Reflexão sobre o Acaso

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Não te preocura em saber onde estás,preocupa te em saber oporque lá estás,nada acontece por acaso se aconteceu é porque tinha que acontecer.

O acaso é meu deus preferido.

Eu vou seguindo sozinha esse caminho desconhecido, esbarrando no acaso, vivendo o inesperado, até que algo que realmente vale a pena me pare ou apenas mude minha direção.

Vem cá. Você por acaso sabe a receita da felicidade?
...
Então não venha me dizer como tenho que viver.

Nada é por acaso , as coisas acontecem bem do jeito que elas tem que ser .

A distancia

O seu amor entrou em meu caminho
meio por acaso meio sem esperar
mas quando entrou me fez ver
o quao e bom amar e ser amada

Quando estavamos junntos nao
ficavamos separados sequer um segundo
nossas maos pareciam estar coladas
pois era impossivel desgrudar

A cada dia nossos corpos se queriam mais e mais
nossos coraçoes batiam no mesmo compasso
nossos labios se procuravam mais e mais
e cada dia que passava eu era mais sua

Mas o dia de partir se aproximava
e meu coração fikava angustiado
pensando que eu teria que deixar vc
e isso doia pois a essa altura
eu ja te amava muito

Mas enfim o dia chegou
e eu partir levando comingo
um pedacinho de ti
e deixando contingo um pedacinho de mim

E mesmo que estejamos tao distante
o nosso amor sobrevive a cada dia
a cada vez que nos falamos
pois nosso amor foi construido
em cima de uma forte e sincera amizade

E nao importa quanto tempo passe
eu sei que em breve estarei
em seus braços novamente
pois meu coração chama pelo seu
sempre!!!!!

Te amo

Coin... Incidente.

Obras do acaso.
E se formos,
É por descaso?

O amor acontece por acaso e permanece de propósito.

Ninguém entra no nosso caminho por mero acaso. Algumas pessoas entram na nossa vida e, depois de um tempo, notamos que elas nos ajudaram, outras notamos que precisaram da nossa ajuda. O que vale é a experiência adquirida.

Felicidade
é como um beija-flor
quando,
por acaso,
pousa em nossa mão.
E na surpresa
de não sabermos
o que fazer..
Bateu asas e voou!

26/11/20/15

A vida fala em códigos simples.
Mas poucos escutam com atenção.
O acaso é a linguagem da sincronia.
O que parece perda, às vezes é livramento.
O que parece demora, é preparação.
Tudo se encaixa, mas só depois que passa.

não existe palavras para poder dizer o óbvio e o que lutamos pela vida a fora, o acaso existe para isso, quando as palavras não se expressam, naturalmente as pessoas envergam umas nas outras, se beijam, se agarram, fazem tudo aquilo sem solidão e sem medo do horror, é o que chamam de paixão ou enfeitam chamando de amor...

Que as tuas palavras sejam de paz, amor, e não de contenda. E se acaso for, me entenda: fique caladinho. Palavras sem carinho, que não brotam do coração, não merecem o meu escutar, não atraem a minha atenção.

O amor não é eterno por acaso. É eterno porque é escolhido, mesmo nos dias em que parece mais fácil desistir.

O acaso não erra: apenas nos mostra, em fragmentos, que jamais fomos senhores do que acreditávamos controlar. Cada gesto carrega ecos de mundos que não vivemos, e cada silêncio é mais eloquente que todas as palavras que ousamos pronunciar.

O Senhor já sonhou e planejou um futuro de paz e esperança para você.
Nada é por acaso, nem mesmo o silêncio de Deus.
Ele já desenhou o amanhã, e nele há paz, há futuro, há esperança.
Hoje pode ser lágrima, mas amanhã será riso que não se apaga.

⁠A mágoa do acaso dói tanto, que lhe convém se magoar a grande prazo, se menor a dor.

𓂃༅Escolher…༅𓂃
༺༻
Nada nesta vida é por acaso e nem tão pouco sem opção.

Na vida você tem duas escolhas, ou você espera acontecer ou você faz com que aconteça. Tudo depende da forma de estar na vida, acomodar ou lutar.
Pode esperar sentado e ir vendo a vida passar e mesmo quando vamos à luta, ou se vai com garra ou pouco se pode esperar.

Não faça para ver se vai dar certo, faça até dar certo.
༺༻

Tc.19052025/077

O Cálice Transbordante




Por que me olhas, ó Vida, com olhos de espanto?

Acaso não vês que trago nas mãos um cálice tão cheio,

Que o amor nele contido, como um rio inquieto

Derrama-se sobre a terra árida dos dias comuns.

Buscando raízes que o aceitem?




Sim, carrego dentro de mim sóis internos,

Jardins noturnos de afeto não nomeado,

E um sentido mais vasto que o horizonte do mar.

É um vinho antigo, fermentado em silêncios,

Destinado a saciar a sede das estrelas...

Mas as estrelas são mudas, e seguem distantes.




Dizem que o amor é ponte para os objetivos,

A chama que ilumina o caminho da alma.

Eu o sei, ó Sabedoria Eterna!

Por isso insisto em erguer altares com as mãos vazias,

Em semear afeto no vento que passa,

Em oferecer meu peito como abrigo a pombas sem rumo.




Ah, se minhas asas pudessem carregar tanta dádiva!

Mas o tempo é lento, e os corações, quando se abrem,

Muitas vezes tremem como folhas de outono.

E eu fico aqui, na esquina do eterno,

Com os braços cheios de sementes douradas...

À espera de uma terra que as queira germinar.




Não me chames de iludido, emocionado em demaseio, chamem-me de, fiel.

Fiel ao rio que canta dentro do meu peito, pagodes, poemas..

Fiel ao sentido que nasce do próprio dar,

Fiel ao mistério de amar, mesmo sem destino.

Pois o amor que não encontra porto

Transforma-se em raiz.

E da raiz invisível nasce a árvore da resiliência,

Cujos frutos são a própria existência plena.




Assim sigo:

Com meu cálice transbordante,

Minha alma como oferenda,

E a certeza quieta de que o amor...

Mesmo não visto, mesmo não partilhado...

É o primeiro alicerce de todo sentido.

Porque antes de ser resposta, ele é pergunta sagrada.

Antes de ser encontro, ele é a coragem de permanecer aberto.

A busca de sentido no ato humano de amar,

quando

reciprocado... é o compreensível amar.
O Cálice Transbordante

Por que me olhas, ó Vida, com olhos de espanto?
Acaso não vês que trago nas mãos um cálice tão cheio,
Que o amor nele contido, como um rio inquieto
Derrama-se sobre a terra árida dos dias comuns.
Buscando raízes que o aceitem?

Sim, carrego dentro de mim sóis internos,
Jardins noturnos de afeto não nomeado,
E um sentido mais vasto que o horizonte do mar.
É um vinho antigo, fermentado em silêncios,
Destinado a saciar a sede das estrelas...
Mas as estrelas são mudas, e seguem distantes.

Dizem que o amor é ponte para os objetivos,
A chama que ilumina o caminho da alma.
Eu o sei, ó Sabedoria Eterna!
Por isso insisto em erguer altares com as mãos vazias,
Em semear afeto no vento que passa,
Em oferecer meu peito como abrigo a pombas sem rumo.

Ah, se minhas asas pudessem carregar tanta dádiva!
Mas o tempo é lento, e os corações, quando se abrem,
Muitas vezes tremem como folhas de outono.
E eu fico aqui, na esquina do eterno,
Com os braços cheios de sementes douradas...
À espera de uma terra que as queira germinar.

Não me chames de iludido, emocionado em demaseio, chamem-me de, fiel.
Fiel ao rio que canta dentro do meu peito, pagodes, poemas..
Fiel ao sentido que nasce do próprio dar,
Fiel ao mistério de amar, mesmo sem destino.
Pois o amor que não encontra porto
Transforma-se em raiz.
E da raiz invisível nasce a árvore da resiliência,
Cujos frutos são a própria existência plena.

Assim sigo:
Com meu cálice transbordante,
Minha alma como oferenda,
E a certeza quieta de que o amor...
Mesmo não visto, mesmo não partilhado...
É o primeiro alicerce de todo sentido.
Porque antes de ser resposta, ele é pergunta sagrada.
Antes de ser encontro, ele é a coragem de permanecer aberto.
A busca de sentido no ato humano de amar, quando
reciprocado... é o compreensível amar.

André Vicente Carvalho de Toledo

Eu te encontrei por um acaso,
No primeiro brinde me fez perigoso laço,
Tentei brincar com você desde então,
Porém, juvenil, não dei margem e subestimei meu coração...


A vida fluiu e nesta cidade maravilhosa desembarquei...
Novato e sem experiencia, neste mar virtuoso embarquei
Lugar pequeno, São Clemente e voluntários
E meio a Joao Afonso éramos nós dois e vários...


Num estalo Copacabana sorriu pra mim
Com cuidado me aproximei da princesinha do mar
Muitas voltas, bares em volta porres sem fim
Enlaces, as vezes sozinho fiquei por um tempo a andar


Solitude acompanhada de perrengue de uma quarentena
Sem rua, sem carros, sequer transeuntes, mais drinques de máscara.
Mas aos pousos a vida volta, como a TV com sua antena
lockdown ensinou a aprimorar o xadrez e até a teoria de Bhaskara.


Seu brinde diário hoje já não me faz bem
Tento me desvencilhar de você a todo instante
Não sei até quando meu corpo ao seu lado, ficará sem
E na minha mente só vejo criança olhando meu brinquedo na estante.