Reflexão sobre a Vida e o Amor
"Abra tuas mãos carinhosamente.
Partirei, então, delas sutilmente...
e me acomodarei leve e gracioso
em seu sábio e amoroso coração.
Tão solto e feliz serei finalmente teu
em notáveis asas despretensiosas..."
"Um leve e arteiro pensar brinca no meu silêncio.
Perco-me suavemente em meus gentis enleios.
Sou felicidade em ingênuas nuvens de sonho.
Deixo-me ser, por instantes, pueril perfeição".
“Tenho tudo o que pedi, agora, é chegado à hora de ver o porquê os quis e de reaprender e sabiamente escolher. Carrego os frutos que plantei em suave reflexão”.
Alce voos.
Exale a tua essência.
Inale os teus medos.
Perigo é não encarar o perigo.
Enfrenta-o! Ainda é cedo.
A liberdade zela por ti
com toda a liberalidade.
No compasso dos teus dias
neste espaço em forma de poesia
marque encontro com você.
"Relembro cada pedaço do que fui que sou o que destruí e construí. Viver a dança permanente do sol; despojei minhas sombras".
Por que as pessoas buscam sempre simplificar as coisas? Tudo bem a foto ser entendida como resultado final de alguma coisa, ou mesmo um recorte ou congelamento de um espaço do tempo, mas é só isso?
O ato de fotografar algo não é começo ou fim, mesmo que seja o fim ou o começo. Antes de fotografar é preciso reconhecer os elementos, ter por conta própria um entendimento de vida, de mundo, de espaço. É fácil fotografar com intenção de registrar apenas, fazer-se prova de que esteve como testemunha daquele tempo. Difícil é levar as pessoas a lerem imagens sem saber ler imagens, levá-los por um instante a questionarem algo nem que seja a si mesmo, transformar uma fotografia impressa, algo material, um fim como queiram em sentimento.
Eu pensei em ser feliz! E sou!
Eu pensei em viver! E vivo!
Eu pensei em conhecer o mundo! E conheço!
Eu pensei em amar! E amo!
Eu pensei em ser rico! E sou!
Eu pensei em me apaixonar! E me apaixonei!
Eu pensei seriamente em mim e concluí:
Não me atrevo a pensar em nada que não me edifique.
