Reflexão sobre a Morte

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Não importa se existe uma vida após a morte, o importante é que você deve buscar ser feliz nesta vida enquanto há tempo.

Preocupa-se tanto em brigar com a vida... ! A morte com seu humor negro assiste á tudo com muita paciência e sua 'foice' em punho, pois sabe que vai levar á ambos!

A morte deve ser encarado como algo natural, diferente do desperdício de vida.

A vida é criação constante, morte e recriação, a rotina é exactamente o contrário da vida, é a hibernação.

A vida é uma frustração constante,
uma lenta antecipação da morte.

O conhecimento da salvação eterna pela morte vicária de Jesus Cristo é loucura para os que perecem, mas para os salvos, o poder de Deus.

Talvez seja a morte a única saída de prisões sem portas
Talvez seja a vida a própria prisão sem portas que nos aprisiona e nos faz infelizes, nos torturando dia após dia.

O ouro tem valor porque é raro. A vida tem valor porque é curta. A morte dá valor à vida.

⁠Morte,a inimiga da vida e prima da depressão

⁠Quem brinca com a morte não se pode queixar da sorte.

⁠Saudade

Morte ou metamorfose?
Que sabemos sobre esta outra forma de sonho?

⁠Não se engane ,
no Reino de Deus independência é morte

⁠Espero que exista vida após a morte, caso contrário, somos muito burros por desperdiçá-la assim.

⁠ É impossível salvar uma vida, você na verdade só está atrasando uma morte.

“ os acontecimentos são aleatórios, vida e morte seguem a mesma linha, não existe um plano divino quanto a isso “

A morte pálida com medo agudo deveria fazer as cavernas do oceano nossa cama, Deus que escuta as grandes ondas, permita que salve as nossas almas suplicantes.

⁠Eu sinto o cheiro da morte.
Seu aroma é forte como cravo e canela queimando na boca do fogão.
- Isso me faz lembrar que quando criança , meus pais me alimentavam com sonhos bons e me faziam imaginar que o mundo lá fora era um conto de fadas repleto de fantasia.
Esse foi o grande problema dos meus pais , eles mi protegeram da maldade do mundo mais esqueceram de adicionar um pouco de realismo em cada conto de fadas.
Eu cresci, e tive de apreender da pior forma possível como são as pessoas de verdade. Mi feri sosinha e nas noites frias de inverno me deixei morrer por algumas horas ou talvez dias.
Hoje as lembranças fogem de min como o sangue fresco escorre pelos meus ferimentos , cada fio de cabelo do chão cada lágrima que escorre das minhas bochchas são o minimo do que eu estou por dentro.
Eu aprendi a me odiar da pior forma.

⁠sinto uma falta não sentida
por uma morte já vivida
e que a cada despedida
meu eu desaparecia

é o que eu lembro
é o que sinto
um vazio ao recordar
daquele lindo mar

eu amava olhar para ele, sempre
até me afogar.

⁠A morte é a mais linda das artes, misteriosa e incompreensível

A CARA DA MORTE

Eu vi a cara da morte
Numa certa encruzilhada,
Cangaceira bem armada,
Com faca e foice de corte.
Pude contar com a sorte
Assim que me golpeou,
A bruxa quase acertou
O meu bucho avantajado.
Eu me vi sendo estripado
Quando a dita me ajudou!

Foi encima de um lajedo
Que o pantim aconteceu...
Um calango amigo meu
Tremeu na base do medo,
Mas confiou-me um segredo
Que não conto pra ninguém.
Quando me tornei refém
Da sovina, usei a dica
Do calango, o que explica
Porque me safei tão bem!

Dei-lhe um soco no cachaço,
Que a canguinha escorregou
Do lajedo e mergulhou
Na lama de um riacho,
Não fui conferir, mas acho
Que sumiu dentro do chão
E não volta no Sertão
Enquanto lembrar de mim.
O calango diz que sim
Balançando o cabeção!

O lagarto é um coringa
Colorido da Savana
Nordestina, que esgana
Contorcendo-se com ginga,
Na quentura da Caatinga
É um sábio professor
Pré-histórico, driblador
De instinto muito forte,
Que sabe enganar a morte
Camuflado, sem odor!

Peguei-me calangueando
Quando ainda era menino,
Na pedreira do destino
Fui um brincante, laçando
Lagartixas e levando
Pra brincar no meu quintal,
E depois, sem fazer mal,
Eu as deixava ir embora.
Esse bom tempo de outrora
Para mim não foi banal!

Que cá não monte trincheiras,
A morte. E não me visite
Tão cedo, e nem apite
Nunca mais pelas ribeiras
De Sapé a Cabaceiras,
Do Anel do Brejo ao Sertão,
Fique lá pelo Japão...
Deixe, eu dormir no terreiro
Na sombra do juazeiro
Em minha esteira, no Chão!