Reflexão sobre Liderança
Decisões retilíneas e uniformes se enquadram nas perspectivas da liderança que propõe a atingir os
objetivos dos seus empreendedores.
Uma liderança eclesiástica que, dentro de uma reunião administrativa, traz nomes de ovelhas à tona para criticá-las, é covarde, medíocre, soberba e sem conhecimento
da verdade.
Uma liderança que multiplica líderes vê seus participantes assumindo compromissos, ministérios e responsabilidades, equilibrando e fortalecendo sua equipe ou grupo para alcançar, compartilhar e promover o crescimento de seus objetivos e de suas realizações em prol da felicidade de todos.
Liderança obsoleta, enferrujada e na inércia espiritual é igual à relógio velho: precisa dar corda para ver se poupa o tempo perdido.
O sucesso de uma liderança é assistir e apoiar os potenciais e as habilidades das pessoas que são capazes de aprender, influenciar, orientar, instruir e guiar outros a uma possível conquista dos seus esforços em equipe ou em atitudes pessoais.
Quem não dá valor a voz da liderança do Espírito Santo, certamente valoriza a voz dos homens, que enferruja e detona os seus próprios sonhos.
Uma liderança eclesiástica sábia e prática é essencial para gerar o crescimento do corpo, bem como a edificação de seus ministérios, apoiados por homens experientes, com discernimento espiritual, humildade e integridade, proporcionando uma comunicação eficaz, apoio e desenvolvimento da comunidade cristã, treinando e formando novos líderes com suas respectivas equipes, preparadas, capacitadas e firmadas pelos aconselhamentos da Bíblia.
Toda liderança espiritual deve gerar novas vidas, multiplicar famílias e criar ministérios pelo poder da Palavra de Deus para o crescimento e a edificação da igreja.
Nenhuma congregação mantém os homens ocupados e fiéis se a liderança não criar ministérios e treiná-los para as respectivas funções, colaborando com o crescimento, a missão, os propósitos e a edificação da igreja.
Qualquer liderança que pratica a rejeição dos seus eleitos, solta relatórios falsos, ignora e desrespeita os bons costumes da casa do Senhor ou da sã doutrina e ainda tendo discórdias com os irmãos, omitindo-os dos serviços cristãos colherão os frutos amargos de sua ignorância: falta de credibilidade de seus participantes, ministérios fragilizados, abandono de adeptos da verdade e se envergonharão da própria incompetência pública.
Pastores com dedo duro, que dá nomes de irmãos à liderança para não contar com eles, têm o corpo mole no meio do rebanho, esperando serem reconhecidos internamente como guias fortes; mas, não passam de fofoqueiros, ditadores e covardes, em vez de considerarem tais irmãos como membros da Família de Cristo.
A forma de uma liderança para forçar alguns homens da igreja para ocuparem ministérios de último instante, no intuito de garantirem seus interesses, autoridade, privilégios e funções, além dos palcos, púlpitos e microfones públicos, é vergonhosa, deprimente e contrária à sã doutrina, pois ocupam o lugar daqueles que têm dons espirituais, que poderiam ser reconhecidos, treinados e aprovados por Deus, sendo aceitos pela votação da igreja como verdadeiros ministros de Cristo.
Igrejas grandes, que não promovem ministérios entre a liderança dos homens, são as mais complicadas e por causa de diferenças de opiniões humanas, acabam virando denominações, cujas divisões, autoritarismo e doutrinas, são reprovadas por Deus.
Sob a direção, treinamento, reconhecimento e apoio de uma forte liderança, não haverá jamais ministérios fracassados e ministros desanimados.
Uma liderança eficaz tem como objetivo atualizar seus conhecimentos, desenvolver suas competências, estratégias, habilidades, técnicas e métodos comportamentais de seus líderes para liderar, administrar e desenvolver seus negócios e projetos com seus colaboradores com diversas organizações, capacitando-os para atingirem o seu crescimento, desenvolvimento, relacionamento e metas de marketing, com o auxílio da metodologia coaching e da psicologia positiva do mercado de marketing, em busca de recursos, das qualidades e do perfil de talentos do seu público-alvo.
Se Deus precisa de trabalhadores é bom que a liderança de ministros responsáveis se interesse em formar obreiros capacitados para pegarem nos instrumentos de trabalho: pá, músculos, obras, disposição e a própria Bíblia.
A liderança que chama um irmão, convocando outros líderes para estarem presentes, para tratar de um assunto disciplinar, é de fato, estúpida, porque não há um homem sábio entre eles para tratar do assunto sozinho com o imão à luz das Escrituras.
