Reflexão sobre a Morte
Alguém uma vez disse que a morte não é a maior perda na vida. A maior perda é o que morre em nós enquanto vivemos.
Uma amizade verdadeira não se rompe de uma hora para outra. É um laço tão forte que nem a morte pode cortá-lo.
Ele viveu como um fugitivo, um traidor... Um criminoso, rezando pela liberdade da morte.
Ele trocou seu Orgulho pela desgraça, seu amor pelo ódio, e, ainda assim Itachi morreu
sorrindo.
Se eu morrer, não chore por mim. Chore, talvez, pelo que eu fiz ou não fiz em vida. A morte é menos importante que a vida, pois apenas é mais um passo. Se puder, não chore pelo humano que fui.
Morte Amiga.
Quando tu morte chegar,
Espero que chegue a cavalo.
Não demoras vêm me amar.
Só assim eu calo.
Morte chega de sofrimento.
Minha única certeza não me abandone.
Eu não te enfrento.
Quando tu chegar, estarei caído, nem precisará chamar pelo meu nome.
Vem morte!
Traz o fim da minha vida.
Vida sem sorte.
Vida não preferida.
Morte querida.
Vida sofrida.
Morte amada.
Vida perdida.
É inútil eu querer viver.
Vem logo! Morte amiga.
Eu não desejo mais sofrer.
Eu te acolherei feliz, morte amiga.
E se somos Severinos
iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
de emboscada antes dos vinte
de fome um pouco por dia
O que mais fará falta na morte de alguém importante é o olhar dessa pessoa sobre nós, pois precisamos do outro como referência de quem somos. Se a pessoa que eu amo não existe mais, como posso ser quem sou?
Embora saibamos que a morte é uma parte da vida,
Parece que jamais estamos preparados o suficiente,
Quando aparece bem na nossa frente, se encarrega,
Carrega doente e desaparece com a gente da gente!
Guria da Poesia Gaúcha
Morte não é nada mais do que passar de um quarto para outro. Mas há uma diferença para mim. No outro quarto poderei ver.
Às vezes a origem do bem produz o mal, no mesmo lugar em que nasce a vida se cria a morte; as coisas que são contrárias no fim, às vezes são as mesmas no princípio.
A morte põe um olho no passado e outro no futuro e deixa a gente cego na hora, no encontro do que foi e do que será, na tortura do que poderia ter sido. Impõe o desespero do definitivo, trava os movimentos. Embrulha o estômago indigesta. Faz frio nos ossos. A morte é vida intensa demais para quem fica.
A vida é construída a partir da morte de outra vida. Se está disposto a matar, então tem a obrigação de comer.
Schopenhauer disse que depois da morte seremos o que éramos antes de nascer e tentou provar que só pode haver um nada.
Se me amas, não chores mais!
A morte não é nada.
Apenas passei ao outro mundo.
Eu sou eu. Tu és tu.
O que fomos um para o outro ainda o somos.
Dá-me o nome que sempre me deste.
Fala-me como sempre me falaste.
Não mudes o tom a um triste ou solene.
Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.
Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.
Que o meu nome se pronuncie em casa,
como sempre se pronunciou.
Sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.
A vida continua significando o que significou:
continua sendo o que era.
O cordão de união não se quebrou.
Porque estaria eu fora dos teus pensamentos,
apenas porque estou fora de tua vista?
Não estou longe,
Somente estou do outro lado do caminho.
Já verás, tudo está bem.
Redescobrirás o meu coração,
e nele redescobrirás a ternura mais pura.
Seca as tuas lágrimas e, se me amas,
não chores mais.
"Quando não se quer sentir,a morte pode parecer um sonho,mas ver a morte,vê-la de verdade torna sonhar com ela algo ridículo."
