desaparecido da sua vida.


O Senhor Kurt faleceu no final dos anos 60, aproximadamente há 25 anos após ao término da guerra, sozinho e longe da velha Alemanha.

Não disse que não quero sua amizade, disse que não quero que a sua falsidade respingue em mim.