Reflexão sobre Ser Feliz

Cerca de 10137 reflexão sobre Ser Feliz

Às vezes eu acho que sou uma pessoa complicada de descifrar sabia?
Eu amo a ideia de ser feliz de aproveitar a vida, mas minha cabeça insiste em revisitar pensamentos tristes quase que o tempo todo eu não curto muito essa versão em mim, mas foi o que sobrou de tudo que eu já senti e suportei de vez em quando faço pose de quem não liga pra nada finjo frieza faço o tipo difícil.
Só que a verdade é que eu me importo demais, tem hora que eu quero toda atenção do mundo, mas ao mesmo tempo tenho essa necessidade de sumir de afastar de todo mundo de ficar só.
Mesmo quebrado por dentro eu gosto de ajudar os outros escutar, aconselhar tentar resolver as dores de quem me procura, mesmo quando eu não faça ideia de como resolver as minhas eu adoro ouvir as pessoas mas morro de medo de abrir o que carrego aqui dentro tem dias que nem eu consigo me entender direito.

Ser feliz é fazer da vida uma comédia, deixando de lado o drama.
Rir muito te dá mais longevidade...
e sofrer muito encurta a escalada de sucesso rumo à felicidade.

Que venha o novo ano, estou pronta para ser feliz... de novo!

Boa noite!
"Que a paz e a coragem de ser feliz,
nos abrace hoje e sempre."
☆Haredita Angel

"Não dá prá ser feliz de qualquer jeito.
Cada um tem o seu jeito."

☆ Haredita Angel

"Passado, não me atormente eu não estou mais aí...
Presente, eu estou aqui e quero ser feliz!
Futuro, me aguarde..."
Haredita Angel
06.10.25

"Revolucionário, é ser feliz e não precisar
de aplausos e nem de testemunhas!"
Haredita Angel
13.11.25

A arte maior é o jeito de cada um.
Vivo pra ser feliz, não vivo pra ser comum.

Charlie Brown Jr

Nota: Trecho da música Beco sem saída.

Quando o povo decide ser feliz, a essa escolha coletiva damos genericamente o nome de Carnaval.

Entre todos os luxos que a vida nos oferece, ser feliz é o maior e o mais desejado.

O SER QUE É MEU

Ser bem-aventurado é acordar agradecendo a Deus por mais um dia.

Ser feliz é contentar-se com o que se tem, sem cobiçar o que pertence aos outros.

Ser ousado é viver intensamente, sem se preocupar com o que pode vir depois.

Ser cauteloso é pensar, pensar e agir pensando.

Ser rico é fazer da fraternidade o seu maior patrimônio.

Ser humilde é reconhecer as próprias origens e jamais esquecê-las.

Ser generoso é construir laços de amizade sem se deter nos defeitos do próximo.

Ser genuíno é conhecer pelo nome aqueles que amamos e a quem queremos bem.

Ser persuasivo é convencer sem precisar bajular.

Ser valente é ousar na medida em que se acredita ser certo.

Ser sábio é procurar conhecer um pouco de tudo e aprender sempre mais.

Ser abençoado é reconhecer a presença de Deus em tudo aquilo de que precisamos na vida.

"Não é preciso ser POBRE para ser HUMILDE. Nem RICO para ser FELIZ."
0847 | Criado por Mim | Em 2016


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

2235 📜 "O Sujeito abordou-me na rua e perguntou: 'Quer ser Feliz, Rico e Bonito?' Respondi rápido: 'Se não tem nada de novo para oferecer, saia do caminho'. Ele saiu, resmungando! Nenhum dos dois lados me pega. Estou realizado com o que tenho e com o que sou, Aleluia e Amém!"

3380 📜 Estou fechando mais uma Turma para Meu Curso: 'Como Ser Feliz e Obter Realização com Apenas Uma Conta nas Redes Sociais!'

Desculpa a má educação,
A vida é minha,
Sem essa de pedir licença pra ser feliz.

⁠O objetivo da vida
não é ser feliz; é ser útil!
Na verdade, é essa percepção de utilidade que nos permite
ser permanentemente
felizes!

⁠A Saudade é o imposto mais alto e mais amargo que se paga por ser feliz diante da finitude da vida.


Talvez seja essa a ironia mais profunda da existência: aquilo que um dia nos fez transbordar de alegria é, muitas vezes, o que depois nos deixa vazios.


A vida nos concede instantes de plenitude, encontros que parecem eternos, abraços nos quais o mundo finalmente silencia e momentos tão simples que, enquanto acontecem, sequer percebemos a grandeza que carregam.


Só mais tarde compreendemos que estávamos sendo felizes — e que a felicidade, sem nos avisar, já começava a se transformar em lembrança.


A Saudade é a prova de que o tempo não leva tudo.


Há coisas que ele afasta dos nossos olhos, mas não consegue arrancar de dentro de nós.


Permanecem as vozes, os gestos, os lugares, os cheiros e até os silêncios compartilhados.


Permanecem, sobretudo, as versões de nós mesmos que existiram ao lado de certas pessoas, em determinados momentos, sob circunstâncias que jamais se repetirão da mesma maneira.


Porque não sentimos Saudade apenas de quem partiu ou do que perdemos; sentimos Saudade de quem fomos quando ainda tínhamos aquilo que agora nos falta.


E talvez seja essa a parte mais dolorosa: não há como regressar ao passado sem descobrir que ele já não existe.


Podemos revisitar uma casa, percorrer uma rua, ouvir uma canção ou reencontrar um rosto, mas nada será exatamente igual.


O tempo modifica os cenários, transforma as pessoas e, silenciosamente, também nos transforma.


Somos feitos de experiências irrepetíveis, e cada instante que vivemos desaparece no exato momento seguinte, como se a própria existência nos ensinasse, desde o princípio, a amar aquilo que não podemos conservar para sempre.


Ainda assim, seria injusto considerar a Saudade apenas uma forma de sofrimento.


Ela também é uma espécie de homenagem involuntária à felicidade.


Ninguém sente falta, com tamanha intensidade, daquilo que nunca lhe tocou a alma.


A dor da ausência é, de certa maneira, a continuidade da presença por outros meios.


O que já não podemos mais abraçar continua a nos alcançar pela memória; o que já não podemos reviver continua a influenciar nossas escolhas, nossos sentimentos e a maneira como enxergamos o mundo.


Talvez amadurecer seja compreender que amar alguém ou alguma coisa não significa possuir o poder de mantê-la conosco.


Pessoas não são eternas, momentos não obedecem à nossa vontade e a vida não nos oferece garantias de permanência.


Tudo aquilo que consideramos indispensável está sujeito à mudança, à distância e à perda.


E, diante dessa realidade, temos duas possibilidades: endurecer o coração na tentativa de evitar futuras dores ou aceitar a vulnerabilidade como parte inevitável de tudo o que verdadeiramente importa.


A primeira nos protege de algumas feridas, mas também nos distancia de muitas alegrias.


A segunda nos expõe ao risco de perder, mas nos permite experimentar a profundidade de estar vivo.


É por isso que talvez a sabedoria não consista em aprender a não sentir Saudade, mas em compreender o que ela nos revela.


Ela nos lembra que o presente merece atenção, que os encontros merecem entrega e que as palavras de afeto não deveriam ser adiadas indefinidamente.


Quantas vezes deixamos de dizer o que sentimos porque acreditamos que haverá outra oportunidade?


Quantos abraços economizamos, quantos instantes atravessamos distraídos, quantas pequenas felicidades desprezamos por estarmos ocupados demais esperando uma felicidade maior?


Vivemos como se o tempo fosse uma propriedade nossa, quando, na verdade, somos apenas passageiros de sua correnteza.


Fazemos planos, construímos certezas e adiamos experiências como se a vida tivesse a obrigação de nos conceder um amanhã semelhante ao que imaginamos.


Mas a finitude não pede licença.


Ela está presente em cada despedida, em cada mudança e até na passagem silenciosa dos dias comuns, aqueles que parecem insignificantes até se tornarem lembranças preciosas.


No fundo, talvez a Saudade seja o preço de termos sido tocados pela beleza de existir.


E, embora esse preço pareça alto demais quando a ausência aperta, seria ainda mais triste atravessar a vida sem nada que merecesse ser lembrado com os olhos marejados.


Porque há uma grandeza inexplicável em ter vivido algo que, mesmo depois de terminar, continua produzindo sentido dentro de nós.


Há uma espécie de eternidade escondida nas coisas que não duram: elas permanecem não porque o tempo deixou de agir sobre elas, mas porque, em algum momento, foram capazes de transformar quem somos.


No fim, não levaremos conosco as horas, os lugares ou as pessoas.


Levaremos aquilo que essas experiências fizeram de nós.


Talvez seja esse o único modo de permanência que a vida nos permite: não impedir que tudo passe, mas reconhecer que nem tudo o que passa desaparece por completo.


E, se a Saudade é o imposto mais alto e mais amargo que pagamos por ter sido felizes, que ao menos tenhamos a coragem de viver de maneira que valha a pena pagá-lo.


Que não nos falte a ousadia de amar sabendo que podemos perder, de celebrar sabendo que o instante terminará e de agradecer mesmo quando a felicidade já tiver se tornado memória.


Afinal, a vida é finita, mas o significado de alguns encontros ultrapassa o tempo em que aconteceram.


E talvez a verdadeira tragédia não seja sentir saudade daquilo que um dia nos fez felizes, mas passar por esta existência tão breve sem jamais ter encontrado algo — ou alguém — cuja ausência nos fizesse compreender a imensa beleza de sua presença.


Porque, no balanço final da existência, talvez a Saudade seja a única dívida que nos orgulhamos de ter contraído: ela é a marca deixada por tudo aquilo que, por algum instante, fez a vida valer a pena.

"Ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância; usar as perdas para refinar a paciência; usar as falhas para esculpir a serenidade; usar a dor para lapidar o prazer; usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência. Lembre-se: 'A felicidade é tão simples que ela entra e sai da sua vida e você nem vê...'"

"Permita-se ser feliz na
altura dos seus sonhos,
crendo, tentando, e mesmo
falhando, recomeçar
corajosamente sem desistir
até a conquista que virá,
florescerá e frutificará
eternamente por ti."

A POSSIBILIDADE
DE VOCÊ SER FELIZ
É MUITA.


PENSE NISSO.